Se estruturas hierarquizadas e rígidas já não tinham chances de sobreviver ao dinamismo da digitalização, isso agora é fato consumado. Nos últimos meses, vimos o Brasil inteiro migrar para o formato home office, lojas físicas tendo de se adaptar com a Internet, economia enfraquecida, dentre várias outras mudanças. A vida do brasileiro migrou para o digital.

A sociedade se adaptou
                                                                         
Atualmente, o mundo praticamente inteiro interage apenas pelos meios cibernéticos. Nesse sentido, o fortalecimento das conexões on-line não podem ser ignoradas. Lucio Fragoso é um exemplo de quem teve  de adaptar sua vida. “Eu quase não mexia no celular antes disso começar. Hoje, ele virou ferramenta de trabalho e o único meio de conversar com meus amigos e familiares”.
                                                                         
Ele trabalha como gestor de atendimento em Ribeirão Preto e conta como tem vivido um novo mundo. “Eu era meio antiquado porque resistia bastante ao universo digital, mas essa não é mais uma opção. Já estava ficando cada vez mais difícil ignorar a tecnologia. Com o isolamento, não tive como escapar”, conta.

Como a pandemia mudará o mercado
                                                                         
“Esse momento deixará um importante legado para o mercado”, afirma Raphael Felício, head de design e marketing da Ioasys. As mudanças trazidas pela pandemia geraram um contexto funcionando como um forte selecionador: “empresas as quais já passaram pelo processo de transformação digital estão mais seguras e quem ainda não se atentou a isso vai precisar mudar”, alerta.

As mudanças não podem ser rasas
                                                                         
Essa revolução, segundo o especialista, é abrangente e profunda. “Vai além de simplesmente oferecer canais de comunicação cibernéticos ou disponibilizar conteúdo gratuito na Internet. Ouvimos falar como o brasileiro "acordou" para as lives do Instagram, para o uso de plataformas de videoconferência e por aí vai. Essas soluções são interessantes e válidas. Porém, isso não salvará uma companhia atualmente. Todas, independentemente do porte (e principalmente as grandes), devem parar e avaliar se suas operações e modelos de negócio favorecem uma experiência ágil, intuitiva e valiosa para o cliente final”, explica.

Humanização é crucial
                                                                         
Para isso, o ser humano deve estar no centro dos processos, das operações e do interesse da entidade. “Não se trata de marketing. Trata-se de saber identificar e compreender profundamente as necessidades de seus públicos de relacionamento e criar formas inteligentes de ajudá-los a atender essas demandas de forma rápida e prática. Agora, diante desse contexto atual, todos estão sendo obrigados a fazer isso para manterem sua fonte de receita”, complementa Felício.
                                                                         
Esse tópico é bastante aprofundado e exige o auxílio de profissionais preparados. “O mundo dos negócios já conta com grandes players especializados na transformação digital. Isso se trata de uma necessidade urgente do universo corporativo, afinal, sobrevive quem consegue se adaptar”, conclui.
                                                                         
Entenda como fazer parte da 4ª Revolução Industrial. Como você está vivenciando essa transformação digital?

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