“Como tornar minha equipe produtiva?”, essa é uma pergunta comum entre os gestores. Afinal, um colaborador indisposto custa caro, porque leva o dinheiro da empresa e não produz resultados. Então, para começar a transformação no seu negócio pense fora da caixa. Ou seja, não canse de buscar meios para tornar seu público interno um time empoderado e engajado.

Encante o público interno

O segredo do sucesso está nas pessoas. Logo, aposte no seu capital humano e invista em treinamentos específicos para cada área de atuação. Assim, um grupo destreinado tem um desempenho de 18%, enquanto uma turma, devidamente capacitada pode diminuir em 82% os problemas ligados ao atendimento. Os quais, tornam o consumidor, fiel ou os afastam de vez.

Tem alguma dúvida sobre isso? O case da Disney é a comprovação. Todos os anos a visitação ao parque, o qual não tem um valor tão acessível para os brasileiros, aumenta. Isso se deve à cultura de encantamento do cliente interno, porque são eles os rostos vistos pelos visitantes logo ao chegar. Desse modo, trazendo para a realidade corporativa, está aí a importância da cultura organizacional bem enraizada.

Compreendendo o time

Por isso, um fator fundamental a ser analisado pelos líderes é se os funcionários trabalham com ou para eles. “Quando fazemos alguma coisa para alguém, obtemos menos empenho em relação a quando fazemos algo com essa pessoa. Portanto, precisamos nos perguntar: temos um bando - agrupamento cada um com um objetivo - ou um time - grupo buscando alcançar o mesmo propósito? Contudo, é bom lembrar: os indivíduos podem ter ideias divergentes e isso é bastante saudável”, explica o especialista em gestão de negócios, Dr. Éber Feltrim.

Nesse sentido, Feltrim salienta sobre o cuidado com trabalhadores tóxicos, aqueles contrários a tudo na empresa e ainda inflamam aos outros. “Tem uma “regrinha” aplicada da seguinte forma: 60:20:20. Cerca de 20% dos sujeitos são contra qualquer tipo de decisão tomada pela gestão. Outros 20%, são a favor de todas as decisões e 60% vão para o lado considerado mais evidente”, exemplifica. Assim, a saída é trabalhar com os formadores de opinião, além de treiná-los. No entanto, sempre terá os 20% contra os vereditos, então, é preciso estar atento para esses não gritarem mais alto.

Segundo o especialista, é possível identificar essas aversões na linguagem corporal, por exemplo. Em geral, a reação a uma informação é de maneira não verbal. Veja:

  • Braços cruzados – indisposição para ouvir
  • Queixo apoiado – cansado ou desinteressado
  • Bater os dedos – impaciente ou entediado
  • Andar de um lado para outro – nervoso ou tenso
  • Testa franzida – pensativo ou preocupado
  • Recostar-se na cadeira – relaxado ou à vontade
  • Balançar a cabeça lateralmente – incrédulo
  • Virar os olhos – cético ou sarcástico
  • Balançar a cabeça positivamente – de acordo
  • Dar de ombros – descomprometido ou desinformado

Liderança humanizada

Com isso, “o ser humano é recíproco por natureza, tenho essa percepção. Ou seja, a maneira como recebe algo, ele oferece em troca”, na visão do diretor de capacitação na Great Place to Work Brasil, Cauê Oliveira.

Dessa forma, a palavra-chave é treinamento. Assim, descreva os cargos para o conhecimento de todos. É primordial conhecer as funções existentes na organização, do estagiário ao CEO. Explique a importância das tarefas de cada membro.

Portanto, considere todos os stakeholders para definir algo, entenda as políticas internas, construa um diálogo consistente e confie nos seus contratados. Essas são algumas atitudes esperadas dos chefes, principalmente, diante de momentos instáveis. Não se esqueça: todos estão no mesmo barco.

Logo, cuide da sua equipe e tenha sucesso! Conte sempre com o Nube!

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