Uma coisa é certa: a pandemia revolucionou procedimentos e mudou todo o formato tradicional de trabalho. Assim, muitos estudantes, estagiários, aprendizes e efetivos precisaram adaptar seus métodos para continuarem ativos. Como nunca, eles se mostraram fonte de inspiração e a força necessária para manter a empresa operando. Nesse sentido, gerir o capital humano com assertividade é imprescindível. Quer entender mais sobre o assunto? Continue nesta matéria! 

Busque sempre melhorar a experiência do colaborador no seu negócio

Viabilizar todas as funções pela Internet foi o maior desafio para os líderes e demais setores responsáveis. Nesse novo cenário, foi preciso reinventar a forma de se comunicar para manter o mesmo nível de engajamento pré-pandêmico. Para Dilson Alkmim, diretor de produtos da LG lugar de gente, “a capacitação e o desenvolvimento humano tornaram-se ferramentas-chaves para manter o envolvimento, a motivação e a retenção de talentos”. 

Agora, com a vacinação em massa e o mercado de trabalho, o diretor acredita na continuação das estratégias. “O novo leque de possibilidades antecipadas pela necessidade do trabalho remoto se manterá com a volta híbrida aos escritórios ou, até mesmo, com o retorno completo ao presencial”, ressalta. 

Entretanto, a verdadeira missão é promover a melhor experiência do colaborador em todos os pontos de contato com a companhia, independentemente de um local virtual ou físico. Assim, muitos métodos foram adaptados. “Nos próximos anos, devemos assistir à consolidação dessa transformação, com o trabalho home office, presencial ou híbrido sendo intercambiados de forma transparente”, finaliza Alkmim. 

Conte com a ajuda de especialistas para alcançar a felicidade no escritório 

Como visto, a crise sanitária redefiniu completamente os conceitos de cuidados com os funcionários, reforçando o quanto as pessoas devem ser prioridades para as corporações. Uma tática adotada foi o investimento nos Direitos de Felicidade, no intuito de promover o bem-estar da equipe e do ambiente, assim como desenvolver os envolvidos enquanto oferece liberdade. Tudo isso em alinhamento com a missão, valores e cultura interna. 

Uma nova tendência, o CHO (Chief Happiness Officer ou Diretor de Felicidade) veio para agregar no âmbito empresarial. O conceito foi criado em 2003, pela Woohoo Partnership, a qual desenvolveu um sistema para contabilizar a satisfação do trabalhador. Ao passar dos anos, o termo apareceu e, atualmente, ganhou força. 

“Costumo dizer: os indivíduos não são ativos de uma empresa, mas sim a essência. Para estar realizado no trabalho é preciso ter reconhecimento e valorização. Para nós, o empreendimento não é somente os computadores, o escritório bem localizado, uma marca reconhecida, porque nada disso importa se não tivermos pessoas”, afirma Danielli Ramos, CHO da Ativy. 

É essencial levar em conta as particularidades para ser bem sucedido nos planejamentos. “São eles para dar vida aos negócios. Precisa ter comprometimento e empatia, porque não se trata apenas do quanto estão recebendo, mas sim como se sentem. Cada um traz consigo histórias, tem família, sonhos, desejos, independentemente do seu nível hierárquico ou função. É sobre ouvir seus colaboradores”, explica Danielli.

A alegria corporativa vem ganhando espaço. Uma pesquisa, iniciada em 2018 pelo Instituto Feliciência, apontou uma conciliação, há uma relação positiva entre as condições de felicidade de um usuário dentro e fora da instituição. Como seres integrais, existimos em um ciclo. Ou seja, as situações de regozijo vivenciadas na vida pessoal afetam a ocupação e vice-versa. 

Como melhorar o clima organizacional da minha empresa? 

Pensando nisso, separamos algumas dicas para você dedicar-se a tornar o espaço empresarial mais tranquilo, de modo a ser satisfatório para todos. Confira: 

1) Crie um ambiente de confiança:

Quando o assistente se sente seguro e confortável onde labora, certamente terá mais coragem para expor suas opiniões e contribuir com ideias, mesmo não elaboradas com perfeição. A partir do momento no qual ele percebe uma possível poda, a tendência é ter uma participação gradativamente menor. 

No estudo “If You Listen Up, Your Employees Will Step Up”, realizado pelo consultor John Izzo, o resultado corrobora com a afirmação acima, pois 64% dos participantes disseram: seus líderes não levam em conta suas sugestões antes da tomada de decisão e 38% rejeitam antes mesmo de serem exploradas. 

Se as pessoas não falam é porque não se sentem parte do processo, logo, não se motivam para executar seus deveres. Nesse sentido, escutar de forma genuína vai aumentar a confiança e despertar esse sentimento. Envolver os profissionais é uma prática para fortalecer também o fit cultural do empreendimento. 

2) Desenvolva programas de benefícios:

Oferecer benefícios depende muito da realidade de cada instituição. Uma das práticas interessantes é criar um cardápio de vantagens possíveis, no qual os interessados conquistam uma pontuação determinada e só então podem retirar o prêmio equivalente. Assim, o próprio envolvido decidirá qual oferta é a melhor para ele, levando em conta suas particularidades. 

Isso vale para convênio médico e odontológico, descontos em academia, jornada reduzida, auxílio home office, entre muitas outras alternativas. Para implementá-los, é preciso ouvir o time primeiro e entender quais são seus anseios e necessidades. Por meio desse levantamento, é possível também entender quais recomendações estão mais ligadas às estratégias da marca. 

3) Realize pesquisas de clima: 

A pesquisa é um método eficaz para mensurar pontos de melhorias e definir ações efetivas. Os resultados são valiosos e qualquer companhia pode ser considerada um excelente lugar para estar depois desse diagnóstico aprofundado de acordo com a própria realidade. Também possibilita segmentar o público, permitindo uma gestão de pessoas mais inclusiva e direcionada, melhorando aspectos além de atender à grande maioria. 

4) Saiba gerir o employee experience

Como garantir uma boa experiência ao empregado? Esse é considerado o maior desafio de quem procura impulsionar o clima organizacional e ele vem atrelado a prática fundamentais. De acordo com a metodologia GPTW (Great Place to Work), as ações mais relevantes estão conectadas à inspiração, ao falar e ouvir, ao agradecimento e ao desenvolvimento dentro da corporação, valendo para as tarefas e também relacionamentos interpessoais. Sendo assim, entenda melhor: 

- Inspirar: porque seus funcionários se levantam todos os dias para trabalhar? 

- Falar a verdade e escutar com sinceridade: como você se comunica com os indivíduos? 

- Agradecer: os colaboradores desejam ser agradecidos por seu desempenho e isso vai muito além de uma promoção, por exemplo. 

- Desenvolver pessoas: como você contribui para o crescimento de quem está à sua volta?


Por fim, para sempre trabalhar o clima organizacional, de modo a colher melhores resultados, o Nube é seu aliado! Diariamente, compartilhamos dicas e sugestões de especialistas de diversos nichos, para você entender a fundo assuntos com ângulos distintos. Continue acompanhando nosso blog e conheça as redes sociais. Enfim, conte sempre conosco!

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