Já não é de hoje a preocupação de companhias e gestores em garantir a alta performance em seus times, rumo a estatísticas cada vez mais positivas. Até mesmo em meio a crise, é possível entregar bons índices, mas, para isso, o respeito às diferenças deve estar presente. Saiba mais!

Visão dos jovens

Para entender como os mais novos enxergam a participação e envolvimento das organizações acerca desse tema, o Nube fez uma pesquisa e perguntou: “as empresas estão preocupadas com diversidade e inclusão?”. Com mais de 25 mil participantes, o resultado obtido é mais positivo, afinal, 61,5% deles afirmaram ser perceptível a preocupação das instituições com esse assunto.

Entretanto, outros 23,7% acreditam na relatividade e disseram “depende da corporação”. Outros 11,5% vêem pouca ou quase nenhuma atuação vinda das entidades.

Cenário atual

Embora a percepção da nova geração seja mais positiva, a realidade mostra-se um tanto quanto diferente. Até porque, segundo um estudo do Instituto Ethos, somente 2% dos colaboradores em 500 companhias do país são pessoas com deficiência, por exemplo. O desnível também atinge as mulheres. Afinal, elas atuam em 13% das colocações e recebem cerca de 30% a menos em relação aos homens e os negros também estão nesse quadro. Apenas 4,6% deles estão em cargos executivos.

Benefícios: aumento na receita

Visto isso, é preciso entender os benefícios e ganhos em tentar reverter a situação, pois, de acordo com a Consultoria McKinsey, há uma relação de grande relevância entre variedade e rendimento financeiro dos empreendimentos. Com uma análise promovida em quase 400 empresas espalhadas entre os EUA, o Reino Unido e a América Latina, foi possível constatar: as equipes com maior número de profissionais tidos como ‘diversos’ podem entregar 35% a mais de desempenho.

Por que se atentar?
Para a consultora de RH, Maria Fernanda, essa é uma tendência impossível de ignorar, principalmente por quem ocupa cargos de gerência. “O mundo mudou expressivamente nas últimas duas décadas e tende a se transformar ainda mais daqui para frente. Nesse sentido, tentar se adaptar aos novos contextos é primordial para se manter como uma marca admirada no mercado”, comenta. A especialista ainda ressalta como os clientes internos e externos valorizam mais as firmas quando se preocupam com questões sociais. Logo, os benefícios podem ir além dos lucros.

Erica Vasconcelos estagia na área de recursos humanos e, em seu time, os perfis são bem distintos. “É muito legal a experiência de ter contato com outras realidades, pois as ideias são variadas e isso ajuda o grupo a ter empatia e pensar de maneira criativa”, comenta.

Desse modo, ficar ligado nesse assunto é primordial. Mantenha-se atualizado com o blog do Nube e conte sempre conosco!

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