Uma das etapas do desenvolvimento do ser humano é a morte, muito presente em nosso cotidiano, como na rotina dos profissionais da área da saúde, por exemplo, onde se faz necessário lidar com esse fenômeno biológico em suas atividades. Pensando nos aspectos psicossociais desse ciclo natural da existência, o Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios realizou uma pesquisa entre 8 e 19 de dezembro, com a seguinte questão: “Como você vê a morte?”. O resultado foi surpreendente e revelou maturidade dos jovens com relação ao futuro.

 Foram 7.865 participantes, com faixa etária entre 15 e 26 anos. Dentre as opções disponíveis, o resultado evidenciou a ampla reflexão da maioria sobre esse polêmico assunto: 55,07% escolheram “Com naturalidade, pois todos iremos morrer”. Já na sequência, 29,21% optaram por “Não pensar nisso e viver cada dia intensamente”. A analista de treinamento do Nube, Rafaela Gonçalves, justifica a indefinição geral da sociedade diante do tema, pelo medo do desconhecido. “Somos vulneráveis quando não sabemos exatamente o conteúdo ou o desfecho de algo. Tememos o impossível de se definir”.

Nas posições seguintes, surgiram as alternativas “Eu tenho muito medo de morrer sem realizar meus sonhos” (12,68%) e “Como o fim de tudo, por isso, fujo dela” (3,05%). Segundo a especialista do Nube, quando um indivíduo cria mistérios e tabus com relação ao futuro após a vida, desenvolvem-se naturalmente pontos de interrogação. “Algumas pessoas buscam na religiosidade, um conforto para conviver com incógnitas. Já outras, ao imaginarem o assunto, criam preocupações nem sempre tranquilas de lidar”. Entretanto, Rafaela indica cuidado ao permitirem uma presença excessiva da “morte” nos pensamentos. “Se um adolescente, adulto ou idoso inclui algo intangível nos seus problemas do cotidiano, acaba por não viver o hoje e se desgasta por completo. O ideal é um acompanhamento psicológico quando as dúvidas sobre o ‘pós-vida’ ultrapassarem os limites saudáveis”.

O fato é: independentemente de como a saúde avança, o decorrer da vida nos reserva o cumprimento das fases consideradas naturais pela biologia. “Nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer”. “Enquanto não há modificações genéticas capazes de garantir a eternidade, o mais indicado é aproveitarmos ao máximo a passagem pela Terra, pois ela é uma só, e fazermos o nosso melhor em cada um de nossos dias”, aconselha Rafaela. Ano novo, vida nova. Eis uma época para

Serviço: Pesquisa do Nube revela a visão da morte para a juventude
Sugestão de fonte: Rafaela Gonçalves, analista de treinamento do Nube.

Sobre o Nube
Desde 1998 no mercado, o Nube oferece vagas de estágio e aprendizagem em todo o país. Possui mais de 6.800 mil empresas clientes, 13,5 mil instituições de ensino conveniadas no Brasil e já colocou mais de 550 mil pessoas no mercado de trabalho. Também administra toda a parte legal e realiza o acompanhamento do estagiário e aprendiz por meio de relatórios de atividades.

Anualmente, são realizadas 10 milhões de ligações, enviados 3 milhões de SMS e encaminhados 700 mil candidatos. O banco de dados conta com 3,6 milhões de jovens cadastrados e todos podem concorrer às milhares de oportunidades oferecidas mensalmente.

Para facilitar a vida dos cadastrados, foi desenvolvido um aplicativo noFacebook para publicação das vagas. O Nube também está presente nas principais redes sociais Twitter, Google+, Linkedin, Foursquare e Youtube. Com a TV Nube, oferece conteúdos voltados à empregabilidade, dicas de processos seletivos, currículos, formação profissional, entre outros. O cadastro é gratuito e pode ser feito no site www.nube.com.br.

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