Com o avanço das transformações no mercado e nas relações corporativas, cada vez mais as empresas estão com a necessidade de profissionais com aptidões específicas. Frente a aceleração da tecnologia, tais habilidades têm girado em torno disso. Sendo assim, estudantes, estagiários e aprendizes, coloquem essa prioridade no radar!

As expectativas do mercado

De acordo com pesquisa da Qlik®, pouco mais de um em cada cinco colaboradores vê seu empregador o preparando para um ambiente de trabalho mais automatizado e orientado a conhecimentos (21%). Isso vem acontecendo apesar da maioria dos líderes preverem uma reviravolta nesse cenário devido à rápida adoção da inteligência artificial (IA). Assim, conforme as organizações sofrem essas alterações, afetam-se os requisitos de maestrias e oportunidades.

Em vista disso, tal estudo estima a “alfabetização de dados” – definida como a capacidade de ler, trabalhar, analisar e se comunicar com base em informações – como a competência mais procurada até 2030. Ao todo, para 85% dos executivos isso se tornará tão vital no futuro quanto é hoje a destreza de usar um computador.

O potencial analítico será e tem sido muito valorizado na tomada de decisões, só no ano passado essa atividade dobrou. A prática se tornará ainda mais colaborativa com ferramentas inteligentes, ajudando os times a fazer melhores escolhas (84%) e serem mais produtivos (83%).

Nesse sentido, presume-se a contratação de Chiefs Automation Officer nos próximos três anos, subindo para mais de 99% na próxima década. No entanto, o investimento não para por aí: serão estagiários, aprendizes, técnicos, entre outras funções. Ou seja, a carreira na área de inovação e high tech é promissora e uma ótima aposta. Esse saber ajudará quem já está atuando a permanecer relevante e os aspirantes a ingressarem com o “pé direito”.

Por outro lado, os talentos precisam entender como a IA modificará a forma como eles desempenham seus papéis. “O mais importante é ajudá-los a desenvolver um know-how o qual lhes permitam agregar valor ao resultado desses algoritmos inteligentes. Essa alfabetização será fundamental para estender a cooperação no ambiente laboral para além do engajamento humano-humano, assim, os contratados aumentarão o engenho da máquina com criatividade e pensamento crítico”, diz o vice-presidente de inovação e design da Qlik, Elif Tutuk.

A pró-atividade na busca do conhecimento

Três características tornam os avanços atuais únicos e de interesse universal: o alcance, velocidade e a profundidade do impacto. Enquanto os nichos evoluem de forma acelerada e o prêmio oferecido em troca de uma capacitação específica é cada vez maior. As universidades também começam a perceber essa urgência por valências técnicas, as quais, em algumas, nem sequer ainda existem professores para ensinar.

Assim, o movimento começa a ser o inverso: o sujeito vai em busca de cursos para gerar um futuro próspero na carreira. “Além da especialização para ser incluída no currículo e despertar a atenção dos recrutadores, os jovens passaram a procurar por uma educação baseada em questões específicas, orientada pelo mundo corporativo”, avalia o CEO e fundador da Elleve, André Dratovsky.

Apesar de serem consideradas críticas para o sucesso das entidades, apenas 11% dos entrevistados do levantamento da Qlik® se sentem totalmente confortáveis com o seu nível de compreensão. A responsabilidade é do indivíduo em preparar-se consoante a essas tendências. Mais de três quartos (78%) dos trabalhadores estão investindo seu próprio tempo e dinheiro (64%) para preencher a lacuna.

Todavia, as organizações estão ampliando os treinamentos, principalmente, para quem já opera (58%), como analistas e cientistas de dados. “Aplicações na digitalização continuarão conforme avançarmos para um modelo mais inteligente e automatizado. A aposta em plataformas inovadoras revela uma grande e crescente lacuna no conhecimento em meio às equipes. Logo, para se tornar uma marca na qual os internos usam regularmente bases e diagnósticos para tomar caminhos melhores, os dirigentes precisam fazer designar recursos para a requalificação dos contratados”, afirma o chefe global de alfabetização de dados da Qlik, Paul Barth.

Os profissionais capacitados tornam-se protagonistas

Um espaço mais automatizado e com base em informes cria uma grande chance. Todos os líderes pesquisados ofereceriam uma remuneração mais alta para candidatos com tais qualificações. Em média, eles estariam dispostos a oferecer um crescimento de 26% no retorno financeiro. Essa expectativa estende-se também aos estagiários, afinal, os cursos desse ramo já estão em 9º e 10º lugar no ranking nacional de bolsa-auxílio e em ascensão.

Outro detalhe significativo: quando focados nos segmentos mais pulsantes, os especialistas possuem o poder de escolha para selecionar a corporação a qual melhor responde e se enquadre ao seu perfil, com os mesmos valores, visão de futuro, princípios, propósitos, além de buscarem locais com um DNA digital forte e uma cultura voltada para gente.

Sendo assim, cada vez mais, os profissionais “ganham” os papéis dos contratantes e tornam-se os protagonistas dos processos seletivos e oportunidades. Segundo levantamento do Nube com mais de 11 mil participantes, 69,35% priorizam a possibilidade de aprendizagem e desenvolvimento profissional ao ponderar uma possibilidade de atuar em tal instituição. Já 15,47%, preferem um ambiente capaz de proporcionar satisfação e realização pessoal; 8,14%, uma boa imagem e reputação no mercado; 5,03%, investir em inovação e novas tecnologias; e 2,02%, uma chance de rápida promoção para ocupar um cargo de liderança.

Nesse sentido, o conceito de employee experience (EX, experiência do funcionário) é bem semelhante ao famoso customer experience (CX, focada no cliente). Contudo, a EX busca desenvolver ações de promoção do bem-estar e o crescimento do time. Como consequência, há uma melhora gradativa do clima organizacional, fortalecimento da cultura, staff mais engajado e produtivo, além da redução da rotatividade e reforço na atração e retenção de talentos. Ou seja, o retorno é bem positivo.

Apesar de serem tratados em áreas diferentes, elas se convergem quando falamos de constituição de marca. Tudo deve começar de dentro para fora. Afinal, o grupo é o porta-voz da marca e a faz continuar existindo. Então, antes mesmo de começar a implementar novas iniciativas, é fundamental ouvi-lo e mapear suas necessidades e fragilidades.

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