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Uma equipe diversa faz a diferença  

Notícia | 30/10/2023

Larissa Almeida

A busca pela diversidade nas empresas não é apenas uma tendência do mundo corporativo, mas uma necessidade no cenário global atual. Isso porque a sociedade está em constante mudança e evolução. Logo, as corporações também precisam se adaptar e refletir sobre a multiplicidade ao seu redor e acrescentá-las em seu time, seja de aprendizes, estagiários, efetivos ou líderes. Nesse sentido, a inclusão de pessoas de diferentes origens, culturas, gêneros, idades e habilidades não é só uma responsabilidade social, mas um fator crucial para o sucesso e a relevância das organizações atuais.

No mercado de trabalho, esse cuidado se tornou além de uma tendência 

No intuito de medir o quanto isso é aplicado nas organizações, o próprio Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), fez uma apuração. A partir da pergunta: “as empresas estão preocupadas com diversidade e inclusão?”, a maioria das respostas aponta para a presença dessa ação. Com 25.505 entrevistados, 37,69% diz como isso ainda pode melhorar muito, 27,01% não enxerga esse cuidado em todas companhias, já 23,78% afirma e coloca isso como algo perceptível em vários setores. Ao contrário dessas métricas, 7,36% vê a situação longe do ideal e, apenas, 4,15% põe a condição como não existente. 

Para ilustrar a preocupação com esse aspecto dentro do cenário corporativo, a consultoria e auditoria Deloitte, realizou um levantamento de "Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) nas Organizações 2022”, o qual apontou para uma tendência nessas práticas como fundamental nas estratégias empresariais. Para cerca de 94% das organizações, as políticas adotadas geram benefícios aos negócios e o mesmo índice aponta para o crescimento da inovação. Fora isso, 93% dos entrevistados observaram como o quesito gera valor aos negócios, para 91% aumentam a retenção de profissionais e 90% pontuaram melhorias na qualidade da força de trabalho.

A diversidade e inclusão representa inúmeros aspectos dentro de uma organização

Essa pauta, como o seu próprio termo classifica, representa a multiplicidade social. Logo, a questão aborda inúmeras diferenças presentes em nosso cotidiano. Entre as principais temáticas a serem abordadas e reparadas com pressa, estão: 

Equidade de gênero: por muito tempo e ainda na atualidade, existe uma diferença de participação entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Onde, o público masculino, mesmo em posições de mesmo prestígio, atingiam salários maiores ou alcançavam cargos de liderança em um curto período de tempo. 

Segundo a pesquisa "Panorama das Estratégias de Diversidade no Brasil 2022 e tendências para 2023", da Blend Edu, 51,1% da população brasileira é feminina, mas representam apenas 31,3% dos funcionários das 500 maiores entidades do país. Esse percentual é ainda menor em cargos de alta gestão, pois ocupam somente 20,9% das gerências e 12,7% das diretorias. Ainda, de acordo com a mesma apuração, elas recebem em média 23% a menos quando comparadas com os homens para o mesmo cargo e nível de experiência. 

Inclusão social: outra abordagem de grande relevância são as diferenças sociais, tanto monetárias como geográficas. Afinal, elas podem influenciar diretamente na trajetória de um talento. Esse assunto foi apresentado para o público na Feira de Estágios Nube 2023, com especialistas e fundadores de projetos únicos, os quais contribuem com a formação de jovens periféricos, por exemplo.  Nesse sentido, vale a pena imergir nesse conteúdo novamente e se inteirar sobre medidas necessárias. 

Fim do etarismo: as diferenças geracionais são um quesito impossível de não estar presente em qualquer instituição. No entanto, ainda existe uma dificuldade em oferecer oportunidades para pessoas mais velhas, ou as completamente iniciantes no meio laboral.  Conforme o levantamento feito pela consultoria Hype 50, 39% dos profissionais brasileiros acima de 55 anos se sentem excluídos ou descartados do ambiente corporativo.

Igualdade racial: essa busca ainda acontece, não apenas no segmento laboral, mas nas mais diferentes ações do cotidiano. Porém, nessa vertente, existe sim uma defasagem de funcionários negros no Brasil. Ainda na análise da Blend Edu, 56,2% dos cidadãos do território nacioal se autodeclaram negros, mas apenas 22,5% dos contratdos estão nesse grupo. Esse percentual é ainda menor em altos cargos, com apenas 6,3% dos gerentes e 1,8% dos diretores. 

Representatividade LGBTQIAP+: por muito tempo, a opção sexual dos indivíduos era um motivo de muito constrangimento em inúmeras situações. Hoje, infelizmente, o preconceito ainda existe em nossa sociedade. Contudo, ele não é mais tolerado, principalmente em uma atmosfera onde as pessoas passam a maior parte de seus dias. Logo, mostrar uma abertura para o colaborador ser ele mesmo, deve ser uma obrigação das equipes, líderes e demais componentes do nome. Apesar disso, um estudo realizado pela consultoria EmpregueAí, em 2022, com 1.200 profissionais LGBTQIA+, mostrou como somente 24% deles se sentem totalmente incluídos no ambiente de trabalho.

Sendo assim, para Luana Gabriela, CEO da Tribo, consultoria em desenvolvimento humano e organizacional, a qual apoia a evolução de empresas: “não basta apenas atrair a diversidade, mas sim, sustentar um ambiente organizacional capaz de incluir e manter essa ação presente no dia a dia. Isso significa criar e fortalecer um universo de segurança psicológica para essas minorias”, reforça a especialista.

 

infográfico sobre diversidade e inclusão

 

Priorizar medidas para superar essas problemáticas faz parte de um novo modelo de negócio 

Esse cuidado ajuda a cumprir as conformidades regulatórias e legais e aprimora o investimento e a otimização de ativos. Hoje, o desempenho do lado empresarial, o de aplicação e as questões ESG - Environmental, Social and Governance, estão intrinsecamente ligados. "Existe uma transição do modelo de gestão tradicional para uma Nova Economia. Em suma, ela une uma visão centrada nas pessoas e a responsabilidade do negócio com todo o ecossistema no qual está inserido. Caminhar essa jornada de transição ao lado de especialistas e parceiros estratégicos é vital na diferenciação dos negócios”,finaliza a CEO. 

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