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Como é o ambiente no seu negócio? 

Notícia | 06/09/2023

Rodrigo Barreto

O ambiente de trabalho saudável é um dos pilares fundamentais para o sucesso de qualquer empresa. A saúde e o bem-estar dos colaboradores afetam diretamente a produtividade, a motivação e a qualidade do serviço realizado. Portanto, fomentar e manter um clima positivo é essencial para alcançar um desempenho excepcional e garantir a satisfação de todos os envolvidos, sejam clientes, fornecedores, parceiros, funcionários, estagiários ou aprendizes.

Em primeiro lugar, um local saudável contribui para a redução do estresse e o aumento da felicidade da equipe. Quando os integrantes se sentem confortáveis, respeitados e apoiados em sua corporação, eles têm maior probabilidade de se dedicarem com entusiasmo e comprometimento. Isso cria um ciclo interessante, pois a satisfação resulta em indivíduos mais produtivos.

Além disso, essa prática provoca a interação e a comunicação eficiente entre os membros. Quando todos estão à vontade para expressar suas ideias e opiniões sem medo de represálias, se tornam mais propensos a compartilhar conhecimentos e habilidades, resultando em mais criatividade e inovação. A troca de pensamentos e a cooperação são fundamentais para resolver desafios complexos e impulsionar o crescimento do negócio.

Outro aspecto crucial é o fortalecimento do senso de pertencimento das pessoas. Elas se sentem valorizadas e reconhecidas por suas contribuições. Isso leva a uma maior retenção de talentos, pois são mais propensos a permanecer em uma organização onde se consideram parte importante da engrenagem. Além disso, há também um impacto positivo na saúde de cada um. 

A promoção de hábitos saudáveis, como pausas regulares para descanso, alimentação balanceada e atividade física, ajuda a reduzir os riscos de doenças relacionadas ao trabalho, como estresse, ansiedade e problemas musculoesqueléticos. Isso reduz as taxas de absenteísmo e melhora a entrega geral. No entanto, é essencial a participação da liderança e uma forte cultura corporativa. Os gestores têm o papel de promover uma cultura de respeito, inclusão e apoio mútuo. Isso inclui oferecer treinamentos e incentivar a busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Algumas práticas são fundamentais

 

Para a advogada trabalhista, Natália Viotti, a inovação é crucial para a sobrevivência dos negócios e a realização de sonhos. Ela enfatiza a importância de honrar o propósito para alcançar o sucesso e a felicidade. “Abandonar o medo do julgamento, praticar a empatia e ouvir nossa alma são elementos imprescindíveis. Ao construirmos um novo mundo para os outros, também criamos para nós mesmos”.

Impulsionada por sua paixão por ensinar e ajudar os outros, Natália transformou suas próprias experiências em um estudo aprofundado sobre os elementos essenciais de uma liderança eficiente. Ao enfrentar um diagnóstico tardio de autismo em idade adulta, ela desenvolveu palestras e treinamentos aplicados em várias companhias. Além disso, oferece consultoria jurídica para melhorar o desempenho por meio da inclusão de neurodivergentes e redução de riscos trabalhistas.

A especialista enfatiza a relevância de garantir a segurança emocional dos colaboradores e abordar questões relacionadas à neurodiversidade. Sua abordagem tem trazido efeitos positivos em empreendimentos e escolas, fornecendo insights valiosos sobre como desenvolver executivos e locais positivos. Sua dedicação em criar um futuro consciente e sustentável se reflete na transformação de vidas. “A construção de uma sociedade empática é fundamental, pois o verdadeiro sucesso segue a felicidade, não o contrário. Investir no desenvolvimento e incentivar uma relação estimulante é determinante para alcançar o pleno potencial e deixar um legado significativo”, complementa.

Esse aspecto é determinante para o emocional da equipe

 

A crescente incidência da Síndrome de Burnout é impulsionada por uma intersecção de fatores sociais, econômicos e culturais. Empregos altamente demandantes, conectividade ininterrupta, falta de autonomia e expectativas irrealistas são alguns dos elementos para a persistente exaustão mental, resultando em uma variedade de sintomas físicos.

Muitas vezes, as pessoas confundem o estresse com o Burnout, devido às semelhanças em determinados pontos e alguns efeitos se apresentarem em ambos os casos. No entanto, esses dois conceitos não são sinônimos e possuem características distintas.

 

Estresse: resposta natural do corpo a situações desafiadoras ou exigentes, resultando em reações físicas e mentais diante de estímulos específicos.

 

Burnout: síndrome desenvolvida gradualmente e fortemente associada a fatores organizacionais.

 

Para ter uma noção da prevalência desse problema, segundo dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho- Anamt, aproximadamente 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a doença. Por outro lado, conforme a Organização Mundial de Saúde - OMS, 90% da população mundial enfrenta estresse, sendo o Brasil o segundo país com o maior número de pessoas com esse problema, de acordo com a Associação Internacional do Controle do Estresse - ISMS.

Entretanto, o Burnout, se não tratado, pode acarretar em consequências graves, como distúrbios do sono, ansiedade, depressão e dificuldades nos relacionamentos. “Trata-se de uma condição séria e não deve ser subestimada. É essencial debater a necessidade de mudar a abordagem corporativa diante de casos frequentes da síndrome, pois ela causa consequências grandes”, destaca a head de Psicologia da Orienteme, Renata Tavolaro.

A falta de interesse, dificuldades de concentração e baixa energia afetam a capacidade da pessoa de desempenhar suas tarefas de forma eficiente e sentimentos de fadiga podem resultar em faltas frequentes, atrasos ou aumento do número de licenças médicas. Nesses casos, as relações interpessoais são prejudicadas. O indivíduo pode apresentar mudanças de humor, isolamento social e irritabilidade. Alguns chegam a se distanciar dos colegas, têm dificuldade de se comunicar e enfrentam conflitos.

Por parte das entidades, é preciso repensar culturas de supervalorização do trabalho, tornando-o o foco principal e uma prioridade absoluta na vida dos subordinados. “Nesse tipo de emprego, espera-se a dedicação de uma quantidade excessiva de tempo e energia, muitas vezes ultrapassando os limites aceitáveis. Essas ações trazem consequências negativas em todas as esferas e representam um verdadeiro tiro no pé. No final das contas, o segredo está em estimular o equilíbrio”, finaliza Renata.

 

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