É possível dizer: Team Building é o termo do momento. Por quê? Em primeiro lugar, é preciso lembrar da existência de grupos e a diferença deles para equipes de alta performance. Os coletivos são apenas um aglomerado humano, um conjunto de pessoas. Por outro lado, times possuem um objetivo comum e compartilhado, além de habilidades complementares e confiança entre os membros. A divergência é grande!

De igual modo, há singularidades capazes de definir uma staff de resultados expressivos. Essas possuem paixão por suas atividades, sinergia no agir e objetivos desafiadores. O Team Building é um tipo de treinamento, mas ao contrário de propor o aperfeiçoamento do conhecimento técnico dos funcionários, ele é focado em aprofundar as relações, afinal, o ambiente compartilhado com colegas agrega muito valor à cultura de uma organização.
                
Desse modo, esse recurso incentiva a prática de experiências dinâmicas fora da companhia, normalmente ao ar livre, como o arvorismo, a escalada, ou esportes para envolver desafios, com o propósito de engajar e divertir os participantes. Movimentos como esses podem até parecer pouco impactantes, porém, possuem uma enorme capacidade de transformação do cenário de relacionamentos de uma equipe.

Resultados na prática

Luiz Andrade trabalha com análise de sistemas e, na instituição onde atua, esse tópico foi implementado para incentivar as entregas. “A gestão propôs algumas atividades e nós conseguimos nos enturmar melhor”, compartilha.
                
E como aplicá-lo?
                
Para começar a construir um quadro de profissionais de alto desempenho, o primeiro passo é ter um propósito para indicar aonde todos devem chegar. Assim, é possível fazer os integrantes “remarem” na mesma direção e, dessa forma, obterem melhores resultados.

Treinamentos fora da empresa

Em geral, os cursos e oportunidades de capacitação acontecem dentro do espaço da contratante, em um contexto mais sério, com pouca liberdade para descontração. Aproveite um final de semana e leve o coletivo para fora desse ambiente. A atividade não necessariamente precisa ter relação com o trabalho.

Para Flora Alves, especialista em desenvolvimento humano e idealizadora do Trahentem, os empreendimentos precisam estar em constante renovação para preservar clientes antigos e conquistar novos. “Para isso, é preciso manter investindo no capital intelectual dos talentos e suas relações uns com os outros, pois um setor formado por indivíduos com comportamento proativo, capacidade de liderança, unidos, confiantes e dispostos a resolver conflitos em conjunto, traz um grande e importante diferencial para o comercial da entidade”, finaliza.

Portanto, siga essas dicas. Conte sempre com o Nube!

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