Uma coisa é fato: o setor de tecnologia da informação (TI) caminha a passos largos, motivando estagiários, aprendizes e CLTs a investirem em competências desse nicho. Desde a chegada da Covid-19, foi um dos mais estimados por conta dos lockdowns ao redor do mundo. Segundo o estudo “Mercado Brasileiro de Software - Panorama e Tendências 2021”, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), apenas em 2020, ano no qual a crise sanitária esteve mais latente, o TI cresceu em 22,9%, elevando o país de posição no ranking

Com isso, a população global percebeu a necessidade e a dependência das inovações, principalmente na esfera profissional. O novo cenário trouxe inúmeras possibilidades, como o regime híbrido. Hoje, as barreiras físicas se tornaram praticamente inexistentes para a realização de tarefas, abrindo precedentes para o compartilhamento de um mesmo ambiente à distância. Por isso, é imprescindível entender até onde a modernidade chegará nas empresas. 

Como ficará o mercado de trabalho em 2022? 

Atualmente, o novo modelo trouxe possibilidades de contratar pessoas do mundo todo. Assim, os colaboradores podem trabalhar de qualquer lugar do mundo. Inclusive, surgiu um termo intitulado anywhere office, para tratar justamente dessa liberdade de contar com o computador para exercer o ofício enquanto faz uma viagem pelo mundo, por exemplo. 

Para João Gabriel Andrade, discente de Comunicação Social pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), existem diversas chances, mas é preciso se atentar a todas elas. “O home office é uma tendência do mundo globalizado, inclusive, foi intensificado durante a pandemia. Há, claro, algumas ocupações onde a maneira presencial é mais eficaz. Contudo, o contato à distância, como as reuniões e chamadas, e a exposição de material em plataformas on-line é um grande diferencial para simplificar e agilizar o trabalho”, afirma. 

De todo modo, a modernidade trará subsídios para criar novas carreiras, nas quais a dimensão digital se tornará essencial. Consoante a Thomas Pedrinelli, responsável pelo conteúdo do Mundo Invest, o tópico mais interessante é o lançamento de novos sistemas por meio do Metaverso. “Trata-se de um projeto ambicioso e traz a proposta de unir o mundo real ao virtual por experiências em realidade aumentada”, revela. 

A origem da ideia é do Facebook, o qual até alterou o nome para Meta, uma das corporações mais bem sucedidas do planeta. “Em paralelo, não podemos deixar de falar das criptomoedas. Desde o início de 2020, o Bitcoin, mãe de todos os cripto ativos, já acumula uma alta de mais de 100%. Isso reflete a adesão cada vez maior das pessoas”, ressalta Pedrinelli.

Ou seja, uma coisa é certa: o futuro é tecnológico, portanto, é melhor já ir se adaptando a essas medidas desde agora. Para o discente de comunicação, “nesse cenário, o Metaverso permite ao usuário estar presente na Internet e não apenas olhando para ela. É o espaço no qual o seu avatar reside, brinca, trabalha, compra e interage com um universo compartilhado via web. Assim, fundamenta os caminhos das novas relações sociais e corporativas”, destaca Andrade. 

Por fim, o Nube é seu aliado para se adequar às novas ferramentas, para não se tornar obsoleto diante delas. Diariamente postamos conteúdos com as atualidades empresariais, bem como dicas e sugestões para você alcançar o sucesso profissional. Inclusive, com opiniões de diversos especialistas, visando aumentar ainda mais seu repertório cultural. Lembre-se: conte sempre conosco para trilhar um caminho de excelência!

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