Com a pandemia, todas as áreas de nossas vidas sofreram alterações para se adaptar ao novo cenário. No entanto, algumas delas foram positivas e permanecerão daqui em diante. Dentro das empresas não foi diferente. A rotina agora será outra e gestores, funcionários e estagiários têm outras preocupações, necessidades e prioridades.

Agenda ESG

Depois da COP 26, realizada em 2021, a agenda ESG (Environmental, Social and Governance) nas corporações passou a ser ainda mais discutida em todo o planeta. De acordo com estudo da Bloomberg, o montante mundial de investimento ligado a essas práticas em 2020 chegou a 38 trilhões de dólares e, em 2025, a previsão é de alcançar 53 trilhões de dólares, representando um terço dos ativos.

No entanto, essa dedicação para as questões ambientais, sociais e de governança ainda não são consideradas de extrema importância nas companhias. Segundo pesquisa do Instituto FSB, 79% das organizações brasileiras consideram esses assuntos relevantes e os incluem nas estratégias de negócios. Contudo, a porcentagem caiu para 31% quando se transformaram em metas e, ainda, para somente 15,5% quando se fala em Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Além disso, somente 3% delas atrelam a remuneração dos executivos a tudo isso. “Diante desse resultado e por observação direta, considero o discurso longe da prática”, diz a professora da Certificação em ESG na pós-graduação da FAE Business School, Claudia Machado. Para ela, isso não está diretamente relacionado às metas. “Um grande caminho já foi percorrido, mas há muito mais para ser feito ainda”, analisa.

Conforme levantamento da consultoria PwC, com 78 das 81 participantes do Ibovespa, 31% não adotam propósitos nesse sentido. Por outro lado, foi apontado como positivo o fato de 85% delas apresentarem informações para o público. Segundo o relatório, “o desafio é tornar esses dados críveis, comparáveis e verificáveis”.

"Environmental" envolve, por exemplo, as responsabilidades das instituições com resíduos sólidos e desmatamentos. Faz diferença, então, se usa recursos naturais ou se reduz a emissão de carbono na atmosfera. “Social” significa compromissos com as pessoas envolvidas no seu empreendimento, desde investidores e clientes até a comunidade do entorno, entre outros. Por fim, “Governance” destaca a forma como as entidades são lideradas e a sua transparência (auditorias, políticas anticorrupção, direitos trabalhistas, etc.).

Em relação ao número de colaboradores trabalhando por essas causas, Claudia considera baixo. “A quantidade é infinitamente menor, comparando com o potencial. Se cada gestor adotar estratégias e tiver um membro para isso em seu quadro, há um universo enorme de vagas a serem preenchidas no mercado. Uma gigantesca demanda latente”, observa.

Esse integrante é responsável por ajudar o local a se tornar cidadão e zelar pelos negócios em conjunto com esses aspectos. “As faculdades e universidades têm um papel fundamental de preparar os estudantes para trabalharem com os desafios da área. Por meio de metodologias ativas, privilegiando a prática dos conceitos estudados,focam na construção das habilidades desse jovem”, comenta a professora.

O bem-estar da equipe

O bem-estar é um dos pilares para uma vida saudável. Entretanto, se antes esse tema era visto apenas como uma responsabilidade pessoal e não gerava a devida preocupação nos empresários, hoje o cenário mudou. Segundo uma pesquisa da Willis Towers Watson, de 2015 para 2021, houve um acréscimo de 33% no interesse corporativo em implantar ações de saúde na rotina de seu time.

De acordo com o CEO da HSPW, Nestor Sequeiros, as novas tecnologias ajudam a elaborar planos para melhorar e promover o clima no local de trabalho. “Uma maneira é identificar os gatilhos causadores de estresse, esgotamento e problemas de foco e de produtividade e propor soluções viáveis para aprimorar o desempenho individual, a resiliência, a saúde mental e física”.

Segundo Sequeiros, nem sempre as lideranças conseguem criar sozinhas um ambiente saudável. “Com a modernidade, são fornecidos conteúdos personalizados e recomendações de acordo com a necessidade de cada usuário e seus familiares, promovendo um estilo de vida melhor. Isso reflete diretamente nos resultados organizacionais”, afirma.

Portanto, é fundamental ficar de olho nas atualizações do mercado e como os demais estão atuando. Dessa forma, você estará sempre por dentro das tendências e não será ultrapassado pela concorrência. Se deseja contar com estagiários e aprendizes para caminharem ao seu lado nessa missão, entre em contato com o Nube. Esperamos por você!

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