O inglês tem surgido nos últimos anos como um requisito básico no mercado de trabalho. Sem um conhecimento básico é impossível conquistar boas vagas ou galgar postos mais altos nas hierarquias empresariais. O mundo dos negócios, cada vez mais globalizado, coloca o domínio dessa segunda língua como ferramenta fundamental para aumentar vendas e consolidar imagens corporativas.

Cenário

No Brasil a dura realidade de falhas na educação regular apresenta índices precários ao contabilizar as pessoas falantes no idioma: apenas 5% dos brasileiros têm intimidade com a língua e menos de 2% são fluentes, segundo levantamento do British Council.

Conforme outra pesquisa, da ABA English, para 75% dos entrevistados, nos últimos anos, a exigência da língua inglesa aumentou muito nas companhias com vagas disponíveis. Metade deles perderam a chance de uma boa colocação ou uma promoção, por não ter essa destreza requerida.

É preciso ter em mente qual é o seu objetivo real nessa aprendizagem, pois para alcançá-lo não há mágica no processo. “Exige muita dedicação, quase a mesma necessária para se graduar. O caminho pede muita leitura, speaking (em tradução, “falando”) e listening (escutando), todos os dias, se possível. Isso deve estar na agenda, no orçamento e na vontade por pelo menos dois anos, dependendo do grau de conhecimento prévio”, explica o professor e criador da Keep Calm and Learn Good English, Bob Maia.

Quem leciona o dialeto estrangeiro sabe os maiores problemas para o estudo: bloqueios pessoais. Na lista de travas estão velhas desculpas, tais como timidez, medo de errar ao escrever, terror de falar em público, além da mania de perfeição. Estão na lista também - “falta de tempo”, “não gosto de inglês”, “não tenho como investir”.

A falta do inglês traz prejuízos

O músico Rodrigo Spencer tem até gringo na família e esse foi o destino dele, em inúmeras viagens aos EUA. Aos 39 anos, ele realmente lamenta não ter esse domínio, porque sabe das consequências, especialmente nas letras musicais. “Eu leio fluentemente as cifras, mesmo com demarcações e sou capaz de tocar com músicos do mundo inteiro, mas conversar, realmente, eu travo”, confessa.

Além disso, nos passeios, já passou por situações constrangedoras. “Uma vez, fui com meu tio americano a uma lanchonete assistir a um jogo de basquete e muitas vezes brinquei com ele usando palavras em português, pensando na incompreensão da garçonete. Quando eu fui pagar a conta, ela falou em bom e claro português: ‘pois não? Quer mais alguma coisa?’. Uma vergonha!”, ressalta Spencer.

Destrave-se!

Para destravar os alunos, a metodologia de ensino da Keep Calm, criada por Maia, busca ampliar o autoconhecimento em cada um. Temas como inteligência emocional, alfabetização afetiva, desenvolvimento de sistemas de crenças, autoestima e inteligência social, são explorados em classe e no ensino on-line. Nessa lista, entram conteúdos como liderança, organização, entre outros comuns no âmbito corporativo.

Os conteúdos são desenvolvidos pelo sócio da escola, Osvaldo Antonio Pasini Neto. “Usamos técnicas de psicodrama para contextualizar as aulas, testes, observação e muita análise. Exploramos como cada indivíduo pode se ‘destravar’ e aprender melhor. Para os mais visuais, por exemplo, abusamos de vídeos e imagens. Para quem aprende melhor ouvindo, traçamos uma abordagem mais auditiva e assim por diante. Assim, ajudamos o estudante a se conhecer melhor para se despender. É quase uma terapia, vamos conhecendo também qual é o melhor método para cada um”, finaliza o professor.

Todavia, independentemente do método utilizado, o importante é nunca desistir. Com calma e persistência todos nós conseguimos! Acompanhe também o nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e temos opiniões de diferentes especialistas. Dessa forma, você se destaca no universo corporativo. Conte com o Nube!

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