Para conduzir um negócio rumo aos objetivos, é preciso ter uma cultura organizacional bem sucedida. A gestão horizontal chegou no Brasil na década de 1960 e é um modelo no qual não há uma estrutura hierárquica rígida, ao contrário, todos têm autonomia sobre o fluxo das tarefas, seja no estágio, aprendizagem ou como funcionário efetivo. 

Aumento das buscas mostra relevância do tema

De acordo com o Google, em janeiro deste ano, o termo apresentou 69% de aumento nas buscas, mostrando como o sistema diferente do tradicional implantado hoje vem despertando tendência no organograma corporativo. Isso porque as comunicações estão mais acessíveis entre chefes e equipes. Facebook e Netflix são exemplos de entidades nas quais essa prática é utilizada. 

Mesmo com a chegada dessa tática há cerca de 60 anos, a maioria das instituições ainda opta pela verticalidade da gerência, ou seja, as decisões sendo tomadas apenas pelos líderes, sem o envolvimento dos colaboradores operacionais. Com a horizontalização, startups e empreendimentos com o desejo de crescer, bem como reduzir o turnover, dividem as responsabilidades e compartilham assuntos estratégicos com o time como um todo. 

Estilo não é inédito, mas é inovador

Quem coordena distribui as responsabilidades decisórias e, cada vez mais, a fusão da tecnologia com o lado humano torna a interação mais flexível. Para Rodolfo Carvalho, CEO da Incentivar, priorizar esse “novo” estilo é ter um formato mais flexível para atingir os melhores resultados. “Isso influencia de forma positiva todas as áreas de um negócio: a estrutura, os processos e as pessoas. Com uma administração eficiente, a facilidade de uma marca apresentar um crescimento exponencial tanto em lucro quanto de satisfação do time é palpável em curto prazo”, explica.

Pensando nisso e em criar mais autonomia no ambiente interno de trabalho, Carvalho cita cinco vantagens de adotar essa estratégia em 2022. Veja:

1- Ter uma equipe mais versátil e diversa;

2 - Possuir times mais engajados;

3 - Decisões tomadas de forma mais democrática;

4 - Maior agilidade dos funcionários;

5 - Manutenção do sentimento de pertencimento.

Engajamento também aumenta

Ainda segundo Carvalho, ter uma staff engajada é uma das melhores formas para atrair a produtividade. “Os talentos gostam de se sentir parte da marca e terem flexibilidade na hora de expor as suas ideias. Eles se sentem pertencentes caso possuam uma relação acessível com os seus coordenadores e participem das decisões”, relata.

O marketing de incentivo, de acordo com o especialista, é fundamental às organizações com o desejo de expandirem os resultados nessa abordagem mais democrática. Conforme a pesquisa da Ampro (Associação de Marketing Promocional), 68% das entidades brasileiras já adotam esse recurso e compreendem ser uma estratégia com metodologia duradoura. Para manter o coletivo motivado, é preciso valorizar os quadros, reconhecendo o empenho prestado em prol do sucesso. 

Tudo é uma questão de diálogos sólidos e claros. Para a estudante de comunicação, Larissa Andrade, estabelecer qualquer tipo de liderança é um desafio, mas é preciso saber tanto ouvir quanto falar com assertividade. “Aprendi muito no meu estágio sobre a relevância disso”, conta. 

Ainda de acordo com ela, a partir da preocupação genuína com o trânsito de informações e modo de operar, é possível ter bons resultados. “A gente precisa de objetividade e, ao mesmo tempo, empatia. Isso constrói relacionamentos na minha visão, ajudando a coletividade”. 

Por fim, Carvalho destaca a importância de capacitar os contratados em treinamentos para expandirem suas ideias além de suas funções. A gestão horizontal pode proporcionar mais rendimentos pela autonomia e liberdade a todos.

É bom ter muitos níveis hierárquicos na empresa?

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