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Diversidade é crucial para o sucesso 

Notícia | 12/10/2022

Rodrigo Barreto

Atualmente, a diversidade é um tema bastante discutido e o mundo avançou muito nesse sentido. Entretanto, infelizmente, ainda está bem longe do ideal. Os mais variados tipos de preconceitos estão presentes em todas as esferas da sociedade e, no universo corporativo, não é diferente. Portanto, os líderes devem se manter ligados para melhorar e evoluir nesse aspecto.

Essa questão é fundamental para as empresas

Essas práticas se tornam estratégicas para empresas com o desejo de melhorar a performance das equipes e, consequentemente, dos resultados. Por isso, para muitos executivos, a inovação se cria com pluralidade e não apenas com tecnologia. De acordo com o estudo “Getting to Equal 2019: Creating a Culture that Drives Innovation”, publicado pela Accenture, organizações com essa cultura interna são seis vezes mais criativas. Além disso, segundo levantamento da McKinsey & Company, a mescla de gêneros em cargos de chefia têm 21% mais chance de apresentar números acima da média do mercado. No caso da variedade étnica, esse índice sobe para 33%.

Ou seja, essas ações garantem a sobrevivência dos negócios a longo prazo. “Conhecimentos de pessoas com histórias e vivências diferentes fomentam a criação de produtos e serviços com chances mais altas de sucesso. Nenhuma instituição sobreviverá à transformação digital se não cultivar uma equipe plural. Além de promover oportunidades, é preciso adotar práticas para fomentar esse movimento”, comenta a diretora de desenvolvimento humano e organizacional da NEO, Ana Alice Limongi.

Para isso se tornar uma realidade, as mudanças devem acontecer no topo do organograma, com gestores humanizados. Conforme levantamento do Boston Consulting Group - BCG, essa alteração de pensamento nos cargos mais altos ocasiona em uma receita 19% maior. Logo, não se trata apenas uma métrica a ser buscada, mas sim parte integrante de um negócio bem-sucedido.

Portanto, as iniciativas não devem ser implementadas apenas no momento da contratação. “É preciso acompanhar e capacitar os colaboradores em suas trajetórias, criando possibilidades de ascensão aos postos de chefia. Com pessoas realizadas, em um ambiente inovador e inclusivo, você terá uma equipe com muito mais foco e dedicação, trazendo mais lucratividade. Todos só têm a ganhar com essa dinâmica”, complementa Ana Alice.

A equidade de gênero

Segundo dados da pesquisa “Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil”, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 37,4% dos líderes são mulheres. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, o mundo levará cerca de 136 anos para atingir a equidade de gênero.

Para a CEO da Women Leadership, Isa Quartarolli, as corporações precisam entender a relevância de acelerar esse processo. “Não deve ser uma ação protocolar com o intuito de apenas equiparar estatísticas. É necessário valorizar o nosso potencial, pois podemos causar impactos reais nos negócios com muita ideias, engajamento e representatividade”, desabafa.

O apontamento da empresária condiz com a realidade. Alguns valores precisam ser incorporados e gerar ações em prol desse movimento. Assim, haverá um ambiente propício para o surgimento das melhores soluções dos problemas complexos de um mundo em transformação. Este é o anseio de muitas moças, principalmente aquelas inseridas em áreas dominadas pelos homens.

Para 38% das entrevistadas pela Women Leadership, falta respaldo das organizações para promover esse tema. Ainda, 20,7% das participantes enxergam o investimento em educação corporativa como a principal saída, seguido das discussões construtivas em torno da temática, apontado por 20,5%. Por fim, aproximadamente 20% defendem a necessidade de existirem vagas exclusivamente femininas.

O estudo também revelou um tímido avanço da ocupação das mulheres no departamento de tecnologia das empresas. “Os números mostram a todo o momento o tamanho do trabalho a ser feito. É essencial destinar esforços para, no mínimo, equiparar essa diferença ainda gritante” ressalta Isa. Muitos são os desafios a serem vencidos e, para quem ainda não se consolidou na área, a luta é ainda maior. A ausência de oportunidades é o principal obstáculo para 32,3% e o machismo para 21,9%.

A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Conforme dados da última Relação Anual de Informações Sociais - Rais, as pessoas com deficiência (PcDs) registradas em empregos formais no país representam apenas 1% do total de contratações em regime de Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT. Entre 46.6 milhões de profissionais, apenas 486 mil contam com carteira assinada.

Em paralelo, o número de PcDs e reabilitados desligados atualmente é superior ao de contratações, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - Caged. Portanto, o saldo é negativo para a maioria das atividades econômicas. O cenário tornou- se ainda mais complexo ao longo da pandemia de Covid-19. Nesse contexto, o ideal é promover ambientes inclusivos, igualitários e capazes de reter seus talentos.

Esse panorama deixa claro um problema do mercado de trabalho: apesar de haver movimentação para incluir essa parcela da população nas companhias, elas não estão realmente comprometidas com a inclusão, a capacitação e a projeção de carreira a longo prazo desses indivíduos. Por isso, o estágio se torna fundamental, para dar chance e preparar os jovens para o futuro, aumentando a chance de sucesso e realização.

Segundo o CEO e fundador da Inclui PcD, Guilherme Braga, muitos executivos fazem a contratação apenas pela obrigatoriedade da lei e perdem a possibilidade de agregar valor ao time. "As admissões tornam-se vazias quando não consideram as necessidades do colaborador e contemplam um plano de crescimento real. Assim, não haverá retenção e a equidade nunca será alcançada. Para chegar nesse nível, é essencial desenvolver a cultura organizacional apropriada", explica.

Ele complementa dando alguns conselhos para os empresários. "Os processos seletivos devem ser acessíveis, recursos nesse sentido são fundamentais e deve haver investimento em preparação para o novo profissional, para o grupo e principalmente as lideranças. Esses, devem ser capazes de gerir equipes diversas e de compreender a fundo as necessidades de cada membro".

Portanto, aplique essas práticas e crie o hábito do respeito, igualdade e inclusão no seu negócio. Dessa forma, você ajudará na evolução do Brasil, criando uma sociedade muito mais forte. Se deseja contar com estagiários e aprendizes nessa caminhada, entre em contato com o Nube. Esperamos por você!

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