Atualmente, as pessoas buscam um propósito em suas profissões. Apenas um bom salário ou status não é mais o suficiente para conquistar alguém. Para 50% dos desempregados, a aderência do seu perfil à cultura da empresa é um ponto importante ao avaliar uma proposta, de acordo com a pesquisa "Match Perfeito – o que buscam profissionais e recrutadores”, elaborada pela Robert Half. Sendo assim, para atrair e reter os melhores talentos para estagiarem ou trabalharem na sua corporação, é preciso entender deste tema.

A valorização da equipe

Resumidamente, a cultura empresarial é a junção, na prática, da missão, valores e propósito de uma organização. Esses aspectos devem estar claros e serem refletidos no dia a dia de atividades dos colaboradores. No entanto, isso começa muito antes do conceito em si, nascendo na forma como uma equipe é liderada, direcionada e tratada. Os membros percebem a cada tarefa, observando o ambiente, ética nos processos, capacidade de apoio e inovação, entre outros pontos.

Se o time não está satisfeito ou feliz, toda uma cadeia é prejudicada. É fundamental valorizar os integrantes, suas contribuições para o negócio em si e, ainda, a execução das atribuições cotidianas. “ É preciso trazer essa convicção para a prática, para sempre colocar nosso staff em um lugar confortável, saudável e de máximo respeito”, comenta o líder de pessoas na Acer Brasil, Roberto Cabrera.

Nesse sentido, a cultura ‘Customer Centric’, tem o cliente no centro de tudo e auxilia de forma significativa. Essa ideia também envolve o colaborador, pois ele se mostra mais satisfeito por poder atender de forma assertiva às necessidades do consumidor. Ademais, desenvolvem um poder de empatia único, contribuindo para um melhor ambiente organizacional.

Para ser uma grande companhia, não bastam serviços e produtos excelentes, mas uma equipe engajada e feliz, atuando com prazer. “Todo sucesso começa no grupo, no carinho e atenção com ele, fazendo todos se sentirem únicos e necessários. Essa é uma premissa da nossa cultura organizacional, afinal faz parte da nossa história e de quem somos”, destaca Cabrera.

O impacto do medo

Existem três fatores considerados os níveis mais elevados de estresse: perda de um ente querido, de um trabalho ou mudança de cidade. Nos últimos dois anos, essas situações ocorreram em grande escala pelo mundo. Dessa forma, as emoções de todos ficaram afloradas. O limite entre a estabilidade e o pânico foi rompido de uma forma abrupta, levando aos chamados transtornos.

Nossas reservas, tanto físicas quanto emocionais, estão sendo drenadas de uma maneira muito rápida. A saúde, como é definida pela Organização Mundial da Saúde - OMS, é o equilíbrio das as partes do corpo. A ruptura desse laço faz as pessoas adoecerem, podendo acarretar em síndrome do pânico, ansiedade generalizada, depressão e outros.

Com o instinto de sobrevivência acionado, dispara o alarme máximo de uma forma coletiva. As ideias, como uma onda, se propagam além da distância física. Ainda mais em tempos de redes sociais onde tudo é muito próximo e somos impactados de forma imediata. “O medo é um sentimento normal e necessário, tendo a função de nos proteger em várias situações. Cada pessoa tem uma forma de lidar com ele”, explica a psicóloga, Mara Leme Martins.

Quanto mais tempo de exposição a cenários como esse, maior o comprometimento. Mesmo no caso de uma situação pequena, pode desencadear um ciclo muito grande de ansiedade na pessoa, podendo afetar o sono, alimentação e diversas áreas. Com isso, os indivíduos buscam um bem-estar e qualidade de vida. Conseguir desfrutar também da parte pessoal, com familiares, amigos, conhecer coisas e lugares novos se tornou uma prioridade para grande parcela da população.

Quando possível, um grande aliado é a mudança de foco, forçando a atenção se voltar para algo leve. Podendo ser coisas simples como, por exemplo, escutar uma música do seu agrado, ler um livro ou fazer uma caminhada. O objetivo é tirar a energia de um pensamento desagradável e, naturalmente, conseguir relaxar. Contudo, isso deve ser um hábito. Nesse sentido, a alta cúpula da entidade pode aplicar algumas práticas ou criar um local para descontração, como happy hour semanal, área de massagem, jogos, reuniões divertidas e premiações.

Como diminuir o turnover?

Com a pandemia de Covid-19 e o novo cenário global de trabalho remoto, o turnover se tornou algo comum. No entanto, ninguém estava preparado para enfrentar esse movimento. De um lado, as organizações começaram a exigir mais de seus colaboradores. Do outro, o time tentava entregar cada vez mais resultado com receio de serem demitidos.

Além da questão sanitária, houve um caos de adaptação no primeiro momento. Após dois anos, o problema está escancarado: as instituições ainda precisam melhorar o gerenciamento de pessoas a distância. “Não existe um preparo prévio para formar novos líderes, a pessoa simplesmente recebe um ‘parabéns’ e, às vezes, um aumento de salário quando é promovido a gestor. Esse despreparo é o responsável por termos tantos dirigentes angustiados e perdidos”, explica a empresária Juliana Centini.

O efeito dominó é certeiro: altas taxas de demissão, perda de talentos, colegas exaustos, depressão e ansiedade em altos índices. A visão parcial na hora da contratação, ao avaliar apenas o conhecimento e habilidades técnicas é um gatilho importante. “Infelizmente, ainda existe uma resistência muito grande em enxergar o ser humano como o centro da questão, antes do resultado”, ressalta Juliana.

Ou seja, a importância de os líderes entenderem como impactam, positiva ou negativamente, suas equipes, vai muito além de ser considerado um bom profissional para se trabalhar. Para isso, é necessário treinamento para desenvolver as habilidades pertinentes ao cargo. É possível cuidar das pessoas, ensiná-las competências essenciais e, assim, aumentar suas performances. Esses são elementos complementares, não contraditórios.

Portanto, promova esses hábitos em seu negócio e tenha um grupo feliz e motivado. Dessa forma, você estará muito mais próximo do sucesso. Afinal, quando todos são amigos, se respeitam e possuem o mesmo objetivo e vontade de vencer, o caminho fica mais curto. Se você busca estagiários ou aprendizes para te ajudar nessa missão, entre em contato com o Nube. Esperamos por você!

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