Você já pensou na comodidade de exercer suas funções profissionais diretamente de onde mora, ou de coworking? Muitos têm aderido as duas tendências, contudo, qual opção adequa-se melhor ao seu negócio? Tire suas dúvidas nesta matéria e não perca em produtividade.

Otávio Cavalcanti, diretor do Spaces, espaço de trabalho flexível original de Amsterdã, inaugurou sua primeira unidade no Brasil em junho. Para ele, “o número de empresas, startups e empreendedores aderindo ao trabalho remoto é cada vez maior no Brasil”. Pensando nisso, ele listou dicas e fala sobre as vantagens de cada modalidade.

Coworking

1. Dificuldade de concentração: de acordo com 48% dos brasileiros, um dos desafios do home office é a dificuldade para ter foco nas atividades. Um escritório locado, todavia, proporciona equilíbrio entre um espaço agradável e corporativo ao mesmo tempo.

2. Networking: esses lugares têm o potencial de tornarem-se uma comunidade de empresas e empreendedores. Assim, os ambientes compartilhados são uma grande oportunidade para quem deseja firmar novas parcerias com as corporações alocadas em volta.

3. Infraestrutura: 92% dos trabalhadores acham fundamental o acesso à Internet de qualidade para exercer suas funções. Necessidade atendida pela infraestrutura desses locais, pois o empresário não precisa preocupar-se com limpeza, café, manutenção etc.

4. Ruídos domésticos: algumas situações podem perturbar a produtividade, como: o barulho da máquina de lavar, o vizinho ou as seguidas interrupções de vendedores. Logo, escritórios compartilhados dispõem de ambientes profissionais, com a opção de postos de trabalho individuais ou coletivos para atender da melhor forma a demanda.

Para o Virtual Office, no Rio de Janeiro, quem utiliza esse tipo de alternativa ganha, pois “parceiros ou clientes certamente ficam bem impressionados com a localização do negócio, desenvolvimento e inovação”.

Home office

1. Tempo de deslocamento: nas grandes cidades do Brasil, gasta-se pelo menos duas horas por dia para ir e voltar da companhia onde se atua.

2. Maior proximidade com a família: algumas pessoas podem sentir falta de passar um período maior com os entes.

3. Diminuição dos gastos com alimentação: gastamos em média mais de R$ 30 em uma refeição fora de nossa residência. Assim, o benefício, além de evitar restaurantes lotados, o colaborador ainda gera uma economia de mais de R$ 600 por mês.

4. Incentivo à economia local: quando necessitar de algum produto, por exemplo, materiais de escritório, ou serviços de terceiros, como um chaveiro talvez, o funcionário utiliza os fornecedores do bairro onde vive e colabora com o comércio bairrista.

O Nube adotou esse sistema e o rendimento aumentou em 45%. “As faltas diminuíram e a motivação cresceu muito. Certamente, vale a pena pensar em implantar em seu empreendimento”, incentiva Thaís Fernandes, supervisora da área de Filtros do Nube.

E você, qual dos dois prefere?

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