Não é novidade: profissionais saudáveis e em dia com os exercícios físicos esbanjam alta produtividade e baixo índice de doenças. No entanto, embora o Brasil ofereça uma ampla gama de esportes e uma boa infraestrutura de academias, o sedentarismo ameaça os jovens, sendo essa a maior causa de problemas de saúde, segundo revela o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Sabendo disso, o Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios foi atrás de estudantes com idade entre 15 e 26 anos, e perguntou: qual atividade física você mais pratica? Com 32.887 participantes, o estudo apontou dados surpreendentes.
 
Logo na primeira colocação, com 27,73% (9.120 votantes), a alternativa “nenhuma” chamou a atenção. Já dizia Dalai Lama, "os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois gastam dinheiro para recuperá-la". De acordo com o analista de treinamento e seleção do Nube, Lucas Fernandes, deixar de lado os cuidados perante a si pode ser um “tiro no pé” de quem pretende ter fôlego para alavancar a carreira. “A rotina dinâmica leva o trabalhador a se considerar dentro de um ritmo adequado, quando na verdade, o contexto de um escritório oferece rapidez nas ferramentas tecnológicas, mas poucos movimentos quanto ao nosso corpo”, analisa o especialista. Desse modo, “até a condição estática pode causar cansaço, fadiga e desmotivação em uma empresa. O interesse em certas tarefas e a participação como membro da equipe diminuem, pois mesmo os relacionamentos interpessoais podem ser prejudicados”, complementa Fernandes.
 
Na sequência, "Academia (musculação, pilates, yoga etc.)" foi a escolha de 8.111, representando 24,66% e, na terceira posição, "Futebol ou vôlei" contou com 7.544 adesões (22,94%). “Dois comportamentos são comuns entre os jovens: primeiro, se exercitar apenas nas partidas de futebol entre amigos nos finais de semana ou quinzenalmente, como forma de confraternização e lazer. Outro aspecto é a efetivação da matrícula em academias, mas a baixa presença prática. Para os exercícios com o corpo gerarem virtudes na vida pessoal e profissional, é preciso estabelecer foco, uma boa frequência e contar com o apoio e a orientação de especialistas da Educação Física e, claro, da Nutrição. Assim, a boa condição chegará mais rapidamente e em segurança”, destaca o analista do Nube.
 
Em quarto lugar, com 5.113 respondentes (15,55%), ficou a opção “corrida de rua”, considerada por especialistas como uma das maneiras mais simples de manter a mente ativa e os músculos energizados. Essa alternativa apresenta benefícios além daqueles conhecidos por todos. “O próprio fato de acontecer na rua dá aos participantes a oportunidade de se integrarem aos seus bairros, conhecendo a cultura local e alcançando a sensação de pertencimento. Em tempos de tecnologia, viver e respirar ‘ao ar livre’ nos dá uma proximidade maior com as origens do ser humano”.
 
Por fim, “pedalar”, hobbie de 2.228 (6,77%) e a “natação”, preferência de 2,34% dos consultados (711) encerram a pesquisa, na quinta e sexta posição, respectivamente. Pensando na importância de manter o corpo em movimento, Lucas Fernandes conclui seu raciocínio com uma reflexão pertinente ao ritmo da vida no mundo contemporâneo. “As pessoas sempre encontram motivos para não começar uma rotina dotada de bons hábitos. Falam em tempo, dinheiro, local e companhia. No entanto, na maioria das vezes esses motivos podem ser resolvidos com muita facilidade. As Leis de Newton nos ensinam: um objeto parado tende a ficar estático, até receber uma força. Acostumar-se a novos hábitos pode gerar desgaste no início, mas a vitalidade alcançada é imensurável e vai muito além do estético”. Nesse sentido, Fernandes enfatiza: “a dica é começar sendo uma pessoa mais ativa. Não deite se puder sentar e não se sente se tiver condições de ficar em pé. A vida é como andar de bicicleta. Quando existir movimento, o equilíbrio será alcançado mais facilmente”.
 
Serviço: Pesquisa do Núcleo Brasileiro de Estágios mapeia as práticas esportivas preferidas no país, mas revela um perigoso descuido da juventude: o sedentarismo extremo.
Sugestão de fonte: Lucas Fernandes, analista de treinamento e seleção do Nube.

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