É comum pessoas trabalharem anos em uma mesma empresa, mas nunca alcançarem a tão sonhada satisfação profissional. Concorda? Contudo, esse cenário vem mudando nos últimos anos e essa preocupação com a felicidade e motivação no ofício ganhou espaço. Em maioria, os jovens trazem esse novo olhar para as relações laborais. Você, estagiário e aprendiz, o que pensa sobre isso?

O primeiro passo é o autoconhecimento

Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), Alexandre Slivnik, a insatisfação raramente está ligada ao salário. “Muitas pessoas estão contentes com a remuneração atual, mas estão infelizes em suas atuações. Claro, pode ser temporária relacionada ao ambiente ou até mesmo a equipe, então é fundamental aguardar para ter plena certeza antes de tomar uma decisão. Todavia, se esse sentimento persistir, talvez seja necessário mudar os rumos da jornada”, orienta.

Em alguns casos, isso pode ser feito sem abandonar a marca. “Se a infelicidade está relacionada apenas às funções e não ao espaço, pode ser a oportunidade para conversar com os gestores e solicitar uma mudança de cargo. No entanto, se a desmotivação continuar, pode ser o momento de experimentar uma nova instituição”, alerta Slivnik.

Segundo pesquisa do Nube, com mais de 35 mil participantes, para 39,98% esse assunto é o maior objetivo a longo prazo. Já para 29,37%, “conseguir estabilidade financeira” é a maior intenção para o futuro. Sendo assim, para se concluir isso, o primeiro passo é o autoconhecimento.

São processos, portanto, tenha calma!

De acordo com o especialista, esse prazer pode se manifestar após meses ou até mesmo anos em uma mesma atividade. “Eu, por exemplo, odiava falar ao microfone e quando era obrigado a fazê-lo, só desejava o fim o quanto antes. Hoje em dia, meu principal ganha pão, e motivo de grande paixão é a realização de palestras, participações em podcasts e majoritariamente trabalho falando justamente nesses equipamentos. Ou seja, não é simplesmente buscar pela profissão amada o resto da vida, mas sim aprender a gostar dos encargos os quais você já faz bem feito”, pontua.

Quando o desagrado está relacionado ao retorno financeiro, é necessário provar nosso valor, seja se mantendo na companhia ou buscando outro lugar. “É preciso pagar as contas e ter uma vida digna e quando isso não acontece, a falta de motivação aparece. Não se importe com quem não coloca fé em você, afinal o essencial é acreditar em si mesmo. Prove seu valor independentemente de onde está inserido, aumentando as possibilidades de um rendimento melhor”, relata o palestrante.

Para Slivnik, a superação de desafios é fundamental nesse processo. “O funcionário triste normalmente não tem desafios, afinal eles são a chave para despertar o desejo, a vontade e a ambição para realizar tarefas. Quanto maior for esse ‘obstáculo’, maior é a possibilidade de mostrar o seu valor e a sua competência. Isso deixa o seu verdadeiro propósito em evidência, reacendendo oa animação”, finaliza.

A capacitação oferecida pelas empresas potencializa a satisfação dos indivíduos

Nesse sentido, também não há dúvidas de como a capacitação é valiosa para potencializar esse entusiasmo. “Enquanto os indivíduos desenvolvem novas competências para a carreira, as organizações passam a ter profissionais ainda mais preparados em seus postos. Isso está claro para todos”, avalia o CEO e sócio-fundador da Arki1, Marcos Farias.

Contudo, como fazer isso em um cenário no qual qualquer investimento precisa ser certeiro e garantir o máximo retorno rapidamente? “Trata-se de uma pergunta difícil, mas cuja resposta é bem mais simples e passa pela adoção de instruções com experts nas soluções desejadas”, continua o dirigente.

Para ele, essa é uma necessidade estratégica e não pode ser ignorada, mas muitas instituições ainda enfrentam apertos. Conforme estudo realizado pelo ManpowerGroup, divulgado no Fórum Econômico Mundial de 2020, 54% das entidades em todo o mundo admitiram dificuldades com a falta de capacitação de recursos humanos.

Como estão funcionando os treinamentos agora?

Tais treinamentos ganharam uma nova versão a partir da pandemia. “A grande maioria, antes realizada presencialmente, migrou para o on-line. Assim, ficou mais fácil realizar essa qualificação ao encurtar distâncias, reduzir custos e engajar um número maior de contratados. Além disso, há o componente do trabalho remoto com as medidas de restrição, possibilitando a busca por novas formas de se manterem atualizados”, ressalta o CEO.

Em um primeiro momento, os profissionais costumam buscar sozinhos o seu aperfeiçoamento. Nesse sentido, as alternativas virtuais atraíram interessados por conta da flexibilidade. Inclusive, o Nube tem EADs gratuitos no site e também indica diversos cursos remotos, todos os finais de semana. Essa modalidade, certamente, conquistou seu espaço e é uma tendência para ficar.

No entanto, como alguém que passou o dia inteiro em uma jornada dupla consegue aprender e render dessa forma? “Logo, uma saída mais eficiente e interessante para melhorar essa habilitação por meio de empresas especializadas. Afinal, elas conseguem potencializar as aptidões necessárias com a utilização da tecnologia”, sugere Farias.

Seguir por conta própria exige o conhecimento de todos os atalhos – transformando essa jornada em algo bem mais difícil e desafiador. Concorda? “Em contrapartida, quando conduzida por instrutores, há maior comprometimento e engajamento entre os participantes, aumentando a qualidade das entregas e a produtividade”, complementa o sócio-fundador da Arki1.

Portanto, segundo ele, trata-se de um caminho sem volta para os talentos e as corporações. “A tendência é o home office continuar no futuro, pois todos perceberam como as atividades remotas podem muitas vezes funcionar tão bem quanto as presenciais. Sendo assim, apresentam diversos benefícios como o entrosamento da equipe – envolvendo o alinhamento de todos com os desafios e as tendências pela frente”, conclui.

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