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Qual usabilidade você costuma destinar às mídias sociais? Cada vez mais intrínsecas ao cotidiano, a presença delas já é maioria na sociedade. De acordo com o relatório Digital 2023, publicado pela We Are Social e Hootsuite, o número de usuários de redes no mundo atingiu a marca de 4,76 bilhões, em 2023. Isso é, 60,4% da população global – um aumento de 10,5% em relação ao último ano. Ou seja, vive-se no período da conectividade. Porém, os números – sozinhos – não indicam a aplicabilidade da ferramenta. A exploração do virtual precisa ser posta na condição de dúvida. Até qual ponto os users são capazes de gerar vínculos? Como o universo empresarial é abarcado nesse oceano de trocas informacionais? Veja, neste Minuto Carreira, algumas dicas e respostas para o tema proposto! 

 

Proliferação das mídias

Muito antes do isolamento social, em decorrência da pandemia, o contemporâneo já havia se transformado em digital. A primeira rede acadêmica brasileira de Internet foi implementada em 1992. Três anos mais tarde, em maio de 1995, abriram de vez os servidores comerciais. Próxima à data, era criada – nos Estados Unidos – a rede social “Classmates.com”, a vanguarda da espécie. Apesar da idade, o intuito sempre foi o mesmo: conectar pessoas. A partir de então, o produto se expandiu. De lá para cá, foram inaugurados inúmeros exemplares, como o MSN Messenger, em 1999, LinkedIn, em 2003, Facebook e Orkut, em 2004, Twitter, em 2006, WhatsApp, em 2009, Instagram, em 2013, Tiktok, em 2014, e até mesmo o Threads, há poucos meses, em 2023. Todos, a despeito de suas diferenças, com o propósito de interligar indivíduos.

Hoje, no Brasil, o número de cidadãos com acesso a esses aplicativos é de 150 milhões. O valor significa 79,5% de toda a nação. Dentre os softwares mais utilizados, destacam-se o WhatsApp, com 147 milhões de usuários, o Youtube, com 142 milhões, o Instagram, com 113 milhões, o Facebook, com 109 milhões e o TikTok, com 82 milhões. Como similaridade, os apps exercem uma função – majoritariamente – lúdica. Isso é, tirando o WhatsApp, responsável por estender conversas, de cunho pessoal ou institucional, para o teclado, o restante dos itens mencionados são voltados primordialmente ao entretenimento. Ou seja, sem direcionamento organizacional. Para o professor de gestão estratégica de marketing da ESPM, Higor Gonçalves, esse é um dos principais deslizes de quem está no mercado de trabalho.

Quem almeja ampliar a visibilidade dentro do universo dos negócios, não pode se reter à presencialidade. Assim como os modelos de ofício passaram por grandes transformações, a mão de obra também precisa se apressar e acompanhar o ritmo de mudança. Segundo o professor, é preciso ultrapassar a fronteira da recreação – imposta pelas redes – e apostar nelas como uma maneira atualizada de construir uma imagem institucional. Conforme um levantamento realizado pelo próprio LinkedIn, o Brasil é o 4° maior mercado da plataforma no planeta. Isso é, mais de 63 milhões de usuários ativos. Proliferar no meio virtual significa abraçar esse movimento e expandir sua persona empreendedora para dentro desse ecossistema.

 

Uso das redes sociais

Com uma média de duas horas e 30 minutos de uso diário de mídias sociais, o cidadão médio – como visto – raramente se dispõe a utilizar do tempo vago para agregar à labuta. Conforme o relatório Digital 2023, 84% das pessoas preferem aproveitar o tempo na telinha para se conectar aos amigos e familiares. Essa prática, apesar de, à primeira vista, não relacionada ao ambiente empresarial, é a base para uma recomendação de Gonçalves. “O pulo do gato está em seguir personalidades e estabelecimentos relevantes. Não só isso, como em comentar nas suas postagens”, explica. Ou seja, basta direcionar esse mesmo impulso comunicacional ao âmbito das instituições e será possível dar um up na marca pessoal.

O restante da pesquisa revela como os consumidores digitais também sentem-se atraídos em compartilhar informações e opiniões (72%) e, claro, em absorver conteúdo (63%). Em ambos os casos, é factível convertê-los para ações recorrentes ao expediente. Quanto à divulgação de notícias e conhecimentos, é possível transformar a prática em um método de valorizar aprendizados individuais. Dessa maneira, o profissional passa a relatar – publicamente – suas qualificações e reconhecimentos. Além de demonstrar proatividade e engajamento, essa manobra auxilia a abrilhantar o currículo. Já a respeito do segundo ponto, o segredo está no tipo de assunto a ser ingerido. Quem aposta em cursos, aulas e treinamentos, pode – de maneira leve – adicionar camadas ao seu repertório.

Para saber mais sobre a valorização de soft skills no mercado de trabalho, assista em nosso outro Minuto Carreira, da TV Nube. 

 

Dicas do especialista

Perante um cenário agitado, repleto de inovações, é preciso estar atento às tendências e pronto para correr atrás do necessário. Para isso, Gonçalves deixa algumas orientações preciosas a quem pretende se destacar ciberneticamente no contexto dos negócios. Veja abaixo.

Defina a mídia ideal para você: escolha qual a plataforma conversa com seus ideais e objetivos. A partir disso, planeje uma programação condizente e alimente o portal. “Chamo atenção ao Linkedin – por definição a mídia profissional”, pontua o professor.

Construa uma imagem profissional: não basta fazer o cadastro na rede, efetuar o login e deixá-la abandonada. Pelo contrário, deve-se seguir um editorial, ou melhor, uma personalidade. “Por meio do aplicativo escolhido, crie uma persona institucional”, recomenda.

Invista em conteúdo de qualidade: não deixar sua conta na rede social passar fome é apenas o mínimo para adquirir relevância por meio dela. Ou seja, é preciso apostar tempo, criatividade e competência nela. “O objetivo é o perfil digital conseguir traduzir suas qualificações e expressar como se trata do candidato ideal para uma vaga”, finaliza.

 

Por fim, se você chegou até aqui é porque se interessou pela reportagem! Para saber mais das novidades do mercado de trabalho e estar preparado para essa vertente, continue acompanhando os nossos materiais pelo blog e com a TV Nube. Onde toda semana falamos sobre os tópicos em alta. 

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