De acordo com o estudo recente “Workmonitor”, da Randstad, trabalhadores de todo o mundo estão mais esclarecidos sobre seus anseios profissionais. O início da pandemia foi algo novo para muita gente e as tarefas passaram a ser executadas de formas diferentes, cada um tentando encontrar o seu caminho. Agora, no entanto, mais acostumados, muitos desejam manter a flexibilidade dos modelos laborais mesmo após o caos. Isso se aplica para todos, inclusive, estagiários e aprendizes.

Benefícios

Para o CEO da Randstad no Brasil, Fabio Battaglia, as preocupações alteraram perspectivas e desejos, levando muitas pessoas a repensarem suas carreiras, querendo mais maleabilidade e equilíbrio. “Se não encontram uma posição com o formato almejado, começam a se movimentar. Essa tendência veio para ficar, pelo menos nos próximos anos, no qual a força laboral se sente mais empoderada e está mais esclarecida sobre seus propósitos. Sentem-se mais positivos para buscar por oportunidades satisfatórias de maneira mais ampla”, afirma.

Assim, essa versatilidade é e será um ponto importante também no pós-pandemia. Segundo o Workmonitor, 92% dos colaboradores brasileiros procuram por modelos e áreas mais maleáveis para realizar outras atividades ao longo do dia. “A atuação remota trouxe muitos benefícios, em relação à qualidade de vida: não demorar no deslocamento, almoçar em casa, passar mais tempo com a família são fatores de impacto”, diz o COO e co-fundador da Mywork, startup de controle de ponto on-line, Thomas Carlsen.

Nesse sentido, para ele, a falta de flexibilidade pode ser mais uma dificuldade para a tomada de decisão das empresas. “Por isso, é essencial dialogar com os funcionários para entender a melhor forma de organizar as atividades, caso seja necessário um retorno aos escritórios. Na Mywork, por exemplo, pretendemos adotar o modelo híbrido. Ou seja, alguns dias presencial e outros em home office”, complementa o COO.

Maior qualidade de vida

Certamente, o estresse causado após dois anos de isolamento social refletiu nas decisões dos contratados. Conforme o estudo, 58% dos entrevistados dizem estar mais enervados desde o começo dessa situação anormal, enquanto a média global ficou em 49%, deixando claro a necessidade de mudar aspectos na jornada para diminuir essa condição agoniante daqui para frente.

Além disso, todas as idades, gêneros e os mais variados graus de educação, querem ser melhor remunerados e desenvolvidos: 95% reconhecem a exigência por continuar aprendendo para se manter relevante diante da competitividade.

De acordo com a pesquisa, dois terços da população ouvida ao redor do mundo, 60%, não foram promovidas no último ano. No Brasil, a taxa é parecida, de 56% e segue essa tendência também em relação a quem teve elevação de cargo, mas sem aumento salarial - Brasil 10,1% e Global 10,2%. Outro fator de destaque, foi a vontade de mudar de área. No Brasil, 64% estão empenhados em transformar as ocupações, superando a média mundial de 51%.

Sendo assim, para Battaglia as companhias precisam olhar para essas demandas a fim de redesenhar o universo corporativo. “O estudo Workmonitor mostra a confiança e determinação dos cooperadores em buscar a valorização de suas habilidades e uma remuneração cabível. Ainda há quem pretenda dar passos mais ousados, como a transição de carreira, inspirados muitas vezes por outros colegas. É preciso construir uma estabilidade entre lavor e lazer. Dessa maneira, é possível manter talentos mais engajados e resilientes para desenhar o futuro das entidades das quais queremos fazer parte”, finaliza.

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