Quem ainda não tiver trabalhado tem de centrar todo o foco na sua Experiência acadêmica. Nesse campo do currículo, fale resumidamente de seu trabalho de conclusão de curso, monitorias realizadas, sua participação em centros acadêmicos e outros projetos de pesquisa ou extensão que você realizou.

Dê destaque àqueles projetos mais relacionados à área em que você quer atuar. Se eles estiverem on-line, acrescente o link. Elencar essas atividades no currículo "passará uma idéia de comprometimento e identificação com o curso de formação e, conseqüentemente, com a vaga em questão", diz Renata Perrone, da assessoria de recursos humanos Ricardo Xavier.

Mas, quem já tiver feito trabalho temporário, durante as férias, por exemplo, e estágios obrigatórios para a conclusão do curso pode, sim, listá-los como Experiência profissional.

Nesse espaço, indique o campo de atuação de cada empresa, as atividades que exerceu e por quanto tempo ficou na organização. Vale também colocar os sites das empresas.

"Falar das características da empresa mostra que você olhou pra o lugar em que essa organização está, que você sabe onde estava inserido no mercado", diz Carmen Alonso, do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios).

No caso do estágio, não é preciso dizer que o trabalho foi um requisito da graduação nem que não houve remuneração. O que importa para o recrutador é que você já teve algum contato com o mundo corporativo.

Para completar, no item Informações ou atividades complementares, você pode listar cursos livres -- de desenho e astronomia, por exemplo --, trabalhos voluntário e viagens internacionais que tenha feito. Isso ajuda a mostrar um pouco mais de sua formação cultural. Treinamentos ou eventos relacionados à área de trabalho também podem entrar nesse campo.

Compartilhe