Com as situações difíceis enfrentadas por todo o mundo nos últimos anos, muitas mudanças aconteceram em nossas rotinas. Agora, as pessoas têm outro olhar em relação à vida e passaram a valorizar novas coisas. Dessa forma, as empresas precisam se adequar para conquistar os melhores aprendizes, estagiários e funcionários no mercado para se fortalecer.

A importância da cultura organizacional

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde - OMS, os casos de depressão e transtorno de ansiedade aumentaram 25% em 2019 - primeiro ano de pandemia. O isolamento social, instabilidade profissional e financeira, além do medo do vírus, figuraram entre os principais motivos para esse aumento exponencial.

Nesse cenário, a importância de um olhar atento das corporações sob o capital humano ganhou ainda mais destaque. Isso porque ficou evidente como, independentemente do modelo de atuação, a saúde mental dos colaboradores fará toda a diferença para a produtividade, motivação e perspectiva de crescimento na carreira.

Contudo, como garantir o bem-estar dos profissionais e, consequentemente, conseguir retê-los em meio a tantas modificações no mundo empresarial? Investir em uma cultura organizacional priorizando pessoas, alinhando seus valores e expectativas de forma transparente, é o primeiro passo para fomentar a inteligência emocional da equipe. “Assim como os concorrentes, prospects e público-alvo do negócio são estudados, o perfil de desejados também precisa desse olhar atento”, comenta o CEO e fundador da Pixter, Glauco Maschio.

A Covid-19 modificou totalmente a forma de atuar, hábitos e a convivência em sociedade. Isso tem demandado uma adaptação abrupta das companhias em busca de soluções para manter todos engajados. Por isso, é interessante proporcionar consultas psicológicas, acesso a academias, aplicativos de saúde e escolas on-line para cursos de inglês e desenvolvimento de soft skills, por exemplo. “Onde estão esses candidatos? Quais as necessidades e desejos deles? Não dá para contratar e lidar com integrantes como se eles fossem produtos”, afirma Maschio.

As novas preferências dos talentos

Uma pesquisa realizada pela Alelo fornece informações e tendências sobre o futuro, abordando diversas áreas afetadas pelas alterações ocorridas nos últimos meses. O estudo, realizado com mais de 2,7 mil colaboradores de todo Brasil, em dezembro de 2021, avaliou as adaptações e percepções quanto ao home office, novos hábitos alimentares e a segurança financeira.

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A maior parte dos respondentes (66%) permaneceu frequentando o escritório presencialmente, enquanto 33% aderiram totalmente o modelo remoto ou híbrido. Já em relação ao processo de adaptação, 56% se adequaram muito bem e preferem essa prática. Desses, 75% se consideram extremamente felizes e 29% já possuíam um espaço dedicado para atendê-los nessa nova estrutura.

Entre os prós e contras, destacam-se como pontos positivos: utilizar o tempo de deslocamento para outras atividades (50%); estar mais com a família (44%) e conciliar tarefas do emprego e de casa (40%). Por outro lado, as pessoas sentem falta de estar com os colegas (38%) e mencionam o fato de não ter condições de atuar dentro da residência (23%). “É essencial fazer reuniões e uma espécie de happy hour semanal. A maioria gosta da praticidade, de não pegar trânsito e ficar mais perto dos parentes. Houve uma melhora na qualidade de vida e, para a corporação, os custos foram reduzidos”, afirma a head de RH do Roit Bank, Camila Weingartner.

No mais, para 41%, o teletrabalho contribui positivamente para aumento de produtividade e foco. O levantamento também faz uma relação com a renda. Considerando quem recebe até R$ 3.135,00 por mês, 57,5% preferem o presencial, enquanto os maiores percentuais a favor do 100% remoto estão entre quem ganha acima de 5 mil reais

Porém, esse formato ainda não é uma prioridade levada em conta na hora de buscar uma vaga, de acordo com a maioria dos participantes (53%). Já 32% afirmam ser um critério relevante, mas não decisivo e 14% consideram um fator essencial para a decisão. “Há vários pontos a serem discutidos. As boas organizações têm se esforçado para cumprir esses requisitos e a maioria delas certamente chegará a um sistema adequado”, comenta Camila.

Portanto, é fundamental estar antenado nas novidades do mercado para atrair e reter os melhores talentos. Se você busca estagiários e aprendizes para o seu negócio, entre em contato com o Nube!

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