Hoje em dia, as mulheres têm conquistado posições de liderança e relevância nas organizações e mostrando para sociedade seus potenciais. Veja só: segundo o estudo "O Poder da Paridade", feito pela McKinsey Global Institute, as empresas com alta representatividade feminina no comitê executivo apresentam retorno médio sobre capital 47% maior, além de um faturamento 55% superior. Ficou intrigado com os números? Então, continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

Essa igualdade poderia melhorar, inclusive, a economia

Segundo o mesmo levantamento, a igualdade plena de gêneros em escala global poderia dobrar a contribuição das mulheres para o PIB mundial, podendo somar até 28 trilhões de dólares à economia global. No Brasil, de acordo com o Banco Mundial, essa ampla participação no mercado de trabalho resultaria também em um aumento do nosso PIB em 3,3%. Ou seja, um incremento de aproximadamente 383 bilhões de reais no país.

A valorização desse público deve partir do entendimento e do reconhecimento de oferecer uma oportunidade para profissionais com alta performance, poder de entrega e elevada capacidade técnica. “No mercado de engenharia, por exemplo, no qual culturalmente a predominância masculina ainda é muito forte, a Allonda trabalha para a transformação do setor em relação a esse assunto”, explica o CEO da Allonda, Leo Cesar Melo.

Para o dirigente, o respeito à diversidade deve ser um dos pilares para o desenvolvimento sustentável da companhia e fazer parte do DNA organizacional. “Temos aprendido e demonstrado na prática, cada vez mais, o quanto isso tem sido positivo. Um bom exemplo é o time de suprimentos, segmento no qual os homens são grande maioria, mas na Allonda é formado por 64% de colaboradoras. Assim, passamos a ter um ambiente mais inovador e inclusivo”, analisa Melo.

Além disso, como medida efetiva de valorização desse grupo, a instituição também se tornou signatária dos “Princípios de Empoderamento das Mulheres (em inglês, Womens´s Empowerment Principles)”, criado pela Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres - ONU Mulheres - e pelo Pacto Global. Dessa forma, “nosso desejo é pelo maior destaque da força feminina, para assim, o respeito e a diversidade seguirem em constante evolução”, finaliza o CEO.

O povo brasileiro é plural

Nesse sentido, se queremos ter corporações mais próximas da realidade brasileira, precisamos de uma maior pluralidade de perfis nos nossos quadros funcionais. Logo, se a nossa estratégia institucional não dialogar com essa diversidade, certamente nosso cliente ou consumidor final será deixado de fora. Então, qual a melhor maneira de estabelecer esse diálogo? Tendo times diversos, com negros, brancos, indígenas, pessoas “60+”, mulheres, homens, gays, lésbicas, trans, etc. Enfim, a rica variedade existente na nossa sociedade.

Todavia, cabe a todos os indivíduos, principalmente, os funcionários almejarem e garantirem um universo heterogêneo. “Engana-se quem pensa nessa missão como restrita ao Recursos Humanos (RH). Existem, inclusive, inúmeros estudos apontando os benefícios desse processo em diferentes aspectos. Conforme a consultoria americana McKinsey, companhias com mais mulheres em cargos executivos apresentam mais chances de terem lucros acima da média. O ganho pode ser até 33% maior”, expõe o diretor de Acesso ao Mercado e Relações Públicas da Medtronic, Renato Arruda.

Apesar de tantos avanços ainda há muito a se fazer e conquistar. O tema já deveria ser rotina, algo intrínseco ao universo corporativo, mas ainda temos muitos obstáculos a superar. Muitos líderes e empresas, infelizmente, não conseguem perceber a riqueza da multiplicidade e acabam reforçando desigualdades de oportunidades. Um dia chegaremos lá, estamos no caminho, mas ainda precisamos de muitos aliados, energia, tempo e recursos para fortalecer esse movimento”, complementa Arruda.

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