É raro ver alguém sem celular. Esse aparelho se tornou parte de nós e dependemos cada vez mais dele. É nossa principal fonte de comunicação, informação e entretenimento. Com a pandemia, tivemos de adaptar a forma como nos relacionamos em todos os âmbitos. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel, em 2020 houve um aumento de 7,39 milhões de telefones móveis no Brasil e o país atualmente conta com 234,07 milhões.

O isolamento social transportou tarefas do cotidiano para o ambiente digital e por isso, o tempo em frente às telas aumentou. Os trabalhos, estudos e relacionamentos interpessoais passaram a ser virtuais. Todavia, não é preciso sentir culpa pelo uso, é possível encontrar atividades interessantes e agradáveis on-line e elas podem ajudar com metas a curto, médio e longo prazo. Basta apenas saber equilibrar e gerenciar para transformar em algo benéfico. Veja abaixo algumas dicas de coisas para fazer em seu smartphone:

Aprenda uma nova língua (ou pratique):

Existem aplicativos para te ensinar um novo idioma ou praticar quando já tiver esse conhecimento. Os alunos podem escolher quantos minutos querem dedicar todos os dias e as lições têm elementos de gamificação e inteligência artificial, permitindo a utilização de exercícios customizados e personalizados para cada um.

Encontre inspiração:

Com mais de 475 milhões de usuários ao redor do mundo (o Brasil é o segundo maior mercado da marca), o Pinterest é onde as pessoas vão para encontrar inspiração e novas ideias - de receitas para o jantar e look para um dia especial até tutoriais ensinando criações para a casa e dicas de viagens. Existem também muitos influenciadores com conteúdos interessantes, ensinamentos e conselhos das mais diversas áreas. Dessa forma, você pode se inspirar em algo ou alguém para o seu futuro.

Pratique o bem-estar:

Meditações, mindfulness, yoga, exercícios físicos e podcasts focados no bem-estar podem ser um respiro em meio a tanta tecnologia. Mude seus hábitos sem precisar sair de casa. Com isso, estará cuidando do seu corpo e da sua mente.

Exercite o cérebro:

Jogos de raciocínio lógico, quebra-cabeças, sudoku, palavras cruzadas, entre outros. Há diversas opções para manter o cérebro ativo durante a pandemia. Você pode, inclusive, optar por apps com objetivo de melhorar a memória, atenção, resolução de problemas, velocidade e flexibilidade de pensamento.

Adicione novas competências ao currículo:

Outra ideia é aproveitar o período em casa para desenvolver novos conhecimentos, habilidades e atitudes. Existem várias plataformas com cursos on-line, aulas ao vivo ou gravadas e conteúdos para serem baixados e acessados em qualquer lugar. São vídeo-aulas, apostilas, testes para praticar e casos reais do mercado para estudar. O melhor de tudo, você conquista certificados e enriquece o seu currículo.

Problemas do uso excessivo

A Sociedade Brasileira de Pediatria - SBP defendeu, em recomendações publicadas em fevereiro de 2021, a não exposição de crianças menores de dois anos a nenhuma atividade com tela. Entre dois e cinco anos deviam passar apenas uma hora por dia em contato com esses aparelhos. Já na idade dos seis aos dez, no máximo duas horas por dia (e sempre com supervisão de adultos). Para os mais velhos e adolescentes, o limite é de três horas.

De acordo com pesquisa da Kantar, os brasileiros passam em média 4,2 horas diárias por dia mexendo no telefone. Esse uso excessivo provoca a produção de dopamina no corpo e isso pode causar dependência ou levar a dificuldades para dormir e transtornos de comportamento, em casos mais extremos. Além disso, há também a questão do sedentarismo.

A exposição às luzes e letras pequenas podem acarretar problemas de visão, pois os olhos fazem mais força para identificar os elementos. Além disso, causa secura e inflamações. Procurar um oftalmologista e utilizar um colírio adequado é fundamental para não ter essas complicações.

É necessário também o cuidado com a saúde mental. Nesses tempos de quarentena, as relações pessoais estão sofrendo uma mudança drástica e isso é visível no cotidiano. A psiquiatra, com especialização em infância e adolescência, Priscila Dossi, alerta: “hoje em dia, mesmo ao lado dos filhos, os pais estão terceirizando os cuidados e a atenção dos mesmos. Usam esses objetos para compensar a sua ausência ou mesmo para ter mais independência deles. Isso acaba criando nas crianças uma série de problemas emocionais, comportamentais e no próprio desenvolvimento e na formação.”

Portanto, não precisa se sentir mal por utilizar o celular. Porém, aproveite isso para o seu bem, se capacite e invista em você mesmo. Esse movimento pode fazer a diferença na hora de concorrer a uma vaga.

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