A transformação digital é uma realidade e veio para ficar. Isso impacta a vida pessoal de milhões e até bilhões de pessoas diariamente. Entretanto, no contexto organizacional, isso não é diferente. Companhias de todos os setores enfrentam mudanças nos processos e até mesmo no meio de se relacionarem com seus públicos por meio dos recursos digitais.

No RH

Evidentemente, as soluções computadorizadas não permanecem presas a setores ou nichos específicos de atuação. Logo, no departamento pessoal e no RH, esse tema se faz presente e o uso de ferramentas para facilitar o cotidiano dos profissionais da área só tem crescido.

De acordo com Carla Alessandra de Figueiredo, gerente executiva de RH da Stefanini Brasil, esse fenômeno vive sua fase mais sólida e ativa, marcando território em muitos segmentos, como na indústria, varejo, finanças, saúde, educação e outros. “Os profissionais de recursos humanos já esboçam suas jornadas nessa mudança. Sua relevância nas corporações extrapola os muros das instituições, por isso, aí está o enorme desafio de engajamento de pessoas”, comenta.

Para o consultor de tecnologia, Mário Andrade, do Rio de Janeiro, essa automação de processos é praticamente inevitável e ganha o empreendimento quando as portas são abertas para essa questão. “Quanto mais cedo os líderes perceberem isso, melhores serão as entregas das equipes, pois, uma vez em contato com novos recursos, ideias inusitadas podem surgir”, explica.

Gestão de pessoas

Ainda segundo a especialista, cabe ao setor de gestão de pessoas cruzar as várias informações de habilidades, competências técnicas e comportamentais, os chamados Hard e Soft Skills, no processo de recrutamento, por exemplo. “Não para por aí: temos atribuição fundamental de acompanhar e medir cada um desses colaboradores em toda a caminhada da empresa, cruzando os dados com os escopos de negócios”, aponta.

Como saber quais as principais tendências na hora de incorporar estratégias de alto impacto e resultados efetivos? “As respostas para impulsionar esse movimento digital estão na adequada aplicação de metodologias ágeis e utilização de muitas tecnologias disponíveis”, explica Carla.

Seguramente, para a gerente executiva, ser ágil não é apenas uma vantagem competitiva de aplicações tecnológicas. “Devemos enxergar melhor como as contratantes estão reagindo rapidamente para se apropriarem de formas inusitadas de transformar e obter retornos reais, seja nas fases de contratações, como também na gerência de seus talentos.

Em muitas entidades, isso se dá de maneira gradativa e praticamente orgânica. “Um dos recursos mais agregadores a ser utilizados são os valores contemplados na metodologia da agilidade, pois ela traz alguns conceitos-chave:
- Maior interação entre indivíduos em relação à conexão com ferramentas e processos;
- Mais softwares em funcionamento, evitando a geração de uma grande quantidade de documentação;
- Parceria com os clientes acima das negociações de contrato”, destaca.

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