O estresse no ambiente de trabalho tem afetado centenas de colaboradores. Esse é um dos sintomas conhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como Síndrome de Burnout. Esse distúrbio é só um dos problemas potencializados, nesse período pandêmico, pelas empresas. É uma realidade desde os CEOs até os estagiários e aprendizes.

Humanização é a palavra-chave

De acordo com a mentora de feminismo e inclusão e especialista em direitos humanos, Mayra Cardozo, as companhias estão sendo reconhecidas e procuradas pelo cuidado com os direitos humanos. “Antes, as entidades tinham um papel mais passivo, em somente respeitar leis, e agora elas têm posturas mais ativas de implementar uma missão de proteção de tais atribuições para construir uma sociedade melhor”, explica.

Para a psicóloga Vanessa Gebrim, um espaço humanizado reúne condições dignas, confortáveis e, na medida do possível, divertidas para aliviar a angústia, inquietação e pressão por resultados. “Personificar é primordial para ajudar a prevenir o adoecimento devido à sobrecarga, assédio moral, metas inatingíveis, cobrança excessiva e clima pesado. Para tanto, funcionários devem ter a possibilidade para se expressar, sugerir melhorias e dar feedbacks”, afirma.

Isso melhora o clima organizacional e reduz o “turnover”. “Bem como contribui para a retenção de talentos, diminui o absenteísmo e presenteísmo - quando o cooperador está na instituição mas é incapaz de desempenhar suas tarefas - e melhora a produtividade e eficiência como um todo”, complementa Vanessa. Ou seja, deve ser uma preocupação das marcas.

Na prática!

Nesse sentido, as especialistas elencaram algumas dicas para suavizar as relações e dar um up na cultura organizacional. Veja:

Comunicação inclusiva - a comunicação é a forma de expressão do ser humano. “Quando ela é abusiva e ignora certas identidades, ela acaba retirando a liberdade dessas pessoas existirem dentro da corporação”, comenta Mayra. Isso é bem complicado, principalmente em tempos de pandemia. Então, procure apostar em treinamentos, workshops, happy hours, entre outras situações para manter o engajamento do time.

Treinamento de funcionários - o colaborador precisa estar alinhado à política empresarial. “Por isso, é necessário prepará-lo e deixar as regras claras sobre práticas discriminatórias inaceitáveis”, diz a especialista em direitos humanos. Logo, quanto mais informação, melhor.

Qualidade de vida - ambiente adequado, atividades físicas, horários flexíveis, datas comemorativas e programas de saúde devem estar no checklist do seu RH. “Afinal, deixar de promover o bem-estar pode prejudicar a qualidade de vida de um contratado. Por isso, além de se atentar ao básico, vale enxergar as necessidades dos indivíduos”, expõe Vanessa.

Além disso, conforme estudo da universidade de Warwick, no Reino Unido, trabalhadores mais felizes e autoconfiantes são 12% mais produtivos. “Para ter um staff satisfeito é preciso investir em um dia-a-dia saudável”, complementa a psicóloga.

Respeitar o horário de descanso - alguns agentes acabam não respeitando os horários e as coisas fogem do controle legal. “A ausência de ferramentas adequadas para essa aferição também é um fator prejudicial, assim como a falta de conhecimento adequado quanto ao assédio moral ou sexual”, continua.

Diversidade - a multiplicidade e inclusão deve vir de top down, respaldada a nível de CEO para baixo, não o contrário. “Organizações brasileiras ainda não perceberam o quanto é importante investir em justiça social, porque hoje o consumidor compra a marca”, conclui Mayra. Contudo, essa é uma luta cada dia mais forte e urgente no meio social e institucional. Um dia chegaremos ao ideal.

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