A tecnologia está tão presente na vida das pessoas e às vezes nem percebemos. A gente se dá conta da importância desse tipo de recurso apenas quando o celular está sem sinal ou quando acaba a luz, nos deixando sem Internet. Nesse cenário, a transformação digital está crescendo, não com o movimento das empresas, mas com o avanço da cibernética na realidade de cada ser humano.

Pessoas são o principal fator

De acordo com Marco Michaluate, CEO da New Value, muitos gestores de marca acreditam nessa mudança de paradigmas como iniciada por meio dos recursos digitais. “Ledo engano. Ela passa primeiro por pessoas, depois pelo entendimento de consumidor e volta a elas, para aí sim pensar na tecnologia”, explica.

Quando falamos de indivíduos, dentro da companhia, o RH é o primeiro e mais importante setor. “Por isso, o marketing está cada dia mais próximo desse nicho para começar o processo de transformação dentro das organizações”. Atualmente, o time de gestão de talentos tem um novo papel mais atrelado aos recursos virtuais e computacionais.

O 4.0 nessa área

Sendo assim, o CEO destaca como o chamado RH 4.0 começa a ganhar força. “Ele se pauta em estratégias de engajamento e satisfação dos colaboradores. A área entende, cada vez mais, como todos querem ser valorizados como seres humanos e não apenas como funcionários”, continua.

Com isso, é preciso aproveitar as ferramentas disruptivas para buscar essa motivação, trazendo, além de bom ambiente, benefícios vistos como oportunidades de negócios. “Não apenas fidelizando, como também estimulando as pessoas. Com profissionais mais engajados, maior é a produtividade”, defende o especialista.

RH como mediador

A união do fator humano com a computação impulsiona as mudanças de paradigmas nos empreendimentos. “Cabe ao RH criar espaços para isso ocorrer, por exemplo, com a integração de times. Todos os departamentos devem estar atentos a isso e o GT tem papel fundamental nessa união”.

Renata Fernandes está na faculdade de gestão empresarial e conta ter um interesse muito grande em administração de quadros de colaboradores. “Eu já estagio nesse ramo e estou amando de verdade a experiência”, comenta. Ela assumiu essa vivência antes da pandemia e, agora, está prestes a ser efetivada.

Hoje, ela conta estar contente em ter superado os desafios da pandemia junto com a organização. “Foi muito legal ter a missão de auxiliar os times a se familiarizarem com esse cenário de hoje”, conta.

O novo modelo de RH e as exigências dos colaboradores

Dessa maneira, é interessante entender como cabe a esse time implantar o pensamento tecnológico na cultura organizacional, estando lado a lado com todas as lideranças. “Por isso, é fundamental não apenas o RH e o Marketing serem os únicos envolvidos nesse processo”, explica Michaluate.

Portanto, quem atua nesse setor deve reforçar a sua responsabilidade de conhecer bem as equipes e contar com elas para vencer os desafios. “Eles inspiram e orientam os funcionários para todos se envolverem profundamente com as mudanças, pois não são poucas”.

A tecnologia e a IA transformam o RH

A evolução do mundo nos últimos 20 anos é superior à vista em todo o século XX. “De iFood a Netflix, de Amazon a Google, essas entidades dominam o mercado em paixão de marca e valores e, nos anos 2000, ou eram minúsculas, ou nem existiam. Essas startups, atualmente, são conglomerados bilionários com a tecnologia e as pessoas a seu favor”, conclui.

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