A falta de trabalho pode ser ainda mais preocupante quando o cenário é de crise, principalmente quando ocasionada por um surto viral sem data para acabar. Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a taxa de desemprego passou de 11,8%, na semana de 31 de maio a 6 de junho, para 12,4%, entre 7 a 13 de junho. Então, diante dessas transformações, as habilidades necessárias para o mercado também mudaram. Por isso, continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

Foque em dois pontos: inovar e estudar

O futuro ainda é incerto, mas é muito improvável tudo voltar exatamente como antes. Isso vale para todas as esferas: pessoal, profissional e até acadêmica. Logo, já podemos observar a mutação nas culturas e locais de trabalho e, dessa forma, nas aptidões exigidas também pelas empresas.

Segundo uma pesquisa feita pelo Nube com 16.900 participantes, para 34,22% deles, com o fim da pandemia de Covid-19, suas carreiras ainda serão impactadas devido ao aumento da concorrência e das exigências. Ainda, para 26,18% ficará mais difícil conseguir uma vaga na área de formação.

Embora, muitas pessoas não privilegiem o tempo em casa nessa quarentena para aprender mais, os cursos on-line (atualmente, muitos são gratuitos) podem fazer, de fato, a diferença. Em especial, para aqueles em busca de recolocação ou visando começar uma nova caminhada corporativa.

Não olhe só para o futuro, trate do presente

Contudo, antes de pensarmos na retomada, é preciso lidar com os efeitos mentais e emocionais da desocupação. Nesse sentido, a Mayo Clinic, ONG norte-americana focada em pesquisas e desenvolvimento em medicina, elencou algumas dicas para administrar os sentimentos dadas às circunstâncias. Veja:

Aceite seus sentimentos - lembre-se da sua humanidade. Ou seja, você possui um cérebro equipado para detectar ameaças e quando ele se encontra com uma, como pelo desemprego, envia sinais para todo o corpo a fim de coletar os recursos necessários para combatê-la. Isso é conhecido como resposta de luta ou fuga e faz seu pulso e respiração acelerarem e seus músculos tensionarem. Nesse caso, respire profundamente e faça uma pausa por um instante, assim, dê crédito a você mesmo por estar fazendo o melhor possível dada a situação.

Reconheça o seu luto - perder o serviço de forma permanente ou temporária pode levar ao luto e ele tem algumas fases: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Isso pode ser uma experiência como seria se alguém importante tivesse morrido. Então, viva essas emoções como você faria com qualquer outra perda.

Mantenha a perspectiva - as decisões difíceis estão sendo tomadas por todos em diferentes esferas da sociedade. Logo, as turbulências não são exclusivas para você.

Procure recursos - se houver dificuldades em suprir necessidades básicas ou precisar de auxílio para enfrentar a demissão, procure recursos comunitários para assisti-lo. Receber ajuda poderá reduzir o estresse e amenizar algumas preocupações.

Enxergue o melhor nos outros - a pandemia pode aumentar os níveis de ansiedade de muitas pessoas. Isso poderá levar a sensações de pavor, tristeza e desesperança. Essas podem causar reações controversas e estranhas. Então, tente ter empatia, pois os outros estão provavelmente dando o seu melhor para lidar com o caos.

Frise no momento presente - direcione sua atenção nas coisas possíveis de controlar nesse momento, em vez de focar em suas preocupações sobre o futuro. Se sua mente se dispersar para as inquietações e responsabilidades, tente gentilmente guiá-la de volta para sua zona de domínio atual.

Essa confusão gera medo e ansiedade sobre a nossa vida e a dos demais. “Contudo, nos próximos anos conseguiremos detectar como esta limitação foi capaz de dar direcionamentos mais saudáveis para as relações humanas, inclusive, as de trabalho”, analisa a mestre em psicologia positiva, Flora Victória.

Qual empresário passou a vida sem percalços? É o questionamento do consultor da Mesa Corporate Governance, Francisco de Cunto. “A adversidade não deve passar despercebida pelos filhos, por ficar um ano sem esquiar, nem para os netos, por adiarem a viagem para a Disney. Isso faz parte da formação do caráter de uma pessoa, a qual deve estar preparada para enfrentar as realidades da vida”, explica.

O primordial é dar o primeiro passo. Portanto, explore as oportunidades e mantenha-se sempre atento e informado. Para isso, acompanhe nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diários com a participação de grandes especialistas. Vamos nos adaptar a essa nova realidade juntos. Como você tem buscado sua recolocação?

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