Segundo um estudo da Gallup, de cada dez gestores avaliados, nove não estão preparados para a liderança. Ainda na mesma pesquisa, 70% dos profissionais de uma equipe não estão colocando todo seu potencial no trabalho e 50% dos funcionários deixam sua ocupação por conta do chefe. Sendo assim, é vital se preparar e investir no aprendizado de novas competências para estar à frente de uma equipe. Portanto, conheça dicas e se torne um bom líder! 

Descubra algumas dicas para se tornar um líder mais assertivo! 

Consoante à Stephanie Crispino, CEO (Chief Executive Officer) da Tribo, diariamente, alguém com poder de tomar decisões exerce alguns atributos em diferentes perspectivas, tanto no “eu”, nas relações entre os staffs e na companhia, até poder influenciar a comunidade como um todo. Sendo assim, a executiva separou algumas dicas para você conseguir trilhar uma jornada de sucesso. Confira: 

infográfico elencando seis dicas para ser um líder mais assertivo

1) Seja uma liderança hacker

“É importante toda a administração assumir responsabilidades pela evolução cultural da organização, ou seja, ativar os seus princípios por meio de ações diárias e gestos com integrantes da equipe”, afirma Stephanie. Lembre-se: todo obstáculo de negócio é também um desafio para as pessoas, por isso, é vital manter um bom relacionamento entre todos, a fim de trazer evolução aos envolvidos e para a instituição. 

2) Combine segurança psicológica e alta performance:

“Amy Edmondson escreveu o livro ‘A Organização Sem Medo' e dentro de tudo escrito sobre segurança psicológica, provoca a necessidade de combinar este fator com a alta performance, para manter os times na zona de aprendizado e não na de conforto”, comenta a CEO. Para isso, é imprescindível contar com valores como honestidade, transparência e empatia.

3) Olhe para si mesmo, autoconhecimento é chave: 

Surgir situações de conflito ou mal-entendidos é extremamente comum no cotidiano, seja empresarial ou pessoal. Para saber lidar com este tipo de entrave, primeiramente é necessário desenvolver autoconhecimento, compreender como você se comporta e quais atitudes libera diante de determinadas circunstâncias. Transmitir para os outros exatamente os empecilhos relatados dentro de uma discordância é fundamental, afinal, somos afetados, de forma consciente ou não, pelos diálogos com o time. “Permita-se se colocar em posição de vulnerabilidade para mostrar diferentes pontos de vista em uma discussão”, recomenda a especialista. 

3) Lembre-se de outras perspectivas: 

“Ao mesmo tempo, vale ressaltar: nunca existe uma só história ou uma só perspectiva para olharmos as situações e desafios. É muito perigoso nos prendermos a uma única versão dos fatos”, salienta a CEO. Portanto, sempre busque ouvir vários pontos de vista, ao trazer essa angulação mais plural, é possível facilitar a resolução das questões.  

4) Aceite a imperfeição: 

“O convite final é para lembrar o quanto não controlamos nossos sentimentos. Emoções como raiva, medo, tristeza, alegria e nojo - as universais - nos atingem, queiramos ou não. O nosso poder está na forma como escolhemos agir a partir disso”, expõe Stephanie. Aqui, buscar a autoconsciência também faz toda a diferença. Assim, conseguimos observar mais profundamente quais circunstâncias despertam determinadas sensações e aprendemos a geri-las para evitar aspectos negativos na rotina. Enfim, é fundamental analisar como as ondulações fazem parte do processo, pois é impossível a trajetória inteira ser apenas de acertos. 

5) Tenha responsabilidade social:

“Esteja atento aos impactos do seu trabalho e da organização dentro de uma sociedade. Pesquise sobre temas como diversidade, sustentabilidade e meio ambiente, também promova ações, mesmo pequenas, na companhia”. Isso porque espaços diversos e inclusivos oferecem maior riqueza social, cultural e econômica. Dessa forma, é possível pensar em soluções plurais, atingindo públicos distintos e alcançando melhores resultados. 

Você conhece a liderança compassiva? Entenda como ela ajuda a criar líderes mais preparados! 

Conforme Elisangela Lima, diretora global de RH (Recursos Humanos) da The Fini Company, para entendermos sobre a concepção é preciso compreender os sentidos de compaixão e empatia. O primeiro termo diz respeito a colocar o segundo em uma ação, ou seja, é a capacidade de se colocar no lugar do outro. “Por esse motivo e dentro da essência de seu significado, em especial no pós-pandemia, a liderança compassiva tem ganhado notoriedade nas organizações, pois todos queremos, cada vez mais, líderes humanizados”, evidencia. 

É preciso destacar: orientador humanizado não quer dizer “bonzinho”. “Trata-se de um líder promovendo o senso de identidade coletiva e social, e dessa forma, ajudando na criação de redes de suporte, confiança e propósito, além da proteção das pessoas contra o esgotamento”, explica Elisangela. Com isso, é possível promover um ambiente de segurança psicológica, fator essencial para times de alta performance.

“O sucesso, na verdade, está na liderança compassiva com sabedoria. Isso significa se preocupar com a equipe, com o crescimento da companhia e com a entrega de resultados, além de operar com equilíbrio. Também é preciso entender: quando uma ação dura é necessária, a melhor forma de fazê-la é com cuidado genuíno pelos sentimentos e pelo bem-estar das pessoas”, explica a diretora global de RH. Ou seja, o melhor capitão traz frutos positivos em um espaço de confiança, com atenção para o colega. 

O que um líder humanizado precisa ter? Como colocar em prática minha liderança compassiva? 

Para Elisangela, existem diversos ensinamentos nessa trajetória. “Praticar a autocompaixão e agir com transparência e sinceridade são essenciais. Afinal, ocultar críticas não é uma questão de gentileza, mas sim um artifício enganoso e nada efetivo”. Logo, interagir  entre os membros, oferecer feedbacks diretos e assertivos, promover treinamentos diários de atenção plena, propiciar momentos de descontração, como um happy hour semanal, também são pontos diferenciais para proporcionar evolução. 

Para colocar em prática e trabalhar um pouco mais essa concepção em si, existem alguns atributos. “Um líder deve estar aberto a aprender o papel de todos, deve remover quaisquer barreiras de comunicação e interação, agir com base na confiança estabelecida e, claro, ter padrões elevados de ética, excelência e integridade”, ressalta Elisangela. Dessa forma, ele passa a exercer o papel de influência e não de autoridade. 

Por fim, para sempre investir nesses pontos e trabalhar cada vez mais em busca de excelência e qualidade, é imprescindível nunca parar de estudar. Nesse sentido, o Nube é seu aliado! Diariamente, compartilhamos dicas e sugestões de diversos especialistas, portanto, continue acompanhando nosso blog e conheça as redes sociais. Conte conosco para alcançar o sucesso!

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