Com a chegada da Covid-19, empresas do mundo todo precisaram adaptar às pressas seus processos. Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), 67,4% dos trabalhadores formais estão atuando de maneira remota. O número representa mais de 20 milhões de profissionais. Nesse meio, está a Geração Z, um dos principais grupos responsáveis por transformar diversas culturas organizacionais. Sendo assim, descubra quais as preferências de quem chega agora no mercado de trabalho e entenda as suas tendências. 

Entenda melhor as novas gerações e as suas relações com os novos modelos de trabalho! 

A crise sanitária mudou a forma como as corporações operam, pois suas metodologias foram adequadas para o teletrabalho, tendo em vista os protocolos de segurança. Após a aplicação do home office, modelo adotado por 85% das instituições conforme dados da Korn Ferry, muita gente percebeu as vantagens de realizar suas atividades no conforto de seu lar. 

Nesse sentido, com a vacinação em massa e a economia se aquecendo novamente, os empreendimentos agora enfrentam obstáculos com o retorno ao escritório. Segundo a Dimep, 70% das entidades ainda não voltaram ao presencial, justamente por conta da adaptação assertiva de seus colaboradores, tendo em vista o aumento da produtividade e qualidade de vida. 

Uma pesquisa da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e pela Fundação Instituto de Administração (FIA), mostrou como a intenção de permanecer operando de casa só cresce, 73% dos entrevistados estão satisfeitos e o índice cresce para 78% quando se considera a intenção de manter essa rotina. Ainda, apenas 14% dos participantes querem trabalhar novamente no departamento. 

Atualmente, os nascidos entre 1995 e 2010 - a conhecida Geração Z - é a maior parcela populacional. No Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o relatório “Millennials - Unravelling the Habits of Generation Y in Brazil”, conduzida pelo Itaú BBA, essa turma conta com 51 milhões de pessoas e representa 24% dos brasileiros. 

Junto desta comunidade, o impacto na cultura organizacional foi ainda maior. Afinal, essa geração acompanhou as mudanças tecnológicas, se ocupar com o virtual era comum e até mesmo parte da rotina. Sendo assim, na hora de procurar uma vaga, os requisitos dos nascidos nesta época também mudaram. Nesse cenário, Tiago Campaz, CEO (Chief Executive Officer) do VExpenses, listou quatro fatores essenciais para quem quer ter um negócio atraente. Confira: 

infográfico listando quatro diferentes fatores que tornam uma vaga de emprego mais atraente

1) Flexibilidade de trabalho:

“Hoje a maioria das pessoas prefere trabalhar em modelo home office ou híbrido, sem ter a obrigatoriedade de ir ao escritório em dias fixos. A opção é possuir um local confortável, leve e descontraído para todos poderem se encontrar quando necessário”, ressalta Campaz. Logo, investir em espaços de coworking pode ser uma boa opção. 

2) Bem-estar financeiro:

No presente, é mais fácil ter em mãos dinheiro virtual se comparado com o físico, afinal, gradativamente os cartões ganham espaço. Nessa realidade, os corporativos também viraram foco. “Cada vez mais empresas, de diversos portes e segmentos, têm aderido à nova forma personalizada de solucionar os problemas com pagamentos de despesas. Eles podem ser usados para transportes, consumo, tudo sem precisar desembolsar do próprio dinheiro, saindo direto da conta”, comenta o CEO. 

Inclusive, esse método apresenta diversos benefícios. “Além de proporcionar maior segurança e tranquilidade para o empreendimento e o colaborador, a nova forma de fazer gestão de despesas também aumenta o bem-estar no ambiente de trabalho, diminui o stress financeiro e, consequentemente, o Burnout”, pontua Campaz. 

3) Equilíbrio entre profissional e pessoal:

Esse tópico pode ser exemplificado como um modelo de gestão do tempo no qual cada cooperador tem sua própria autonomia para modificar quando entra e saí do período laboral. “Tudo isso em busca de conciliar o expediente com seus próprios compromissos, atuando diariamente dentro de uma faixa de horário definida pelo contratante”, exemplifica o especialista. 

4) Liberdade de escolha: 

“Escolher o melhor projeto, aquele com maior afinidade é o sinônimo de liberdade de escolha dentro do trabalho. Não é mais necessário inserir processos engessados, hoje o próprio colaborador pode entender de fato quais pontos combina com a trajetória dele”, destaca Campaz. Ou seja, permitir o poder de decisão por parte do funcionário é um diferencial para ele se sentir mais pertencente à demanda. 

O metaverso está entre as predisposições do mercado de trabalho e a gamificação  pode ser uma boa alternativa para as corporações 

Dentre as predisposições empresariais, o Metaverso ganhou foco. Segundo um levantamento da Gartner, até 2026, 25% das pessoas passarão pelo menos uma hora por dia nessa experiência, seja para trabalho, compras, educação, social ou entretenimento. Concomitante, 30% das marcas já terão produtos e serviços nesse ambiente. Em suma, a concepção visa unir o ambiente real com o virtual, em um cenário totalmente imersivo via Internet. 

Pensando nisso, o Grupo Epic desenvolveu realidades corporativas para os negócios, de modo a proporcionar aos colaboradores um escritório virtual com o intuito de facilitar a comunicação e a realização de atividades entre os times. “Depois de dois anos à distância, sentimos o quanto o rendimento de trabalhos em equipe e a convivência social de nossos colaboradores caiu bastante”, comenta Luiz Guilherme, founder e CCO (Chief Operating Officer) da Epic Metaversos. 

Decidimos então desenvolver um escritório virtual gamificado para resolver essa questão. A ideia deu certo. Ganhamos produtividade, começamos a chamar clientes para reuniões na plataforma e eles se apaixonaram pelo modelo”, salienta o CCO. “São gerações gamificadas, quando motivadas por um ambiente lúdico, tendem a aplicar a mesma eficiência da comunicação quando efetuam em jogos on-line. Como exemplo, o jogo-metaverso "ROBLOX", finaliza. Ou seja, quando é apresentado metas mais divertidas, a tendência dos cooperadores é se sentirem ainda mais engajados. 

Por fim, é vital incluir quem está chegando no mercado de trabalho agora, afinal, esses profissionais podem fazer a diferença, pois são naturalmente mais conectados e  apresentam ideias plurais. Um bom exemplo são os estagiários! Cheios de vontade de colocar em prática os ensinamentos da sala de aula, são comprometidos e inovadores. 

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