Dentre as principais mudanças dos últimos anos, podemos listar a mais necessária como a busca dos líderes por estratégias para manter a equipe engajada e o desempenho das atividades. Pensando nisso, todos tiveram de se adaptar, principalmente supervisores de estagiários e aprendizes.

O cenário

Nesse sentido, a Keyrus celebra o case de sucesso do Level Up - programa de cultura e change management criado pela empresa em 2020. A tática alcançou importantes resultados para a gestão de pessoas como a redução de 15% do turnover, queda de 33% em custo de improdutividade e aumento de 40% em treinamentos.

Tudo isso, além de promover o engajamento e estimular o desenvolvimento de novas iniciativas na área de recursos humanos (RH) da companhia. “Um approach focado nas pessoas e em alterações comportamentais inspira os indivíduos a superarem expectativas”, afirma o CEO da Keyrus para a América Latina, Stephan Samouilhan.

Gamificação dos treinamentos e comunicação interna

Tal iniciativa adotada pela entidade é como um jogo em cenário intergaláctico - universo com planetas, estrelas, cometas, naves espaciais e alienígenas. A ferramenta incentivou os colaboradores a criar seus avatares e postarem as certificações adquiridas, cursos concluídos e feedbacks para colegas, valorizando a troca constante sobre objetivos alcançados e incentivando o reconhecimento na cultura organizacional. Ou seja, uma atividade dinâmica e motivacional.

Durante as avaliações de desempenho são feitas entregas de medalhas (Team Work, Client Satisfaction, Collaboration, Continuous Learner, Efficiency, Excellence, Team Player e mentor, por exemplo) aos colegas. Ao receberem cinco medalhas iguais ganham o direito de exibi-las em seus perfis no Workplace e nas assinaturas de e-mail. Sendo essa, mais uma maneira de valorizar e aguçar o time.

Alinhado com o DNA da instituição e com base nos pilares comunicação aberta, agilidade, simplicidade e colaboração, o objetivo da ação é a subida de nível em aspectos acadêmicos, resultados, liderança, comunicação e gestão de projetos. Para o futuro, a expectativa é ampliar o uso do sistema. “Impactos reais são obtidos por pessoas reais, as quais analisam criticamente os cenários, se comprometem e trazem os ganhos”, afirma Samouilhan.

Outras práticas

Não existe uma receita infalível. “Uma boa forma de dar um pontapé inicial nesses movimentos é incluir a criação de estímulos semanais e mensais, reflexões diárias. Isso é ótimo para introduzir e apresentar as PICs (Práticas Integrativas e Complementares) em ambientes corporativos. Comece com dez minutos por dia e aos poucos vá inserindo esses momentos na rotina. Tudo feito de forma leve e humanizada”, expõe a CMO da Naomm, Giovanna Calvo.

De acordo com ela, para criar cada vez mais envolvimento nesse sentido, é interessante dispor de um planejamento bem estruturado. “Além disso, desenvolver um treinamento vai além e inclui o uso de uma linguagem adequada para o espaço laboral. Cada prática deve ser justificada com argumentos satisfatórios e não serem apenas idealizações isoladas”, complementa.

Portanto, esses exemplos são excelentes oportunidades de personificar as corporações e tornar mais suaves processos anteriormente burocráticos e estressantes. Tudo isso, visa o sucesso do negócio e o bem-estar dos envolvidos.

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