A cada dia mais, as prioridades das pessoas vêm mudando, inclusive, a respeito do amanhã no trabalho. Nesse sentido, o Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios fez um estudo, entre 27 de dezembro e 14 de janeiro, com a participação de 35.617 jovens entre 15 e 29 anos, perguntando: “qual é sua maior preocupação com relação ao futuro?”. Como resultado, encontramos o valor da felicidade e realização na profissão, além da estabilidade financeira.

Com 39,98% (ou 14.239) dos votos, a satisfação no ofício é o maior objetivo a longo prazo. Para a analista de treinamento do Nube, Gisele Mendes, um dos temas mais discutidos hoje em dia no mercado é a qualidade de vida. “Quando gostamos e nos sentimos realizados com as nossas tarefas, a energia empregada é mais prazerosa, permitindo o cumprimento das mesmas com mais entusiasmo e evitando o estresse do cotidiano”, explica.

Então, para quem está nessa busca, a especialista sugere: o primeiro passo é o autoconhecimento. “Saber seus pontos fortes é o melhor jeito para escolher os caminhos a serem seguidos. Após reconhecê-los, liste as carreiras as quais mais se identifica e estude sobre cada uma delas. Não desista pelas dificuldades, tenha atitude, crie metas, seja curioso e aprenda com os mais experientes, essa troca será de grande valia para alcançar seus alvos”, descreve.

A questão financeira

Já para 29,37% (10.460), “conseguir estabilidade financeira” é a maior intenção. “Se o teu brilho nos olhos vier da remuneração, não há nenhum problema em visar isso. Contudo, caso tenha outros fatores incentivadores, como a socialização, pertencimento, valorização, entre outros, é importante não abdicar desses aspectos. Afinal, o serviço pode te trazer bem estar, mas prejudicar sua saúde física e mental”, alerta Gisele.

Sobretudo, a dica é sempre ir além. “Manter-se atualizado às últimas novidades e nunca deixar de estudar. Ademais, é fundamental a compreensão do mundo e relacionamento com outros setores ligados diretamente ou indiretamente ao seu”, complementa a analista.

Lifelong learning

Ainda, 12,41% (4.421) pretendem finalizar o curso e ter um currículo atrativo. Esse ponto é realmente essencial, pois contribui para o maior valor pessoal e profissional. “O conhecimento é a base para qualquer cargo, com isso, dificilmente a estrutura não será sólida. Entretanto, o aprendizado faz parte da jornada corporativa eterna, ou seja, o lifelong learning deve estar presente”, continua a especialista do Nube.

Para ela, vivemos em uma época na qual a capacitação é extremamente urgente para entrar ou permanecer no universo laboral perdurando de modo competitivo. “Quanto mais qualificados formos, mais nos destacamos diante dos concorrentes, facilitando o ingresso no mercado de trabalho”, diz Gisele.

Outros 9,78% (3.483) querem seguir nesse sentido: serem antagonistas a ponto de não faltar oportunidades e 8,46% (3.014) não desejam ser vítimas do desemprego. “Essa convicção é algo bom, mas sem excessos. A 'disputa' fará o indivíduo não se acomodar e buscar inovações, porém se for em demasia, o mesmo poderá perder a ética profissional e o espírito de cooperação”, finaliza a analista de treinamento.

Fonte: Gisele Mendes, analista de treinamento do Nube
Serviço: Segundo pesquisa, maior preocupação em relação ao futuro é ser feliz e realizado na carreira                                                                                                                                                                                 

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