Se você procura uma força de trabalho realmente engajada e com desempenho máximo, é melhor investir na experiência do seu colaborador. De acordo com o relatório Global Human Capital Trends 2017, da Deloitte, 80% dos líderes acreditam na relevância de uma vivência satisfatória. Contudo, apenas 22% classificam suas estratégias como bem sucedidas nesse aspecto. Portanto, para saber mais e entender como investir nessa retratação de maneira assertiva, leia esta matéria!

Profissionais felizes com seu trabalho são mais produtivos e envolvidos com a cultura corporativa. Logo, estimular esse entusiasmo nutre uma cadeia mais próspera, desde o fornecedor até o consumidor final, melhorando a qualidade do atendimento e do produto entregue. Tendo isso em vista, a responsabilidade deixou de ser apenas do RH, comumente incumbido em melhorar o clima organizacional, e passou a ser de todos, inclusive contando com estratégias advindas do marketing e do TI. 

Segundo o estudo “Repense a experiência do funcionário”, empreendimentos com atenção em ações de Employee Experience (definida como um conjunto de sentimentos psicocognitivos sobre os benefícios experienciais do emprego) têm uma performance 122% maior, em comparação às Standard and Poor’s S&P 500 (índice com os 500 maiores ativos cotados nas bolsas, classificados devido ao seu tamanho de mercado, sua liquidez e representação de grupo industrial). Ou seja, essa marca expressiva nos leva a pensar: porque isso impulsiona tanto o negócio?

Conforme Roberto Yang, consultor da Populos Tecnologia, “um colaborador motivado tende a entregar suas demandas com mais qualidade e em menos tempo, consequentemente impactando nos lucros das companhias”. Isso também é comprovado por Gabriel Dias, assistente de produção e designer gráfico, “quanto melhor eu me sentia, mais eu trabalhava, inclusive fiz horas extras porque eu gostava do meu cargo”. Ou seja, pela ótica do rendimento, é perceptível a importância de contribuir com esse bem-estar. 

Afinal, por que a experiência do colaborador é essencial?

Consoante a um levantamento da Gallup, as entidades com funcionários felizes com suas funções possuem 21% mais proveitos, se comparadas com aquelas não investidoras. Outra pesquisa recente da Alight Solutions, revelou: a chave para atrair talentos excepcionais e construir vantagem competitiva no mercado está no incentivo ao seu capital humano. 

Para medir essa efetividade, foi criado um indicador chamado Employee Experience Index, fruto da parceria entre a IBM e o Workhuman Research Institute. Essa dimensão é mensurada a partir de cinco critérios: 

  • Pertencimento: sentir-se parte do grupo e participar ativamente das atividades da organização.
  • Propósito: compreensão da relevância do próprio trabalho. 
  • Conquistas: sensação de missão cumprida nas tarefas realizadas. 
  • Felicidade: sentimentos prazerosos a partir do cotidiano corporativo.
  • Vigor: a presença de energia, entusiasmo e motivação no dia a dia. 

Em concordância com o consultor, “um especialista desmotivado, por qualquer razão, tende a dar prioridade a outras questões e executar com menos empenho suas atribuições”. Quanto ao home office, principalmente estimulado por causa da pandemia, as métricas de satisfação também mudaram. 

De acordo com um estudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), nesse modelo, o contentamento entre os trabalhadores é de 70%. Yang ressalta: “é importante também dar apoio às questões de conforto pessoal, como acesso a equipamentos necessários para o trabalho remoto, de modo a tornar a rotina de execução mais simples”. Afinal de contas, os recursos em mãos também incidem no desempenho das incumbencias. 

Vantagens de uma experiência positiva para os colaboradores

  • Melhora no desempenho: conforme a última pesquisa do Employee Experience Index, a experiência positiva é capaz de dobrar os esforços da equipe e aumentar significativamente a performance. 
  • Aumento da retenção: com taxas mais altas, diminui a rotatividade do time e fideliza talentos valiosos. Quanto os profissionais se sentem valorizados, é menos provável deixarem a empresa. 
  • Promoção do employer branding: essa questão traduz a reputação da corporação pelo ponto de vista de seus trabalhadores, impactando na imagem da marca perante o mercado e a sociedade. Com uma experiência satisfatória, os cooperadores se tornam verdadeiros embaixadores, promovendo a firma como um excelente lugar para estar e, consequentemente, também para comprar. 
  • Construção de uma cultura organizacional sólida: ao investir nas crenças e valores, é possível harmonizar os propósitos da companhia com a motivação de seus peritos, de modo a criar uma cultura forte e inspiradora. 

Como uma última dica para os gestores, Yang completa: “aumentar a cadência e a assertividade dos feedbacks é primordial.” Desse modo, você consegue entender os acontecimentos internos, pelo ponto de vista dos seus parceiros. 

Comunicação interna é cultura, logo, investir esforços nessa área traz resultados imensuráveis. Inclusive, no Nube, temos um curso gratuito voltado a isso, a arte do Feedback: passo a passo. Assim, você já começa a incentivar seus colaboradores desde agora. Além do mais, postamos conteúdos diários para promover o sucesso profissional da sua empresa. Acompanhe nosso blog e conte sempre conosco!

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