A comunicação é um dos grandes pilares da evolução humana e certamente tem um papel crucial no desenvolvimento da civilização e sociedade como conhecemos hoje. Por isso, com o home office trazido com a pandemia, muitas pessoas enfrentaram desafios e dificuldades nos relacionamentos diante do isolamento social.

O caos mental

Nesse sentido, são perceptíveis os primeiros sinais de fadiga dos colaboradores nesse modelo. Segundo estudo da Gartner, 93% dos líderes de recursos humanos (RH) relataram estar cada vez mais preocupados com o esgotamento das equipes. Todavia, há a possibilidade de criar um ambiente mais positivo com a ajuda de uma boa estratégia de conexão interna e o uso de ferramentas adequadas.

Para a diretora da Gartner, Alexia Cambon, ao explorar as diferenças entre presencial e híbrido, nossa pesquisa descobriu uma série de recursos nativos da atuação remota causando fadiga. “Isso coloca o bem-estar do funcionário em risco. Além do mais, muitas das táticas empregadas pelas organizações para garantir a produtividade estão, na verdade, exacerbando esses fatores de estresse”, afirma.

O que tem afetado a concentração dos colaboradores?

Assim, alguns fatores-chave são apontados pela consultoria como causas de desgaste, tais como: e-mails, ligações e videoconferências não planejadas, notificações de mensagens no chat corporativo, atualizações ou requisição de reuniões, manchetes de notícias, responsabilidades domésticas e entregas ou correio.

De acordo com o levantamento, altos níveis de virtualização são cognitivamente desgastantes para o funcionário. Nesse contexto, 75% dos gestores concordam com o risco de esgotamento causado pelo aumento de pontos de contato virtuais. “Portanto, o endereço eletrônico, o qual era um dos únicos meios digitais entre empresa e contratado, se tornou um de muitos e isso sobrecarregou a exaustão”, explica a diretora.

Segundo Alexia, a solução não é abandonar as relações on-line, mas adotar uma estratégia interna para não lotar o encarregado, sempre de forma objetiva. “Preferencialmente, em um mesmo canal para concentrar a atenção e o tempo dele”, finaliza.

Educação é essencial

Além disso, muitas vezes as equipes desconhecem os sinais de quando a saúde mental não está bem, por isso, ignoram o desconforto psicológico. “Em algum momento, contudo, o mal-estar se torna insuportável. Ele pode se manifestar por meio do cansaço psicológico, depressão, ansiedade e até mesmo de sintomas físicos, como taquicardia e oscilações de pressão”, analisa a CEO da Vittude, Tatiana Pimenta.

Dessa maneira, é fundamental tratar sobre o tema com o staff. “Investir em palestras com psicólogos, terapia, workshops e atividades internas e materiais impressos sobre educação emocional são algumas iniciativas”, orienta a especialista. Entretanto, o trabalho não pode ficar apenas por conta disso. A empresa deve proporcionar um ambiente corporativo agradável e criar programas de autocuidado.

Os líderes são vistos como espelhos pelo restante dos profissionais - ou, ao menos, deveriam ser. É ideal defini-los assim para os demais. “Portanto, ao cuidarem de si, eles encorajam as equipes a fazerem o mesmo e reforçam a consolidação de uma cultura organizacional positiva”, complementa Tatiana.

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