Questões emocionais e sociais de uma época ou decorrentes de uma situação como uma pandemia, por exemplo, refletem nas nossas decisões. Inclusive, nas escolhas sobre qual carreira seguir. Pensando nisso, o Nube fez um levantamento em seu site com mais de 28 mil jovens avaliando os fatores decisivos para decidir a profissão. Muitos apontaram o retorno financeiro e outros, progressão, prestígio, entre outras circunstâncias. Você, aspirante a uma vaga de estágio ou aprendizagem já se questionou sobre isso?

O “bolso” é o único fator importante?

Com 36,13% dos votos, a remuneração e chances de crescimento foram a opção da maioria. Atualmente, essas razões são um objetivo comum no mercado de trabalho. “Ao falar sobre rendimento, não trata-se apenas do salário em si, mas de todos os benefícios agregados a ele. Afinal, com uma renda mais alta existe mais segurança financeira, principalmente ao considerar o cenário atual do Brasil e do mundo, pois muitas pessoas estão vivenciando uma maior instabilidade”, avalia a analista de treinamento do Nube, Bianca Leal.

Contudo, ela faz um alerta: “existem alguns riscos em focar apenas na questão monetária sem levar em consideração outros aspectos. Eles estão relacionados à insatisfação, a qual pode levar ao mau desempenho, desmotivação e posteriormente, a uma transição devido ao desprazer”.

Pesquisa sobre a carreira e ajuda especializada

Já 29,42% chegou ao veredito final após fazer pesquisas sobre tal área. “Grande parte dos jovens recorrem à Internet, conversas com especialistas ou uma aula experimental na universidade, por exemplo para tentar acertar no caminho. Não há uma ‘receita de bolo’, mas existem formas de aumentar as chances de se sentir feliz e realizado”, explica a analista.

Pensando nisso, Bianca listou algumas dicas para ajudar nesse processo. Veja:

  • Faça uma lista: descreva as alternativas alinhadas às suas preferências, assim é possível escolher algumas esferas mais compatíveis e excluir outras do repertório;
  • Se conheça: exercite o autoconhecimento, conheça suas preferências e afinidades, identifique suas habilidades e se elas são convenientes com a atividade laboral pretendida;
  • Busque informações: procure o máximo de informações sobre as suas opções, mercado e projeções para o futuro;
  • Procure orientação especializada: dessa maneira, encontra-se um maior direcionamento, mais insumos e clareza para ter êxito.

Ainda, para 24,85%, a orientação com base nas características pessoais é a condição determinante. “O teste vocacional quando é um caminho para conhecer melhor a si mesmo e as nuances dos ofícios é uma possibilidade válida. Sendo assim, o jovem terá um direcionamento maior e mais insumos para realizar uma medida consciente e com mais êxito”, avalia a especialista.

Entretanto, ela ressalta: “se o exame for usado de maneira isolada, sem considerar os demais panoramas, pode ser equivocado. Dessa forma, esse pode ser um recurso, mas não deve ser o único critério”.

Prestígio versus expectativa familiar

Para outros, 7,19% o status da área na sociedade é significativo. “Isso é arriscado, pois depois de um determinado período, o sujeito pode ficar desmotivado. Logo, para escolher um ramo deve-se levar em consideração diversos fatores, tais como perfil, aptidão, afinidades, habilidades, entre outros”, adverte Bianca.

Por fim, 2,41% julgam a opinião de amigos e familiares. Muitos jovens convivem desde a infância com a expectativa dos parentes sobre seu futuro. Nove em cada dez pais brasileiros projetam nos filhos profissões tradicionais como medicina, engenharia e direito, conforme estudo do banco HSBC. “Contudo, atualmente, uma pequena parcela deles considera esse parecer dos genitores relevante. Afinal, eles têm meios para pesquisar”, completa a analista de treinamento do Nube.

Além disso, a cada ano surgem novos cargos e vertentes para acompanhar as transformações rápidas. “Então, a procura por trajetos modernos e inovadores também vem aumentando e, com isso, observamos como o ponto de vista das pessoas próximas não é uma óptica de peso determinante”, finaliza Bianca.

A alfabetização tecnológica tem um espaço especial

Essas predileções da vida não são tarefas fáceis, é um momento de muitas incertezas, dúvidas e medo de não tomar a atitude certa. Portanto, é importante manter-se alinhado às tendências do mercado laboral competitivo e permanecer se atualizando. “Em dada hora a experiência torna-se irrelevante e a disposição para aprender ganha destaque. Conforme pesquisas, 65% das crianças no colégio primário na futuridade trabalharão com funções ainda inexistentes. Ou seja, precisamos criar uma flexibilidade, visando uma constante evolução e o melhor entendimento sobre si mesmo”, aconselha o vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), Alexandre Slivnik.

De acordo com ele, a tecnologia é um elo fundamental para quem visa uma realocação ou mesmo a inserção nesse cenário. “Os países mais desenvolvidos, por exemplo, estão ensinando crianças a programar e não é para operar computadores, mas porque a lógica vai ajudar em diversas frentes daqui algum tempo. Por isso, não é simplesmente aprender a manusear um equipamento, mas ter conhecimento sobre como aquele gadget funciona de forma geral”, pontua.

Lifelong learning

Atualmente, essa necessidade de saberes deve fazer parte da existência de qualquer um. “É comum ver anciões de 80 ou 90 anos de idade fazendo faculdade, principalmente porque a perspectiva de vida é cada vez maior. Logo, também podemos seguir em busca de inteligência e evolução. Nunca é tarde para mudar e fazer algo amável”, relata o palestrante.

Nesse sentido, não se deve manter o foco em aprimorar pontos fracos, pois as virtudes distinguem os colaboradores. “Ao fazer uma análise e identificar suas fraquezas e alentos, potencialize a capacidade dominada. Afinal, isso é primordial para alcançar reconhecimento e estabilidade”, conclui Slivnik.

Portanto, principalmente quem está procurando uma vaga de estágio ou aprendizagem, precisa estar alinhado a essas novas tendências. Continue acompanhando nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diários com a participação de grandes especialistas. Assim, você se mantém alinhado às novas necessidades do universo laboral e se destaca. Assista também a matéria do programa Conexão Ilimitada da TV Nube: autoconhecimento e sucesso profissional. Conte com o Nube!

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