Todo profissional de sucesso, certo dia, iniciou sua carreira. Ninguém abre os olhos e acorda, de uma hora para outra, como um renomado CEO de uma multinacional. As belas histórias contadas nos programas de televisão não existiriam sem um começo. No mundo corporativo, essa largada é, por muitas vezes, o estágio.

 

Trata-se de um dos primeiros passos a serem trilhados por quem pretende crescer no mercado de trabalho. No entanto, nem sempre avançar nessa etapa é tarefa fácil. Não no Brasil. Segundo a última pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Estágios (Abres), finalizada em fevereiro de 2021, existem apenas 900 mil estagiários em atividade no país. Esse número torna-se mais alarmante quando comparado com os 17,2 milhões de jovens e adultos presentes nos níveis médio, técnico e superior. Isso é, somente 5,2% dos estudantes têm a oportunidade de inaugurar suas carreiras por meio do ato educativo escolar supervisionado.

 

Já chegou o momento dessa realidade mudar. Para isso, não cabe, meramente, reclamar aos ventos, dar tapas nas costas e repetir um sonoro “poxa vida”. A posição do estagiário é benéfica e deve ser valorizada entre as companhias. Eles são uma mão de obra muito qualificada, composta por uma maioria de jovens prontos para aprender e ansiosos para demonstrar trabalho. Se existem 17,2 milhões de cidadãos presos em salas de aula com sede para ingressar em um negócio, não perca a sua chance e abra logo sua porta de entrada.

 

Acompanhe, a seguir, cinco motivos para contratar estagiários na sua empresa.

1. Trabalhar com quem quer aprender

Por serem todos estudantes, a aprendizagem é, naturalmente, um dos principais pilares responsáveis por mover esse tipo de relação. “Buscamos alguém com vontade de crescer, disposto a ouvir, a errar, a tentar mais uma vez. É inspirador ver os olhos brilhando ao perceberem suas verdadeiras capacidades”, destaca a gerente de atendimento do Nube, Raquel Richter. Quem entra em um cargo como esse busca, acima de tudo, desenvolvimento técnico.

 

Para a sorte do gestor, é de pleno interesse do ingressante extrair ao máximo suas experiências e afazeres. A necessidade de montar um currículo atua, dessa forma, como combustível para engajar quem entra nessa posição. Portanto, mesmo sem a experiência de um líder, o jovem pode surpreender com sua proatividade.

 

2. Aprender com quem quer trabalhar

 

Se, por um lado, não falta vontade para absorverem o conhecimento transmitido por seus gestores, por outro, apresentam-se dispostos a compartilhar os seus saberes com os mesmos. “Estagiários trazem a realidade de um mercado em constante evolução. Saber entender este insight é um aprendizado notável”, ressalta o diretor geral da Indexsa, Elder Reis.


O perfil de quem entra nessas vagas é – salvo exceções – de pessoas antenadas às novidades mundo afora e em frequente contato com instituições de ensino. Essas qualidades impulsionam o potencial de criatividade e inovação dentro das entidades contratantes. “Os resultados falarão por si só”, endossa Raquel.

 

3. Renovação experiente:

Um dos maiores desafios dentro de uma instituição é implementar uma mentalidade aos seus trabalhadores. Por conta disso, outro significativo diferencial desse tipo de contrato reside no longo prazo. Para lapidar um empregado vindo de outras companhias, é necessário investir alto em capital, tempo e treinamento.

 

Por passarem os dois anos de seu acordo ambientados no local de serviço, esse problema não é vigente entre os mais novos. “Contratar um estagiário com boa performance pode ser muito bom para a empresa. Isso acontece pois já houve um investimento importante em seu treinamento, além dele já conhecer a cultura da organização e suas expectativas”, afirma a gerente sênior de atendimento ao cliente da Thermo Fisher Scientific, Élide Mendonça. 

 

Por conta disso, tanto a curva de evolução, quanto a adaptação com o grupo tende a ser mais rápida quando comparada a de um novo colaborador. “Efetivá-los é a comprovação da boa sinergia entre firma e funcionário”, acrescenta a gestora do Nube.

 

4. Credibilidade no mercado:

De nada basta operar, dentro de seu estabelecimento, uma atividade eficiente e tranquila quando, do lado de fora, o mundo te enxerga com maus olhos. Esse é mais um motivo para empregar ingressantes. “Ter estagiários na sua força de ofício – e investir neles – te torna mais atraente para os talentos do ramo e investe em uma imagem de inovação”, reitera Élide.

 

Comprar essa ideia é revelar sua preocupação, como entidade, em investir, não somente na sua ocupação, como também no futuro e na juventude. “Sem dúvidas, atitudes como essa mostram o quanto se acredita na prosperidade do nosso país, nossa garotada é capacitada e precisa de uma chance”, confirma Raquel.

 

No entanto, ações como essa vão mais adiante do atrelamento de uma imagem positiva à sua corporação. São essas decisões as responsáveis por impactar na vida de cada estudante. Ao apoiá-los, contribui-se com sua formação e experiência empresarial.

 

5. Segurança ao contratar:

Para fora de todas as vantagens práticas levantadas até então, é sempre bom lembrar dos benefícios conferidos pela Lei 11.788/2008. A chamada “Lei de Estágio” presta auxílio ao tornar a admissão de principiantes mais fiscalizada e segura em comparação aos seniores. O 1º artigo define a prática desse modelo de vaga como um “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos”.

 

Pelo fato do aprendiz estar, obrigatoriamente, ligado a uma associação de docência, esse trecho garante ao contratante uma divisão de responsabilidades sobre o aluno. A partir disso, quaisquer relatórios de desempenho contarão com a ajuda da escola, faculdade ou universidade.

 

Ficou surpreso com a quantidade de benefícios? Está animado para ir atrás de quem vai te ajudar a desenvolver cada vez mais o seu empreendimento? Então, não fique parado! Essas vagas são capazes de transformar vidas. Agora é sua vez de mudar junto com elas. Embarque com o Nube nessa próxima jornada!

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