Contar com parceiros confiáveis é de extrema importância para um bom trabalho em equipe. Na hora de eleger alguém, escolha corretamente quem agregar em um grupo. Principalmente depois da recente modalidade introduzida em 2020 de integração on-line. Muitos questionamentos surgiram na época a respeito da efetividade dessa nova dinâmica. Entretanto, os resultados mostraram-se positivos para quem conseguiu administrá-los da forma adequada. Nesse sentido, entenda a melhor trilha para se seguir quando o assunto for encontrar alguém compatível às exigências nos tempos da virtualidade. 

 

  • A difusão do home office

 

A pandemia ocasionada pela Covid-19 pegou o mundo de surpresa. Ninguém imaginava interromper suas atividades de uma hora para outra. Ou até mesmo modificá-las radicalmente. A inviabilidade do contato físico entre pessoas devido à grande chance de contaminação pelo vírus afastou a todos. O distanciamento social foi imprescindível para manter o bem-estar integral da humanidade. Com isso, o mercado precisou reinventar  todas as práticas comuns há anos.  

Dentre elas, reestruturar os processos seletivos foi um desafio consequente do isolamento populacional. Antigamente, a grande maioria era realizada com a presença física sem nenhuma pretensão de mudança desse formato. Houve a necessidade de transformar as estratégias de avaliação com o auxílio das ferramentas tecnológicas. Embora muitos tenham ficado receosos pelos primeiros resultados,  diversas corporações conseguiram se adaptar bem.

 

  • Qual o critério para uma seleção efetiva?

 

Segundo Bianca Mari de Souza, integrante do time de seleção do Nube, um dos maiores desafios do início da crise foi manter o interesse dos candidatos em meio a outras preocupações e instruí-los em como ter acesso às novas plataformas. Ainda assim, o modelo remoto é confiável igualmente ao presencial. Para isso, é fundamental um bom planejamento adaptado às características de cada posto. “É tão importante quanto antes manter a etapa da entrevista ao vivo, agora por meio das videoconferências. Dessa maneira, observamos a postura, interesse, personalidade, comunicação verbal, entre outros fatores”, diz a selecionadora. 

 

Alguns pontos são indispensáveis para a classificação e servem até mesmo como critério de desempate:

 

- testes de português, inglês ou  raciocínio lógico 

A boa escrita e raciocínio são fundamentais para cumprir as funções de modo eficaz. Quando o concorrente tira uma nota insatisfatória por não ter levado essa fase a sério, acaba não prosseguindo na competição. 

Inclusive, de acordo com pesquisa realizada pelo Nube, 83,5% dos pretendentes são desclassificados das competições devido a erros gramaticais. Tal  investigação comprova como a falta do domínio sobre a língua portuguesa pode aumentar os ruídos na comunicação e afetar o relacionamento com clientes. Até mesmo no caso dos aspirantes a jornalistas, profissionais da palavra, cerca de 79,5% não atingem o mínimo para serem contratados. 

 

- vídeo-entrevista gravada e em tempo real

É indispensável estar preparado para esse momento de exame individual. Ser pontual, estar vestido adequadamente, preocupar-se com o ambiente e no jeito de se expressar. Nessa ocasião, a primeira impressão causada faz toda a diferença. A atenção do recrutador deve ser cativada positivamente.

Atualmente, adota-se a pré-gravação de um vídeo no qual o sujeito se apresenta e faz um breve resumo sobre seu currículo e competências. Tal método permite um conciso julgamento de sua postura e se está apto a continuar. Em seguida, realiza-se a chamada de vídeo para aprofundar sua compatibilidade. 

 

- currículo atualizado e conhecimento sobre a vaga e empresa

Manter as informações do currículo atualizadas, demonstrar entendimento sobre a área de atuação e firma também ajudam a validar o interesse pela oportunidade. É aconselhável considerar todas as experiências relevantes sobre a trajetória do indivíduo juntamente a um nítido treinamento sobre como ele se introduz. Deve-se realizar perguntas sobre suas vivências, habilidades, vida acadêmica e ações com efeitos assertivos.

Nesse contexto, Bianca acredita nesses requisitos como uma forma justa de ponderar se o ofício deve ser concedido àquele participante. “Em geral, nos baseamos nos conceitos de hard skills e soft skills. Enquanto uma julga aqueles ensinamentos adquiridos por meio de cursos e treinamentos, a outra está mais preocupada em entender a sequência comportamental e emocional. Assim, conseguimos identificar o fit cultural e o perfil técnico a fim de conceder bons resultados para o contratante”. 

Na maior parte dos casos, os gestores tiveram um experimento satisfatório ao admitir funcionários de forma remota. Danielly Palaro Fernandes, supervisora de empresas no Nube, diz sentir confiança neles por apresentarem bons resultados e produtividade. “Usualmente eles são muito engajados, pois em algumas regiões do Brasil temos poucas colocações disponíveis. Logo, não tinham fácil acesso a grandes negócios. Com o teletrabalho, essa nova realidade se tornou viável e percebo a valorização de muitos por essa perspectiva de crescimento nas carreiras sem sair de suas moradias”, ressalta. 

Desse modo, podemos enxergar vantagens para ambas as partes. Assim como o colaborador não se limita mais a questão de morar perto do serviço, as organizações vislumbram a ampliação da rede de personalidades disponíveis para cada oferta. Sempre houve o caso de prolongamento da divulgação de cargos com exigências muito específicas ou de localidades afastadas. Hoje, abrindo-se para todo o país, temos mais opções.

As decisões devem ser pautadas pensando não somente na duração do recrutamento, mas também visando o trajeto pela frente. A contratação é apenas o ponto inicial da passagem prevista e por isso necessita de tamanha atenção. Danielly ainda reforça: é um intenso trabalho para os seletores, mas o sucesso também depende de quem está concorrendo. Seu engajamento deverá ser igual ou superior ao presencial, ele precisa participar e se preocupar com seu crescimento profissional mesmo a distância.

Por fim, para eleição de um quadro de funcionários de qualidade, exige-se estar por dentro das atualidades. Para isso, o Nube atua com o Programa de Aprendizagem e Estágios. Caso seja de seu interesse, é possível abrir vagas mediante o sistema gestor para auxiliar na procura pelo talento ideal. Ademais, temos nosso blog e disponibilizamos as normas e legislações para ajudar empresas no seu caminho para o sucesso! Conte conosco como seu aliado!

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