A pandemia do coronavírus fez empresas adotarem da noite para o dia o sistema home office e foi preciso inserir na rotina atividades capazes de ajudar na motivação e engajamento da equipe. Por isso, muitas buscaram o Team Building, uma técnica responsável por gerar conexão e aproximação do time.

A experiência cria momentos memoráveis, provoca conversas relevantes, fortalece o sentimento de time e causa mudança real na vida de quem participa, mas, o que é um Team Building? É uma formação e consolidação do grupo feita por meio de exercícios os quais enriquecem as relações entre as pessoas. "A estratégia está ganhando espaço nos últimos anos entre os gestores e profissionais de RH, pois ajuda a aproximar os colaboradores e reforçar laços para levar à resolução ágil de problemas e desafios no trabalho", afirma Beatriz Gardolinski, head de operações do Incompany da Aldeia.

O objetivo é ajudar staffs de alto desempenho a performarem ainda melhor, resolvendo impasses juntos. "Ele é desenhado para potencializar papéis, com foco na sincronização dos membros, integração de talentos, elevação de ânimos e em despertar o senso de time. Outro ponto importante é clarear os papéis dentro dos setores e o tratamento de temas essenciais para destravar o melhor de cada um", salienta Beatriz.

O que é tratado nessa ferramenta?

Baseada em teorias e práticas consagradas de gestão, liderança e construção de alta execução, são abordados, durante a iniciativa, assuntos relevantes aos obstáculos do dia a dia. O propósito é trazer vivências profundas para mudar comportamentos e trazer novos pontos de vista. 

Quando a empresa entrega essa abordagem, ela “mostra aos colaboradores confiança no grupo, além de renovar a motivação individual e comunicação entre todos. Isso permite um olhar fora da caixa e novas conexões", comenta Graziela Araujo, head do comercial do Incompany da Aldeia

Formas de ter uma boa cultura

Na organização onde Thiago Tavares estagia, essa postura não é adotada, contudo, há políticas internas para garantir o companheirismo entre os colegas e supervisores. “A gente precisa estar próximo porque, senão, os resultados não saem como o esperado”, compartilha. 

Graziela acrescenta a relevância desse tópico para fazer os membros do quadro aprenderem a atuarem em conjunto para identificar maneiras de melhorar os “3Ps” - Políticas, Processos e Procedimentos. De acordo com Graziela, há várias maneiras de apresentar um Team Building: Mind Hacks, ‘malabarismo ágil’, ‘em busca da essência’ e ‘fábrica de bikes’. 

Como funciona cada abordagem?

Na primeira citada, o coletivo irá experimentar formas de pensar como produzem sentimentos positivos, como empatia e criatividade mesmo em situações desafiadoras. Já na segunda, a equipe terá um momento de imersão e descompressão por meio de ferramentas ágeis para alinhamento de objetivos. 

"Durante a terceira, é feita uma caça ao tesouro para encontrar o espírito do time”, complementa. Na quarta, “entregamos uma experiência única e inesquecível, onde cada grupo terá de montar uma bicicleta dentro de um tempo determinado, trazendo parceria e dinamismo", revela.

Descontração não é o foco

Esse recurso não é feito para ser divertido, ele precisa trazer resultados práticos para a empresa. “Nosso objetivo é gerar alinhamento, com pessoas talentosas capazes de se entenderem e se conhecerem, somando forças. Outro fruto é a moral elevada, pois quando conseguem completar um escopo juntos é mais fácil executar os próximos", conclui Beatriz. 

Qual é a diferença entre engajamento e diversão?

Estamos no Linkedin com mais dicas e matérias focadas para gestores.

Se você tiver dúvidas sobre a contratação de estagiários e aprendizes, solicite um contato da nossa equipe.

Interessado em aprender mais? O Nube também oferece cursos on-line voltados para a qualificação profissional de gestores, estagiários e aprendizes.

Compartilhe