Uma das ferramentas mais poderosas utilizadas na comunicação é a escrita. Segundo um estudo do Ibope Inteligência e da ONG Ação Educativa, realizado em 2018, 29% dos jovens e adultos brasileiros de 15 a 64 anos (cerca de 38 milhões de pessoas) são analfabetos funcionais. Isso é, eles sabem ler e redigir textos, mas não conseguem interpretá-los. Esse dado é alarmante, afinal, esse é um ponto essencial para qualquer ocupação, seja de estudante, estagiário, aprendiz ou CLT. 

Mitos responsáveis por atrapalhar a escrita

Segundo Vivian Rio Stella, doutora em linguística pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e idealizadora da VRS Academy, quando a ideia é passar um recado, é fundamental estar atento. “Em primeiro lugar, é preciso ter clareza quanto à abordagem utilizada em cada canal: e-mail, trocas por aplicativo, relatórios, artigos, textos jornalísticos e cartas, por exemplo, precisam ser escritos de maneiras diferentes para transmitirem a mensagem desejada”, explica. 

Nesse sentido, ela ressalta a existência de alguns mitos nesse processo. “O primeiro é acreditar na garantia da gramática correta, por si só, não assegura um bom texto. Conhecer as regras gramaticais é importante, mas isso não é suficiente para uma escrita clara e concisa.” Já outro diz respeito ao teor perpassado. “Argumentação, fundamentação, dados e informações relevantes são o ponto de partida, mas só dominar o conteúdo não necessariamente garante um texto de qualidade”, pontua Vivian. 

O terceiro é dar a construção por finalizada. “É pensar no texto como um produto acabado, quem escreve bem o faz de primeira e não precisa mexer mais no material. Na verdade, é o contrário: quem domina a técnica faz, reformula, apaga, altera a ordem das palavras e dos parágrafos”, afirma a doutora em linguística. Conceber um trabalho, por vezes, requer compor páginas e depois apagá-las por inteiro para reestruturar com o objetivo de atender às necessidades daquele comunicado. 

Portanto, a especialista finaliza: “devemos encarar a comunicação escrita de uma forma mais processual, como uma atividade interativa, com uma expectativa em relação a quem vai receber o conhecimento, além de levar em conta as técnicas dos movimentos da composição”, diz Vivian. Pensando nisso, agora você entendeu algumas crenças em relação à redação, logo, está mais preparado para construir um livro. 

Como escrever um livro?

De acordo com uma frase do poeta cubano José Martí, há três coisas essenciais para se fazer antes de morrer: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Para começar, Ricardo Almeida, autor e CEO do Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, separou algumas dicas. Confira:

- Como começar: 

Na prática, basta ter uma narração para partilhar. “Há uma série de questões cruciais como a construção de personagens, a estruturação do enredo e tudo mais - mas isso é secundário em relação à existência concreta de uma história”, comenta Almeida.

- Não se preocupe com o tempo de criação: 

Alguns escritores levam poucos dias para gerar suas crônicas; outros, por sua vez, levam anos. Cada um tem seu ritmo e o recomendado é seguir na velocidade mais confortável. 

- Como fazer depois de escrever: 

Uma vez redigido, no entanto, há uma série de etapas para seguir a fim de finalizar efetivamente e tornar a obra pronta para a publicação. São elas: leitura crítica, revisão ortográfica, diagramação e um bom desenvolvimento de capa. 

Enfim, ter uma boa dissertação é vital para alcançar o sucesso profissional. Por isso, diariamente o Nube compartilha conteúdos com opiniões de diversos experts, de segmentos distintos, para você receber sugestões com a visão de muitos ângulos. Não se esqueça: conte sempre conosco para melhorar suas aptidões e alcançar o sonho da publicação própria!

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