Conseguir se comunicar em inglês é uma jornada árdua, exige muita dedicação e empenho dos estagiários, aprendizes e CLTs para aprender novas palavras. Segundo uma pesquisa do Nube com mais de 9,2 mil participantes, quase 44% dos jovens possuem apenas o nível básico. Outros 17% nem conhecem. Entretanto, grande parte das empresas procuram por profissionais capacitados no idioma.

Optar por dar início ao aprendizado por conta própria é ainda mais desafiador, porém, é possível. Além disso, é uma forma mais flexível e autônoma, tendo em vista a responsabilidade pela gestão de tempo, intensidade e metas na rotina de estudo. Portanto, quer adquirir essa proficiência para se destacar no mercado de trabalho? Confira algumas dicas! 

Três dicas para aprender inglês sozinho

Segundo Anny-Maria Penna, estagiária de Marketing e discente de Marketing e International Business University of Wisconsin - Milwaukee, nos Estados Unidos, se instruir com esse intuito pode ser muito fácil e divertido. “Aprendi ouvindo músicas e assistindo séries. Comecei aos 11 anos, então não achei difícil entender sotaques diferentes e compreender expressões”, comenta. Ademais, ela acredita ser viável esse processo. “Se usar os métodos certos e se dedicar de verdade, você consegue aprender sozinho, foi assim comigo!”

Para aproveitar a facilidade e conforto de um curso on-line e gratuito, é preciso manter a motivação diante das dificuldades, além de ter objetivos claros. Pensando nisso, Andressa Federizzi, professora da startup Kultivi, selecionou as três principais dicas para quem quer estudar de casa sem desistir no meio do caminho. 

 

  • Divida o aprendizado em partes: 

O primeiro passo para essa organização é o desenvolvimento de pequenas tarefas. “Criando uma divisão é possível focar nas metas mais importantes. Por exemplo, se o objetivo principal é aprender para passar uma semana em Londres turistando, conversando sem guia ou intérprete, então a prioridade é entender vocabulário e diálogos básicos”, explica Andressa. Entendida e definida a meta, é essencial determinar quanto tempo existe para a preparação e então planejar um cronograma no qual são distribuídas as atividades.

Desta forma é possível fazer uma programação estratégica com ações de acordo com o prazo para assimilar e o tempo diário disponível para praticar. Além disso, a divisão em partes cria a sensação de encurtamento do processo e diminui a sobrecarga de assuntos. “Ao escolher essa alternativa, o aluno tem acesso a uma infinidade de materiais e conteúdos, isso pode gerar ansiedade e pressa de se instruir, mas a longo prazo, essa grande quantidade de informações pode tornar a  fluência mais distante”, afirma.

Para isso, é melhor definir etapas. “Separando em pequenas partes é possível cumprir o planejamento de maneira mais rápida e leve, tendo a sensação de dever cumprido por ter realmente compreendido algo novo, mesmo sendo uma coisa sucinta”, garante a professora.

  • Arrisque-se: 

Uma das melhores dicas sobre como ter essa fluência é básica: por intermédio de tentativa e erro. “A melhor coisa para quem estuda sem frequentar uma escola é tentar falar mesmo sem ter certeza se a pronúncia está correta ou se a frase está gramaticalmente perfeita. Desse jeito, o discente desenvolve muito mais as capacidades. Isto porque, ao conversar ou dizer em voz alta, a probabilidade de perceber um erro e fazer autocorreção é maior”, destaca Andressa. Além disso, uma boa sugestão para quem quer exercitar, é usar sites, grupos ou aplicativos de conversação, para falar com nativos ou mesmo outros estudantes.

  • Imersão no idioma: 

A recomendação mais preciosa para quem está na jornada de aprendizado por conta própria é aumentar o contato com o linguajar. Ouvir mais, ler e falar ajudam diretamente. Afinal, o cérebro memoriza com facilidade quando vê o assunto com mais frequência. Porém, é preciso mesclar tudo isso com dedicação constante. Apenas escutar sem prestar atenção não gera resultados. “Não precisa assistir um filme inteiro em inglês por dia. Veja alguns minutos, concentrado, absorvendo alguma informação já é suficiente”, afirma a professora.

Outra dica é alinhar essa ideia com hobbies e atividades do dia a dia, como foi com Anny-Maria. “Se você gosta de andar de bicicleta, pode buscar vocabulário sobre isso ou ouvir um podcast no dialeto enquanto pedala, por exemplo. O ideal é testar um pouco de tudo, mas fazer todos os dias, levar a sério o cronograma. Os poliglotas fazem assim, por isso dominam tantos idiomas”, completa Andressa. 

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