Muito tem se falado sobre as adaptações e revoluções tecnológicas nos últimos anos. A chegada da pandemia obrigou as empresas a expandirem a sua presença digital ou, até mesmo, iniciarem essa prática. Consequentemente, o perfil e o pensamento da população também mudaram. Dessa forma, os empresários devem estar ligados para terem consciência dos principais desejos dos funcionários e estagiários a partir de agora.

A chegada do Metaverso

Nos últimos anos, o Metaverso vem sendo trabalhado por corporações de videogame. Ou seja, a nova geração está, de certa forma, já imersa nesse cenário. Com a Covid-19, as companhias tiveram a oportunidade de aderir ao home office e identificaram rapidamente os benefícios do novo formato, como: diminuição de custo (aluguel, estrutura, deslocamento), aumento de tempo (fora do trânsito), ganho de flexibilidade, qualidade de vida morar onde quiser) e a possibilidade de contratar talentos de qualquer lugar.

Porém, com o tempo, novos desafios foram detectados, como a diminuição na interação social, problemas de integração e até no comportamento dos colaboradores. Além disso, houve uma ampliação no sentimento de não pertencimento, interferindo diretamente na motivação, engajamento e até na produtividade. “Uma pessoa contratada a distância pode ter dificuldade de entrosamento com os demais colegas”, destaca o CEO da Tunad, Cesar Sponchiado.

Todo mundo, em algum momento, pode vir a passar por isso. Segundo estudo publicado pela Mckinsey, intitulado "Great Attrition or Great Attraction? The choice is yours", não se sentir inserido no ambiente é um dos principais motivos para um pedido de demissão. “Quando falamos da Geração Z, esse problema tende a crescer, assim como a dificuldade na retenção do indivíduo e criação de vínculos", ressalta Sponchiado.

Por contribuir para o alcance de uma comunicação eficiente e integração, o desenvolvimento de ambientes 3D imersivos de realidade virtual (VR) ganha ainda mais força. É o chamado “figital”, ou seja, a união dos atributos do físico com os aspectos digitais. Por isso, algumas agências já têm feito esse movimento.

Segundo Bill Gates, em três anos, as reuniões serão apenas no Metaverso. Já Mark Zuckerberg, prevê até o final da década, por conta de custos e infraestrutura digital. Paralelo a isso, grandes companhias, como a Apple e a Microsoft, têm se agitado. Porém, a tecnologia precisa ser evoluída.

Existe também uma limitação no acesso a Internet banda larga de qualidade, impossibilitando a utilização do recurso com a qualidade esperada. Por isso, essa ação deve ser realizada primeiramente pelo setor privado. Dessa forma, a sua popularização acontecerá a longo prazo. Quem implementar essa modernidade ganhará vantagem competitiva, seja no seu mercado de atuação ou como atrativo profissional. Organizações vistas como inovadoras terão destaque para conquistar os melhores candidatos.

O conceito de trabalho distribuído

Como o próprio nome já especifica, consiste em um modelo com equipes e colaboradores em lugares diferentes. Nesse conceito, não importa onde o membro se encontra, mas sim a entrega feita e se ela atende às expectativas do desafio acordado com o gestor. Ou seja, algumas pessoas estarão na sede do escritório, enquanto outras trabalharão em coworkings, em casa, viajando, entre outros.

Para a instituição, é possível fazer admissões sem se preocupar com a geografia. O preparo da corporação é preciso, não apenas para oferecer infraestrutura para o acesso remoto, mas para incentivar a integração dos times. “O trabalho distribuído só funciona quando todos estão engajados e, para isso, alguns passos são necessários. Entre eles a comunicação”, explica a gerente da Pier, Cauhana Pinheiro.

Alguns preferem ir até a sede com certa frequência, outros são nômades digitais e sua agenda profissional não interfere na sua vontade de ir e vir. Trabalham no “anywhere office”, de onde estiverem. Outra característica relevante é: cada um atua no momento preferido, no qual renda melhor. Sendo assim, a chance de uma entrega de qualidade fica bem maior.

Nesse modelo, a produtividade não depende, unicamente, de estar em um local determinado por oito horas consecutivas ou mesmo em começar a realizar as atividades logo cedo pela manhã. Quem está em outro país, por exemplo, enfrenta a diferença de fuso horário. Assim, a escolha é individual. Uma pessoa pode preferir realizar atividades físicas quando acorda, levar os filhos na escola e, só depois, começar seu expediente. Esse equilíbrio entre a carreira e a vida pessoal traz grandes frutos.

O primeiro passo para isso é a informação transparente, consistente e regular. Sendo assim, é preciso comunicar suas estratégias, metas e resultados. Também é fundamental incentivar os relacionamentos internos com happy hours, conversas descontraídas e outras iniciativas para estreitar os laços.

As carreiras em alta

Entender a vontade dos jovens prestes a ingressar no Ensino Superior, é ter respostas sobre o futuro da nossa sociedade. Especialmente em 2022, esse cenário tem ainda mais relevância, pois os últimos dois anos tiveram muitos obstáculos. Não à toa, o Fórum Econômico Mundial previu uma série de profissões emergentes nesse futuro pós-pandêmico. Entre as mais interessantes, estão: diretor de trabalho remoto, auditor de algoritmo e gerente de equipe homem-máquina.

Essas funções vão de encontro às também novas formações e têm despertado grande interesse dos alunos, como explica a orientadora de carreiras e universidades da Escola St Nicholas, Ai-Lien Vasconcelos. “Em geral os estudantes gostam de cursos populares como Administração, Relações Internacionais, Direito, Engenharia, Economia, Ciências da Computação e Psicologia. Contudo, notamos recentemente uma procura pelas áreas de Inteligência Artificial, Ciência de Dados, Saúde Global, Sustentabilidade e Marketing Digital”.

A orientadora ressalta ainda como a crise trouxe novas preocupações para os adolescentes. Indo de encontro ao relatório do Fórum Econômico Mundial, Ai-Lien percebe uma mudança nos desejos dessa garotada. “Não necessariamente eles optam por carreiras mais estáveis, mas sim pelas oportunidades. As faculdades ainda estão tentando alcançar essa demanda”.

Diante disso, a busca por universidades onde estuda-se uma área por determinado tempo e, após alguns anos, decide sua especialização, tem aumentado. No entanto, essa opção de ensino não existe ainda no Brasil e é mais comum em países como Estados Unidos e Canadá, justamente os destinos mais comuns. “Isso se deve ao fato da educação interdisciplinar, colocando o discente como agente do seu aprendizado”.

Dessa forma, é fundamental estar atualizado com as novidades do seu segmento e não ser deixado para trás. Aplique a modernidade em seus processos e conquiste os melhores candidatos para seu negócio. Se quer contar com estagiários e aprendizes para qualificar o seu grupo, entre em contato com o Nube. Esperamos por você!

Seja nosso seguidor no Twitter (@nubevagas) e veja notícias diárias de ações, vagas de estágio e aprendizagem, palestras e muito mais. Assista nossos vídeos de dicas no YouTube e participe da nossa página no Facebook. Agora estamos também no Instagram , Tiktok e no Linkedin. Esperamos você em nossas redes sociais!

O Nube também oferece cursos on-line voltados para a qualificação profissional de estagiários e aprendizes. Basta acessar o link www.nube.com.br/ead. Todos os serviços para o estudante são gratuitos. Já instalou nosso aplicativo "Nube Vagas" em seu celular? Com ele você será notificado a cada nova oportunidade. Disponível na Apple Store e Play Store.

Compartilhe