Atualmente, mais de 17 milhões de brasileiros, com dois ou mais anos de idade, têm algum tipo de deficiência com níveis mais altos de acometimento, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Logo, a acessibilidade é um tema importantíssimo a ser debatido pelas empresas para promoverem melhor o bem-estar do estagiário ao CEO.

Mudança de dentro para fora

Nesse sentido, a pesquisa anual Feex (FIA Employee Experience) busca compreender o quanto as pessoas, com deficiência (PCD) ou não, estão satisfeitas e engajadas com seu trabalho. Bem como, verificar o quanto as entidades oferecem facilidades e acessos para elas.

Segundo o head de design da keeggo, Marcelo Mazzini Coelho Teixeira, a maior parte das companhias encara a tal assunto apenas como uma obrigação legal. “Se levarmos em consideração os dados do recorte feito no público PCD a partir de 2019, as corporações estão perdendo um mercado em potencial, estimado em 80 bilhões por ano, quando deixam de desenvolver aplicativos acessíveis a esse grupo”, comenta.

Além disso, as organizações podem expandir sua base de usuários sendo mais inclusivas. “Faz todo o sentido tentar alcançar esses milhões de usuários adicionais. Além disso, as instituições governamentais estão sendo mais rígidas com a aplicação das leis e regulamentos para o acesso igual a todos. É um caminho sem volta e isso é muito positivo para a sociedade”, afirma o head.

Em lugares onde há ações específicas para isso, os indivíduos apresentam uma percepção mais positiva sobre o tratamento igualitário entre seres humanos: de qualquer idade, raça e orientação sexual. “É extremamente significativo tratar a inclusão por questões morais, mas também pelos benefícios trazidos em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural”, comenta a estudiosa da FIA, Lina Nakata.

O papel da liderança

Sendo assim, o papel da liderança é outro destaque positivo. “Atitudes em relação a isso permitem desenvolver competências na gestão para incluir naturalmente esses talentos no ambiente laboral - dessa forma, eles também poderão ser ‘cabeças’", explica Lina.

Os pequenos negócios se destacam quando o tema é inclusão em posição de chefia: cerca de 11% dos cargos são ocupados por um PCD. Já nos grandes, o maior percentual é de 5% e nos médios, esse número alcança o máximo de 8%.

Para o pesquisador de UX da keeggo, Jefté de Assumpção, ainda há um longo caminho a ser percorrido para a acessibilidade ser uma realidade mais concreta, principalmente quando se trata de tecnologia móvel. “Como uma instituição de consultoria tecnológica, já conseguimos muitos avanços na transformação digital das organizações, mas ainda temos uma grande jornada”, conclui.

Nesse contexto, a adaptação aos novos contextos é fundamental para manter uma marca admirada. Por isso, acabar com as discriminações é uma necessidade humanitária. Independentemente do ambiente, setor, ocupação e etc. Afinal, somos todos seres humanos.

Portanto, quebre barreiras e desenvolva sua mente. Para isso, acompanhe nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e temos opiniões de diferentes especialistas. Assim, você se mantém atualizado e ainda se destaca no universo corporativo. Assista também a matéria do Conexão Ilimitada da TV Nube: a inclusão de pessoas com deficiência no mercado. Conte com o Nube!                                                                             

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