Assim como em todas as áreas de nossas vidas, a educação está atravessando um momento de transformação. Os modelos híbrido e a distância continuarão sendo tendência e vieram para ficar, mesmo após a pandemia. Além disso, esse período fez as pessoas refletirem bastante sobre diversos assuntos e, agora, outras competências são desejadas. Sendo assim, essas alterações influenciarão diretamente no mercado de estagiários, aprendizes e futuros funcionários pelo país.

A tecnologia em parceria com a educação

Um dos principais desafios para a comunidade é a adoção e implementação de plataformas centralizadas e integradas para facilitar as atividades e estimular os alunos no seu processo, independentemente de ser presencial ou não. Essas novidades devem enriquecer e fortalecer a formação e podem dar aos estudantes, habilidades reais para serem profissionais com ideias inovadoras e sociais como criatividade, alfabetização digital, pensamento crítico e colaboração.

Portanto, as propostas educativas de hoje devem ser autênticas e quase únicas, pois os alunos têm acesso não apenas a informações, mas também especialistas, pesquisadores e tutoriais na Internet, oferecendo ferramentas novas. “Essas plataformas capacitam os jovens a se comunicarem e pensarem de forma criativa, para se formarem com as habilidades digitais e expandir suas oportunidades no futuro”, explica a channel account manager da Adobe, Karollyne Souza.

Não em vão, pesquisas realizadas pelo LinkedIn, em 2021, demonstraram a importância dessas características na carreira, pois o número de colaboradores com elas cresceu 78% nos últimos dois anos. Os novos graduados em diversos cargos e funções ganhavam salários iniciais mais altos (entre 3% e 16%) quando incluíam essas competências em seus perfis, em comparação com quem não as possuía.

Para Karollyne, essa atitude faz toda a diferença. “Adquirir aptidões de comunicação, intelectuais e técnicas por meio de ambientes digitais ajuda a desenvolver sua própria voz, estudar de forma mais eficaz, participar mais plenamente da vida profissional e a melhorar suas possibilidades de atuação, resolvendo problemas de maneira criativa e ao mesmo tempo colaborando com a equipe de forma permanente”, afirma.

Quando falamos em alfabetização tecnológica, pensamos ainda nos diferentes atores envolvidos e seus respectivos papéis. Os professores não apenas ensinam, como aprendem e, por isso, precisam de um clima inspirador e de uma comunidade de apoio. É um estímulo para eles continuarem trabalhando em conjunto e ver a instituição não apenas como um local de trabalho, mas de crescimento.

Ao falar da educação, deve-se pensar também nas áreas administrativas, recursos humanos, recrutamento, comissões acadêmicas e cada pessoa envolvida no processo de gestão. Nesse sentido, tornar as etapas manuais mais automatizadas com o uso de tecnologias beneficia toda a esfera com otimização do tempo e a criação de um clima atrativo e produtivo.

Segundo a executiva da Adobe, isso coloca qualquer instituição na vanguarda do novo modelo educacional e o resultado pode ser visto na eficiência administrativa e na retenção de alunos e colaboradores. “Os futuros profissionais demonstrarão como o novo DNA do ensino cuida de todos e fecha lacunas sociais, econômicas e culturais por meio de espaços interativos e colaborativos”, conclui.

Novas maneiras de ensinar

Muitos estudantes hoje recorrem à web para se prepararem para o Exame Nacional do Ensino Médio, vestibulares, avaliações, entre outros. A aprendizagem remota é a opção para uma grande parte da população devido a fatores como praticidade, comodidade e melhor custo-benefício em relação aos cursinhos presenciais.

Com o auxílio do Instagram e do Youtube, os docentes influenciadores buscam democratizar a educação, com resolução de exercícios e dicas por meio de posts e vídeos. Com conteúdos leves e didáticos, eles conseguem se inserir no dia a dia dos espectadores e ensinar de forma mais natural e prazerosa, inclusive as matérias com as quais não têm tanta afinidade.

Sendo assim, veja alguns exemplos de destaques nas redes sociais:

Professor Ferretto - Matemática: no YouTube, o professor Daniel Ferretto conta com quase três milhões de inscritos e disponibiliza vídeos tirando dúvidas frequentes sobre a “temida” disciplina. No Instagram, há diversas dicas e curiosidades sobre a matemática e outros conteúdos do ensino médio.

Professor Michel - Química: no canal Café com química, o professor Michel Arthaud faz resoluções de questões de vestibulares anteriores e revisões para se preparar para as próximas provas para ingressar na universidade. Em seu Instagram, compartilha curiosidades sobre a disciplina.

Professor Rennó - História, sociologia e filosofia: o influenciador Pedro Rennó traz os conteúdos de maneira descontraída, assim como faz explicações de questões atuais em seu Instagram.

Professor Alencar - Literatura: Alencar Schueroff publica postagens divertidas e esclarece dúvidas dos estudantes em relação às obras da literatura.

Professor Guilherme - Biologia: ensina tudo sobre a disciplina, trazendo explicações rápidas sobre questões da biologia e produzindo conteúdos animados envolvendo a matéria.

Professora Jana - Redação: Jana Rabelo ajuda os alunos a se destacarem nas redações em provas.

O cuidado com o emocional dos alunos

Atualmente as instituições de ensino passaram a contribuir com o desenvolvimento emocional e sócio afetivo dos integrantes. A consciência desse papel tem sido relevante para combater comportamentos negativos, como a intimidação sistemática, mais conhecida como bullying.

De acordo com os dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - Pisa 2018, 29% dos estudantes brasileiros relataram situações desse tipo naquela época. A média da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico- OCDE é de 23% e o cenário pouco receptivo afeta o desempenho desse pessoal.

Para a psicóloga, psicopedagoga e diretora-geral da Escola Canadense de Goiânia, Cida Corrêa, a escola da atualidade precisa estar preparada para a formação do indivíduo em sua integralidade, estimulando tanto o lado cognitivo quanto o emocional. Isso exige a implantação e desenvolvimento de projetos para estimular o cultivo de valores humanos e a aplicação de uma atenção especializada. "Precisamos lidar com sentimentos como amor, raiva, ansiedade, vergonha, frustração, timidez e outros, de uma forma saudável e acolhedora", diz.

De acordo com Cida, nenhuma palavra, atitude ou ato de pequena agressão na escola pode ser negligenciado por qualquer um dos educadores. "Às vezes, nas suas interações, algumas crianças apresentam comportamentos não satisfatórios para a boa convivência, mas ainda assim isso não é tratado como bullying, porque não se trata de uma ação repetitiva", diferencia.

Quando a direção se depara com alguma situação negativa, a primeira conduta deve ser o diálogo. "Reunimos as crianças em um ambiente saudável, organizado, tranquilo e, sobretudo, seguro e com a mediação de um adulto, podendo ser o professor, a coordenadora ou a psicóloga. Nessa conversa, cada um expressa seus pensamentos, reflete suas escolhas, estabelece a relação de causa e consequência e faz a reparação do dano causado, explica.

Portanto, no mundo atual, é preciso praticar esses hábitos com estudantes desde os primeiros anos de idade. Dessa forma, estarão bem preparados quando iniciarem suas carreiras. Caso você busque estagiários e aprendizes capacitados, entre em contato com o Nube!

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