Em 2020 e 2021, o cenário econômico global foi afetado por causa da pandemia - a qual deixou grandes lições para gestores de negócios, bem como para as staffs -, impactando estagiários, aprendizes, efetivos, gestores e empreendedores. Para se ter uma ideia, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB (Produto Interno Bruto) sofreu quedas históricas durante o período, chegando a quase 10% de redução nos índices divulgados. 

Assim, para Gabriel Kessler, CGO do Dialog.ci, as corporações tiveram de enxergar novas possibilidades de crescimento em meio às dificuldades impostas durante o período de crises. “Uma delas foi o fortalecimento da relação empresa-colaborador e da cultura organizacional”. 

Esses dois pontos são, na visão do especialista, extremamente importantes dar esteio a empreendimentos de todos os portes em momentos de instabilidade. “Uma lição foi a valorização da comunicação constante entre os times e gestores de forma remota para evitar ruídos ou desalinhamentos capazes de interferir no desempenho das tarefas”, comenta. 

Abaixo, o CGO lista as lições deixadas pelas experiências passadas. Veja:

  1. Tecnologia e times estruturados têm de ter total foco no cliente e na resolução de possíveis problemas;
  1. Planejamento com opções A, B e C são fundamentais para um bom andamento das corporações nesse momento de readaptação;
  1. Lidar com novas gerações de funcionários requer da liderança entendê-las e, sobretudo, as engajar. O uso de ferramentas cibernéticas e formatos semelhantes com redes sociais são boas alternativas nesse sentido;
  1. Conhecer os liderados significa também gerar e analisar métricas de alcance, absorção e motivação;
  1. Encontrar influenciadores internos é um benefício, pois todas as marcas têm alguns membros do quadro de talentos mais “populares”. Esses indivíduos podem ajudar tanto no processo de diálogo dentro da instituição, quanto estimular outros colegas;
  1. Flexibilização em relação à quantidade de dias para os grupos estarem presentes no escritório. Hoje, o modelo híbrido é bem mais aceito e há ferramentas responsáveis por contribuir para a manutenção da cultura organizacional em pleno funcionamento;
  1. O contratado precisa conhecer diferentes setores e unidades da empresa e incentivá-lo a publicar conteúdos em canais horizontais de conversação interna, descentralizando a função normalmente atribuída a um único departamento;
  1. A admissão de novas pessoas passou por uma implantação de processos realizados de forma remota no recrutamento, no “onboarding” e no engajamento do cotidiano;
  1. Uma preparação adequada na política de trabalho a distância fez toda a diferença para desenvolver planos de contingência no gerenciamento dos grupos atuando de casa;
  1. As mídias sociais corporativas também tornaram possível entregar métricas aos gestores de RH e ter uma visão clara do alcance, absorção e eficácia dos comunicados internos.

Diego Mendes, estudante de ciência da computação, teve como principal aprendizado, desde quando o coronavírus chegou, a importância das ferramentas digitais e eletrônicas no nosso dia a dia. Ele começou a estagiar no início do ano passado e teve vários ganhos para sua carreira. “Tem sido uma jornada única entender a rotina de uma companhia atuando remotamente”, conta. 

Para ele, ainda existem muitos desafios, mas é importante ter otimismo. “Logo voltaremos a viver uma realidade mais positiva, eu acredito muito nisso. Por enquanto, vamos nos adaptando”, conclui. 

O que importa para um profissional do futuro?

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