Segundo os resultados obtidos, 24% das mulheres dizem que este sentimento é motivado pela ausência de autonomia financeira, 23% pela falta de autonomia sexual e corporal, 22% pela liberdade de pensamento e expressão, 16% pela representatividade nas mídias e 15% devido à falta de conexões sociais.

Outro fato curioso destacado com o estudo foi que existe uma tendência que relaciona a maturidade com a autoaceitação: após os 29 anos, mulheres tornam-se mais seguras. Ao mesmo tempo, segundo pesquisa realizada pelo Nube, pode-se constatar que jovens tendem a apresentar bloqueios quando o assunto é o equilíbrio com o amor próprio. Ou seja, pode-se notar que o autoconhecimento, juntamente com o amadurecimento, auxiliam este processo.

Individualidade

Durante a pandemia, mais do que nunca, foi preciso lidar com a autoestima. O isolamento social, a ansiedade, a insegurança e a incerteza de um final para o cenário causaram grandes impactos para a vida das pessoas

Com isso, cresceu a necessidade de cuidar da mente e do corpo. Segundo levantamento feito pela Associação Brasileira de Psiquiatria, durante os meses de agosto e novembro do último ano, houve um aumento de 82% nos novos casos de transtornos mentais e, consequentemente, a procura por especialistas – desde terapeutas até coachs e consultores – chegou a dobrar.

Moda no pós-pandemia

Para muitas pessoas, é comum pensar na moda algo superficial, sem levar em consideração o estudo, estratégia, criatividade e até mesmo a mensagem que pode ser passada por meio das vestimentas. Muito além de uma forma de expressão, a moda pode ser um pilar para desenvolver a autoestima.

Roupas básicas é a queridinha da vez. Segundo pesquisa realizada pela Consumoteca, essa parece ser a nova tendência inclusive para o pós-pandemia: 45% dos entrevistados afirmam que irão optar pelas roupas básicas no dia a dia.

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