Os impactos e transformações vividas nos últimos dois anos devem persistir por 2022 e adiante. A comunicação interna (CI) foi uma das áreas mais afetadas, forçando os profissionais a se adaptarem a uma nova realidade, com modelos de trabalho diferentes e acelerando a transformação digital. Essa é uma realidade vivida por estagiários, aprendizes e efetivos.

Tendências

Segundo o relatório “Vozes presentes, mesmo à distância”, do Workplace, 52% dos colaboradores disseram existir uma lacuna na comunicabilidade com os dirigentes durante o trabalho remoto. Nesse sentido, as companhias adotaram algumas tendências para tentar driblar o caos. “Cito três, mas quero me debruçar no terceiro ponto, o qual vejo como o grande desafio para o próximo ano”, diz o CGO do Dialog.ci, Gabriel Kessler. Veja:

1. Saúde mental: esse ponto está entre as prioridades desde o começo da Covid-19 e ganhará mais força daqui em diante. “O cuidado a distância com os times requer atenção diferenciada, pois nem tudo é mais perceptível apenas com um olhar apurado de quem está ao seu lado. Além disso, as Gerações Z e Millennial vivem fases de experimentação na carreira, exigindo mais do próprio limite”, comenta.

2. Liderança comunicadora: “naturalmente, os líderes são um canal de CI poderosíssimo em qualquer organização (seja pequena, média ou grande). A questão central é atrair e fazer a gestão da liderança como um veículo de informação, engajamento e validação da cultura corporativa”, explica o especialista.

3. Engajamento: “com os diferentes modelos laborais muitas vezes acontecendo ao mesmo tempo, é preciso ter um plano bem detalhado e criativo para sustentar o entrosamento dos indivíduos”, afirma Kessler.

Esse último tópico sempre foi um obstáculo para muitas entidades, mas isso precisa mudar, afinal, as pessoas passaram por transformações também. Sobretudo, isso pode trazer problemas relacionados à produtividade e turnover.

Sendo assim, todas as instituições podem se beneficiar. “A CI mantém o ambiente organizacional alinhado com os objetivos da organização para os funcionários entenderem e seguirem tal posicionamento. Portanto, se você quer ter um clima organizacional favorável ao desenvolvimento pessoal e profissional, bem como melhorar a imagem da sua marca, invista em uma boa estratégia”, expõe o sócio da S2 Consultoria, Renato Santos.

Como aumentar o engajamento?

Com base nisso, a Deloitte listou três dicas para aumentar o comprometimento em tempos delicados. Observe:

  • Gestores assumirem uma postura de suporte/apoio;
  • Criar um ambiente de trabalho positivo;
  • Encorajar o mantra “confie na liderança”.

Isso aumenta a motivação. “Quando o grupo se sente bem informado sobre os acontecimentos dentro da corporação e percebe o investimento em pequenas ações para melhorar o seu bem-estar organizacional, tende a trabalhar mais entusiasmado. Afinal, eles percebem-se parte de uma entidade participativa. Assim, trabalham mais unidos em busca de atingir os resultados almejados no planejamento”, complementa Santos,

Ninguém estava preparado para lidar com esse caos. Com isso, foi preciso rever toda a tática e a estrutura institucionais. No pós-pandemia não será diferente, a cada novo cenário, um plano precisa ser traçado. Bem como as metas também deverão ser ajustadas.

Logo, estruturas engessadas em modelos de gestão e controle não têm mais espaço no mercado. Nesse “novo normal”, as principais características são flexibilização e adaptação. Continue acompanhando nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e temos a participação de vários especialistas. Assim, você destaca seu negócio em meio ao mundo corporativo. Conte com o Nube!

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