Você sabia: duas entre três empresas, em média, seguem “a onda” econômica e não trabalham de forma assertiva e inteligente na hora de contratar ou rever estratégias? Ou seja, a grande maioria das companhias faz admissões erradas e com falta de estrutura. É preciso saber reter os talentos certos e o momento favorável. Continue lendo e entenda melhor sobre o assunto.

É hora de contratar?

Quanto à questão burocrática, os empreendimentos anseiam pela diminuição do tempo dos processos seletivos e o fit cultural entre os candidatos e as marcas. “Contudo, a responsabilidade disso não é total da área de Recursos Humanos (RH). A liderança precisa ser cobrada no planejamento do ano anterior (com revisões trimestrais ou quando necessário) para provisionar de forma inteligente os recursos necessários para a adequação dos times”, explica o headhunter, Marcelo Arone.

Afinal, vale lembrar: um recrutamento mal feito gera um custo de um desligamento muito maior em relação ao treinamento de um novo integrante. "Além disso, um problema de imagem pode ser gerado, tanto para a companhia quanto para o gestor, especialmente em cargos de alto escalão”, adverte o especialista.

Estamos diante de um ano imprevisível, pois 2022 é marcado pelas eleições, copa do mundo, entre outras situações. Ainda assim, segundo Arone, este não está sendo um ano ruim no tocante a geração de empregos. “Se não está com crescimento a galope, ao menos parece mostrar um Brasil em manutenção. Já 2023 deve ser de evolução (historicamente, anos seguintes a eleições sempre têm maior aporte de recursos em todos os setores)”, comenta o headhunter.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em maio batemos o menor índice de desemprego desde 2015 no Brasil, com 9,8%. Todavia, esses números ainda não são suficientes. Veja só: segundo o último Censo da Educação Básica do Inep/MEC, no ensino superior do país, por exemplo, são 8.450.755 estudantes. Desses, apenas 686 mil estagiam (8,12%), conforme a Associação Brasileira de Estágios (Abres). Ou seja, há muito para se conquistar ainda!

Demos início ao segundo semestre com a conhecida segunda temporada de estágios, quando as contratações dessa modalidade aquecem. Depois disso, a maioria das entidades devem aguardar 2023 para realizar novas mudanças. Isso porque empregar certo é crucial.

A importância das soft skills

O foco dos selecionadores no perfil técnico já foi. Com a pandemia, ficou evidente como é essencial a aptidão comportamental. Sendo assim, as soft skills ganharam protagonismo. “As corporações descobriram como é muito mais fácil desenvolver habilidades táticas em pessoas comprometidas, além de perceber a sinergia entre o colaborador e a cultura organizacional. O resto é exercício diário”, descreve Arone.

Nesse sentido, inclusive, o Nube fez um levantamento com a participação de mais de 26 mil jovens perguntando: “você se contrataria se tivesse uma vaga aberta?”. A grande maioria se considera apto e alinhado para assumir as atribuições corporativas. Isso é um cenário muito positivo.

As questões de conduta tornam-se mais fáceis de moldar, tais como a flexibilidade e entrega de resultados. “Isso não diz respeito apenas a funções de vendas, o mundo corporativo como um todo, se tornou uma máquina de gerar valor, assim, independentemente do setor, certamente será cobrado por resultado”, diz o especialista.

Para ele, isso é fruto de um panorama de mercado em plena adaptação, o qual ainda está entendendo como lidar com as transformações vindas em 2020 com a doença. “Nossa vivência hoje mostra como o futuro ainda está em construção”, ressalta. Logo, é preciso se alinhar às tendências para não perder espaço.

Portanto, recrutar pode ser necessário, mas fazer isso bem é urgente! “Talvez você já possa começar a pensar no crescimento do próximo ano e empreender na busca do gestor ideal. Nomes bons são recolocados rapidamente. Ganha sempre quem está na frente, inclusive na hora de iniciar o processo”, finaliza Arone.

Lifelong learning

Justamente por isso, o termo lifelong learning se tornou pauta no universo laboral. Ele pode ser traduzido do inglês como “aprendizado ao longo da vida”. Em outras palavras, esse conceito defende a busca por novos conhecimentos de forma contínua e progressiva em todas as fases da vida. Isso é, deixando de lado a ideia da falta de necessidade em estudar depois de terminar a escola ou faculdade.

As próprias pessoas devem buscar esses aprendizados, estando no centro desse processo educacional e desenvolvendo autonomia para ir atrás dos seus gostos ou das curiosidades. Sendo assim, o Nube disponibiliza cursos EAD gratuitos os quais oferecem horas complementares para ajudar na universidade e também dispõe de dicas de carreiras semanalmente aqui no site.

Vale lembrar também da Feira de Estágios Nube 2022. Ela acontecerá nos dias 30 de agosto a 1º de setembro com muito conteúdo, vagas e benefícios para a jornada laboral. Nas outras edições, mais de 180 mil estudantes foram encaminhados para possibilidades e as inscrições estão abertas.

Mantenha-se atrativo no mercado

Com base nessa destreza tão imprescindível, a Qranio listou três benefícios de seguir esse estilo de vida para estimular os usuários a se envolverem com conteúdos educacionais em todos os momentos. Veja:

Incentivo ao autodesenvolvimento

Essa mentalidade proporciona uma reflexão profunda. “Os incentivos nos ajudam a descobrir um pouco mais sobre nós mesmos e isso é muito positivo. Se autoconhecer e se desenvolver traz muitas vantagens para todas as esferas, como maior equilíbrio emocional, independência, confiança e autoestima”, analisa o CEO e Fundador da Qranio, Samir Iásbeck. Isso resulta em um ciclo de evolução mais saudável, pois ao ter maior autoconhecimento, adquirir conhecimento fica mais leve e ágil.

Aumento de valor no mercado

Quem permanece sempre atento às novidades da sua área, se esforça para aprender novos conceitos e conteúdos é um trunfo muito significativo para qualquer entidade. “Competências as quais gerem um diferencial competitivo são bem-vindas e ajudam o profissional a aumentar o seu valor e se posicionar bem. O lifelong learning consegue cumprir muito bem esse papel ao incentivar a qualificação ao longo de toda a carreira, seja por meio de cursos, livros, artigos ou treinamentos corporativos, ajudando seus adeptos a despertar outras destrezas essenciais como criatividade e proatividade”, avalia o dirigente.

Se manter atualizado

Segundo o estudo “Future of Jobs 2020”, realizado pelo Fórum Econômico Mundial, aproximadamente 94% dos líderes entrevistados almejam isso de seus contratados para os ajudar na rotina de trabalho até 2025. Os dados não mentem: estar atualizado e pronto para a requalificação já é e será cada vez mais essencial para se manter ativo.

Nesse sentido, fica claro: adotar uma postura de lifelong learner é uma forma efetiva de alcançar esse objetivo com mais facilidade em um cenário corporativo em constante transformação. Continue acompanhando o nosso blog e as redes sociais, pois publicamos matérias diariamente com a participação de grandes especialistas. Aos finais de semana também indicamos eventos e cursos gratuitos pelo mercado, bem como concursos interessantes para você participar. Conte com o Nube!

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