Seja pelos benefícios encontrados dentro das companhias ou por parte dos colaboradores, o home office tem inúmero defensores. No entanto, apesar dos funcionários estarem sendo avaliados pelos resultados apresentados, a barreira cultural, a falta de confiança e a dificuldade da gestão remota, ainda fazem a solução não deslanchar como poderia. Se você é estagiário ou aprendiz e também quer entrar nessa modalidade, fique ligado para não dar furo!

Existem dois aspectos a serem observados como impulsionadores desse modelo. O primeiro é um movimento feito pelas organizações com necessidade de reduzir a infraestrutura e os gastos com as equipes. O outro, é uma demanda do profissional, o qual está em busca de maior qualidade de vida e uma rotina mais flexível.

Independentemente dos motivos, a prática ganha mais adeptos conforme a gestão de trabalhos se torna digitalizada. “Todo empreendimento pode aderir. No entanto, algumas profissões têm maior facilidade para se adaptar”, analisa Felipe Harmel, headhunter da Yoctoo.
 
A carreira em TI é uma das mais versáteis em termos de locação física, pois grande parte da mão de obra é contratada por projetos e, em sua maioria, não depende de outras áreas para desempenhar suas funções. Programadores, desenvolvedores de softwares, criadores de aplicativos, são apenas alguns dos exemplos.

Todavia, nem todos conseguem se adaptar. É preciso ter muita maturidade para gerenciar de maneira responsável o tempo, a automotivação, os resultados e também o marketing pessoal. “Mesmo estando em casa, as entregas continuam e aquela pessoa ainda é parte de um time e de uma estrutura com objetivos empresariais”, explica Harmel.  

Do ponto de vista das corporações, para o método realmente funcionar, é fundamental ter valores e uma missão muito fortes, a ponto de, mesmo à distância, ser possível engajar o grupo na cultura da instituição. Outro fator indispensável é a confiança entre gestor e liderado. “Acreditar e ter certeza da atividades estarem fluindo é um desafio, principalmente para os gerentes mais centralizadores”, ressalta o especialista.

Hoje, na empresa Aktie Now, 40% dos colaboradores atuam remotamente. Para o consultor de implantação, Rafael Rodrigues, o horário é uma das maiores vantagens de se trabalhar na instituição. “A flexibilidade é muito importante, pois é difícil balancear as questões pessoais com as profissionais em períodos fixos. Da forma como é aqui, o talento fica mais focado quando está exercendo suas responsabilidades, pois sabe quando consegue fazê-las de maneira mais produtiva”, disse.

Fernando Casanova mora em Campinas, é Engenheiro de Software Sênior e atua 100% remoto. “Pra mim, esse é um ponto realmente essencial”, enfatiza. Afinal, ele utiliza o período ganho com um trabalho voluntário, ministrando aulas de programação para crianças uma vez por semana. “Gosto muito dessa condição e da confiança da equipe em mim, porque eu administro meu dia de acordo com as minhas necessidades, sem deixar de realizar nenhuma entrega”, completa.

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