Com a pandemia, o Brasil passou por um “boom” de aberturas de pequenos negócios e do surgimento de trabalhadores autônomos, na tentativa de contornar a crise econômica instaurada no país. Só no segundo semestre de 2021, o número de micro e pequenas empresas cresceu mais de 20% em relação ao ano de 2020 e ultrapassou a casa dos 18 milhões de iniciativas privadas em funcionamento. Caso seja bem executado, esse movimento pode ser interessante para se ter mais vagas de estágios pelo território nacional.

Contudo, neste setor da economia, nem tudo são flores. Com um mercado cada vez mais competitivo e superlotado, cerca de 500 mil empreendedores perderam seus estabelecimentos ao longo do ano passado. Dentre muitos outros fatores para motivar esse fenômeno, a falta de um business plan consolidado ganha destaque.

O empreendedorismo no futuro

infográfico 18-03-22

Um plano de negócio corresponde a uma espécie de mapa para reunir várias características importantes a se considerar antes de tirar uma empresa do papel. Com ele, fica mais fácil identificar aspectos essenciais como: quem são seus concorrentes, quais são as melhores estratégias para lidar com eles e os possíveis ganhos e perdas da corporação. Isso exige estudo e experiência, mas alguns pontos padronizados podem contribuir para a realização desta tarefa por MEIs, pequenos e médios empresários.

A inclusão de uma lista de assuntos tratados ao longo do processo é fundamental, tanto para dar início à organização quanto para o pós, quando pode servir de fonte para investidores interessados na companhia. Essa análise permite compreender a dinâmica do nicho de atuação e deve ser realizada com frequência para estar alinhada às tendências do segmento. “O mobile marketing é um dos principais fatores de crescimento do varejo digital”, afirma o diretor financeiro da Adaction, Bruno Niro.

Esse tipo de estudo pode ser realizado de acordo com dezenas de metodologias analíticas como SWOT, Matriz BCG e Benchmarking, mas seja qual for o método escolhido, deve-se manter em mente os aspectos a serem analisados: público-alvo, concorrentes, fornecedores e possíveis stakeholders. É preciso também conhecer o contexto político-econômico em âmbito regional e nacional.

E-commerce e Metaverso

O Brasil tem mais de 80 milhões de consumidores on-line e eles movimentam quase 90 bilhões de reais por ano, segundo pesquisa da Ebit | Nielsen. Os números do e-commerce no país crescem e empresários do setor devem ficar atentos às inovações e tendências a serem aplicadas para aproveitar as oportunidades e esse amplo público.

É o caso do Metaverso, espaço virtual em 3D onde as pessoas podem navegar e interagir por meio de recursos como a realidade aumentada. Anunciada recentemente, a tecnologia vem repercutindo bastante e já foi abraçada por grandes marcas, apostando em lojas e provadores virtuais e também na comercialização de produtos 100% digitais. Niro chama a atenção para o “in-app”. Por meio de um adnetwork você gera anúncios dentro de milhares de plataformas. “Esse formato tem nos ajudado muito a melhorar as conversões dos nossos clientes”, destaca.

Existe a expectativa do Metaverso movimentar bilhões de dólares nos próximos anos e revolucionar a jornada dos usuários. “O comércio eletrônico incluirá esse novo canal de interação e proporcionará novas experiências. Será possível, por exemplo, entrar em uma loja virtual com um avatar, provar diversas camisetas e comprar quais gostar, podendo testar produtos e serviços de maneira muito realista”, explica o head do Grupo FCamara, Eric Vieira.

Grandes organizações já estão se aventurando nessa novidade. É o caso da TIM e da Lacta. Para Vieira companhias de diferentes portes poderão aproveitar as possibilidades, mas para isso é necessário estar atento aos aspectos inerentes à aplicação de um novo canal de vendas. “É sempre um desafio, tanto em relação à preocupação de manter uma boa vivência, quanto às questões técnicas de infraestrutura adequada. No Metaverso, isso não será diferente”.

Nesse sentido, a arquitetura do sistema pode impactar de forma significativa o sucesso desse tipo de iniciativa. É preciso implementar um ambiente de acordo com o volume de acessos e interações e nessa hora pode-se esbarrar em outro obstáculo: a disponibilidade de profissionais qualificados. Por isso, quem deseja estagiar nessa área e, futuramente, seguir carreira, precisa desenvolver as competências para sair na frente dos demais.

“Além disso, haverá poucas pessoas com conhecimento técnico. Todos esses pontos devem ser considerados e quem antecipar sua programação para ingressar no novo universo, estará em vantagem. Um e-commerce com presença forte com website, aplicativo e marketplace, alcançará uma posição de mais destaque em relação aos concorrentes”, conclui o especialista.

Portanto, esteja preparado para essas novidades do mundo corporativo e conquiste o seu público. Se deseja contar com estagiários e aprendizes para te ajudarem nessa missão, entre em contato com o Nube!

Seja nosso seguidor no Twitter (@nubevagas) e veja notícias diárias de ações, vagas de estágio e aprendizagem, palestras e muito mais. Assista nossos vídeos de dicas no YouTube e participe da nossa página no Facebook. Agora estamos também no Instagram e no Linkedin. Esperamos você em nossas redes sociais!

O Nube também oferece cursos on-line voltados para a qualificação profissional de estagiários e aprendizes. Basta acessar o link www.nube.com.br/ead. Todos os serviços para o estudante são gratuitos. Já instalou nosso aplicativo "Nube Vagas" em seu celular? Com ele você será notificado a cada nova oportunidade. Disponível na Apple Store e Play Store.

Compartilhe