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Com a pandemia de Covid-19, transformações na rotina e no mundo corporativo já são sentidas. O home office, as reuniões virtuais e os novos fluxos operacionais foram as principais alternativas adotadas. No entanto, diante de um futuro incerto, é necessário questionar quais práticas serão habituais daqui para frente e quais perderão relevância. Nós, da TV Nube, por exemplo, nos adaptamos à nova realidade, fazendo entrevistas de forma remota e virtual. O tema de hoje busca apresentar essa e outras principais mudanças do mercado e como afetarão os colaboradores e as instituições.

Para César Rossi, CEO do grupo BWG, a principal alteração percebida está na relação entre empresa e funcionários: “é uma mudança na mentalidade marcada por colocar as pessoas em primeiro lugar. Por exemplo, várias empresas estão adotando o movimento ‘Não Demita’, pois estão genuinamente preocupadas com seu time.”

Segundo o estudo "Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: humanidade redefinida e os novos negócios", o teletrabalho crescerá 30% no Brasil após a pandemia. “Boa parte das companhias irão aderir ao home office, porém, para isso precisam estimular a autonomia dos colaboradores. Ou seja, as equipes devem ter objetivos bem esclarecidos para executarem o trabalho da melhor forma possível", comenta Rossi.

Para ele, o momento marcado pela intensa utilização da tecnologia, é uma forma de enxergar também o valor de uma gestão humanizada. “Diante do atual cenário, é preciso atender às necessidades dos indivíduos por meio do investimento em comunicação. Para isso, contamos com inovações específicas e um diálogo claro e eficaz”, afirma o especialista.

Postura incentivada pela colaboradora de marketing da Comercial Fitness Brasil, Luciana Walbaum. Para ela, independentemente do uso das ferramentas virtuais, o relacionamento entre equipe ou com os consumidores ainda é o mais importante:“quando você fala com o seu cliente de forma empática, com certeza ele se sentirá mais seguro.”

Liderança

Pensando nesse contexto, o papel das lideranças se torna ainda mais importante. Rossi ressalta: é o momento dos gestores serem verdadeiros mentores. “Perde espaço aquele chefe moldado na cultura de apenas falar quais atividades devem ser feitas. É preciso ajudar as pessoas a se desenvolverem profissionalmente”, comenta.

Criatividade

Para André Paschoal, head de negócios estratégicos no BWG, o momento exige ainda a capacidade de estimular novas perspectivas, tanto de serviços quanto operações. “Primeiro de tudo, devemos focar na cultura organizacional, afinal é o DNA da empresa. A partir desse ponto, buscaremos soluções criativas. Para isso, devemos estimular ainda mais o diálogo, dando transparência das ações e aproximando as lideranças”, menciona.

Para Paschoal, o desafio atual é saber equilibrar a equação entre estresse, ansiedade e produtividade. Dessa forma, pode-se criar um bom ambiente operacional, sem negligenciar o fator humano. “Os resultados precisam ser transparentes. Os feedbacks devem estar isento de viés - de tempo, afinidade e do próprio processo. - O caminho é empoderar os colaboradores para assumirem seu desenvolvimento. Dessa forma, se tornam propulsores da transformação para uma cultura de alta performance.”

Para se manter atualizado das transformações do mercado, dê um play e assista a nova matéria do programa “Conexão Ilimitada” da TV Nube. Fique sempre de olho em nossas reportagens, pois nosso conteúdo é voltado para ajudar sua empresa e o seu desenvolvimento profissional. 

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